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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Mar


foto de Gundega Dege

Mistério amor recôndito. Mar… essa pequena palavra expressa com leviandade, quase sem noção da sua força, da sua potência exposta na nossa vida.
Casa da natura, com ondas de viagens oceânicas onde a vida acontece nos silêncios da cumplicidade dos seus habitantes diversos…
Magia… das dispersas fontes de inspiração dos azuis sobrepostos. Cores desenhadas.
Areias… que sustentam um mundo escondido em segredos protegidos e proibidos.
Respeito… que as alternâncias impõem. Que as intempéries provocam…
Deste lado, em terra firme, sempre que posso vou visitar-te para acalentar a minha saudade, para sentir a tua mensagem…
Depois, depois volto as aventuras do quotidiano mais preparado e com maior capacidade para entender a vida, sempre pronto para voltar para perto de ti!
Difícil de entender… difícil de explicar esta nossa relação desconhecida…

Este texto foi escrito por Paulo Afonso. O Paulo, além de grande amigo é também um dos autores que mais admiro.
A frase que melhor define a escrita dele é “escrevo para libertar as personagens que não consigo ser”. E saímos todos beneficiados com a escrita dele.
Escolhi este texto dele, Mar, para colocar aqui no meu blogue por duas razões. Porque fala duma paixão que partilhamos, o mar, e porque nos conhecemos os dois por causa do Mar de Sonhos.
Paulo, obrigado por me “emprestares” este Mar, e, usando uma frase também tua, que me escreveste algures no luso-poemas – quero-te! Como amigo, para sempre.
Se quiserem conhecer mais o Paulo e a escrita dele visitem o blogue -
http://poesiadepauloafonso.blogspot.com