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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

A ti Manuela Fonseca

Foto de Paolo De Faveri

Foi no 1º dia de um Dezembro, distante,
Que cheguei à parede da tua alma.
O mar estava presente
E eu sentei-me no parapeito da janela.
As lágrimas soltam-se
Na ausência da minha esperança,
Num coração por vencer
Inventei um sorriso para me disfarçar…
Sempre o sorriso!
Nesta loucura
Foste...
A minha nostalgia de amor,
O palácio dos meus néctares.
Fui ao centro do planeta
Onde os olhares se dividiam,
E esse olhar me mentia…
Não me mates só por matar!
Tens o dom do mal…
Não me lembro
Do medo que me atormenta.
Incógnita,
Amaldiçoei-me a mim mesma.
Tudo é igual a mim…
Vou-me embora!
Andava secreta,
Cheia de felicidade.
O Amor rende-se..
E agora, ó Poetas, que vos deixo de mim?

Poema dedicado à Manuela Fonseca, feito por mim com os títulos dos poemas dela.