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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

You 0.2

Foto de Andrei Luca

Sinto na alma e sinto na pele a falta que me fazes. Na alma, há como uma incompletude que persiste, uma compreensão das coisas através do teu olhar invisível por agora.
Na alma, há um vazio que vai crescendo sempre que não posso partilhar contigo um sorriso, uma lágrima, um beijo. Na pele, há como uma agrura que vai aumentando sem a macieza das tuas mãos, um dessensibilizar sem o contacto com a tua pele. Na pele, há uma saudade de um entrelaçar, de um abraçar, só possível contigo. E assim vou vivendo os dias, vazia de ti, ansiando pela tua vinda e, ao mesmo tempo, receando que chegues para apenas voltar a partir...

Numa das minhas deambulações pelos blogs, encontrei esta pérola da escrita cuja autora é a Sara Grenho.
Visitem o blog que ela mantêm em http://sara-grenho.blogspot.com/ e irão encontrar mais motivos para a ler (mesmo que ela diga que não escreve por ai além)