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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

I Encontro do Luso-poemas

Estava uma manhã solarenga. Pouco antes das dez começaram a chegar os convivas. Tália, Paulo Afonso, António Paiva e Valdenovixis, Margarete, Freudnãomorreu e João Vasco, Pedra Filosofal, Fly e Luís F – primeiros grupos a chegar, seguidos de perto pelo Trabis e pela Cleo.
Com a companhia do Simão, que, gentilmente, nos acompanhou na visita ao Museu do Vinho, fomos visitando as salas e declamando os poemas sobre o vinho que foram enviados à organização. Cabe aqui um agradecimento ao Simão que nos foi explicando, durante a visita, tudo o que queríamos saber sobre o que estava exposto em cada uma das salas.
Com a chegada da Rosa Maria e da Laura Gil e com a fome a apertar, deitamos a mão à massa que, no caso, era mais leitão com batatas fritas, laranjas e pão. Espumante e muita conversa à mistura e o tempo a passar com uma rapidez brutal. Como passa sempre que se está entre amigos. Apesar de muitos de nós só nos termos visto pessoalmente no sábado, o sentimento geral é que se tratava de um reencontro de amigos. Como disse o Val, parecia que nos conhecíamos todos há anos.
A Laurinda, depois de muito se esforçar, lá nos entregou mais dois convivas. O José Torres e o Flávio Silver. E se a conversa estava animada, animada continuou. Sempre em torno do que nos une, o luso-poemas.
Logo que o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Anadia, Dr Jorge São José chegou, começou a parte formal do encontro. Fomos para o auditório do museu onde o Dr Jorge São José agradeceu a nossa presença e nos abriu a porta da Anadia para mais encontros destes. Apesar dos agradecimentos feitos pessoalmente na altura, quero aproveitar esta oportunidade para agradecer, de novo, ao Vereador, à Câmara e ao Museu por nos ter permitido passar um dia excelente.
Já estávamos no auditório há um bocadito, quando a Carolina chegou para compor o ramalhete. Coube então a vez a cada um de nós de falar sobre o significado do site e da escrita na vida de cada um. A conversa foi sendo intervalada pelas fantásticas actuações do Freudnãomorreu e do João Vasco. O Freud cantou e encantou toda a sala, enquanto o João Vasco tocou como poucos. Foram a surpresa do evento e ficou, sem dúvida, a vontade de os ouvir mais. Tivemos ainda direito a ver um poeta deitado no chão a ler um texto e a visitar o site enquanto conversamos sobre ele.
Com muita pena tinha chegado a hora do grupo se começar a separar porque a Pedra Filosofal tinha um compromisso com a filha nessa noite, pelo que ela, o Luís F, a Laura Gil e a Fly saíram nessa altura, mas não sem antes se tirar a foto de grupo que se mostra nesta “reportagem”.
Logo a seguir à foto o Flávio, depois de muito pedirem, deu o ar da sua graça e tocou (e claro que encantou).
Depois de terminadas as actividades no Museu do Vinho, e para não destoar do resto do dia, o grupo seguiu para as Caves Castelar onde lhes foi proporcionado uma visita guiada e um jantar convívio com grande animação à mistura. Conversa em dia e barriguinha cheia, ainda houve tempo para um café. Terminado o café começou a viagem de regresso e todos chegaram bem ao seu destino.
Fiz esta história do evento para ser colocada no Fórum do site, em http://www.luso-poemas.net/. Quis trazer-vos esta espécie de reportagem porque devo ao Luso e aos seus poetas, quer a existência deste blog quer as minhas aventuras na escrita.
Foi um dia memorável. Tive a felicidade de (re)encontrar pessoas com quem falo todos os dias, pessoas que admiro e com quem fui criando laços de amizade. Foi também muito agradável estar com outras pessoas com quem pouco ou nada falava e ver que, afinal, são tão simpáticas como aquelas com quem falo habitualmente. Confesso-vos que mudei o meu pensamento acerca de algumas e de outras só confirmei o que já suspeitava. Foi com muita pena que vos deixei a todos em Anadia e que regressei ao Barreiro. Val, tens razão. Soube a pouco. A muito pouco. Impõem-se mais encontros destes, mesmo que sejam sem razão aparente, porque a amizade que se viveu na Anadia no dia 26 não precisa de razão alguma. Convido-vos a visitar os posts de quem viveu este dia. E deixo o repto a todos os que estiveram presentes e que ainda não escreveram a sua versão do dia a fazê-lo.
http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=35896 – Rosa Maria
http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=35838 – José Torres
http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=35959 - Paulo Afonso
Aproveito ainda esta ocasião para fazer um pedido. A todos os que tiraram fotos, enviem-nas, por mail, aos outros presentes. Troquemos fotos de modo a ficarmos todos com a colecção completa.
Termino com uma pergunta – quando é que nos voltamos a encontrar?