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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Amar-te em silêncio



Breve é o sonho
Em que me fundo à tua alma
E assim ficamos unos,
No espaço infinito da razão
Que nos cobre de estrelas cadentes
E risos inocentes, cálidos,
Como a voz do poema.

Breves instantes de ilusão
Em que o acordar é claro e límpido
Sem teu corpo perto,
Sem teu cheiro
(que mesmo assim
se m’entranha na pele
e m’esgota a consciência
).

Amar-te é causa e efeito,
Propósito sem intenção,
Meu rumo e destino…

O silêncio mata-me
E grita no peito que arde,
Nas veias que pulsam
Levando a vida ao coração.

Não peças palavras…
Lê-me o olhar!



No próximo dia 7 de Fevereiro, no Auditório da Câmara Municipal da Amadora, pelas 15.30 horas, será o lançamento do livro de poesia "Amar-te em Silêncio" da autoria de Vera Sousa Silva, com a chancela da Edium Editores.
Obra e autora serão apresentados por mim.
Serão declamados poemas por Dionísio Dinis, gentilmente cedido pelo EscritArtes e serão interpretados alguns temas pelo músico Bruno Rocha.
Apareçam

Se eu te visse


Foto de Paula Grenside
Se eu te visse
Agora à beira deste rio
A meu lado
(Ou quase)
Dir-te-ia coisas que não existem
Mas fazem sentido

(E unicamente)
Quando eu te sinto

Como não te vejo
Nem vi, hoje
(Apenas ontem e antes do ontem)
Faço que me falas
Um diálogo de amor
(Ah! Sem que tu saibas)

É triste falar de amor sem saber
Mais triste ainda ignorar uma palavra
Tão doce, só por prazer!

Quando te olho
Sei que te ris
Não da minha ingenuidade
Mas de toda a grandiosidade desta ironia predestinada

Então, é a minha vez
Mas eu não me rio
Continuas tu, sorrindo
Eu limito-me a sentir
O peso de uma sentinela robusta, negra e opaca!

Se eu te tivesse visto
À minha frente
À beira rio
Dir-te-ia o que sempre te disse
("Olá, como está?")

E permaneceríamos assim
Eternos
(E ridiculamente desfeitos)
Enquanto a Lua nascia
E o rio corria
Silencioso
Morrendo calmamente
(Tristemente)

Talvez então te dissesse
(Não, sussurrava-to ao ouvido)
As coisas que só existem quando eu te sinto

Sininho

Sobrevivente ao romantismo


Recebi este selo da Manuela Fonseca, do blog http://ensaios-poeticos.blogspot.com/, uma eterna romantica e uma excelente amiga.
Este pequeno prémio pretende honrar as pessoas que ainda se regem pelo coração, que percebem o que é o verdadeiro amor, que lutam por ele e o conseguem transmitir na sua escrita.
Este prémio obedece às seguintes regras:
1) exibir a imagem do selo
2) linkar o blog pelo qual se recebeu a indicação
3) escolher outros blogs a quem entregar o prémio Sobrevivente ao Romantismo
Assim entrego este prémio aos seguintes blogues:
Vicente em http://plenoazul.wordpress.com/
Luisa Raposo em http://lmrap-momentosdepoesia.blogspot.com/
Cristina Miranda em http://osmeusencantos.blogs.sapo.pt/
Paulo Afonso Ramos em http://sites.google.com/site/escritasdepauloafonsoramos/
parabéns a todos os romanticos. Os que receberam os prémios e todos os outros que o mereciam.

Blog de Ouro


Recebi este prémio da minha amiga Vony Ferreira do Blog http://vony-ferreira.blogspot.com/. Ela, sem dúvida, que é merecedora deste prémio. E eu agradeço-lhe, do fundo do coração, não só o prémio, mas a amizade.

Vamos às regras:

* Este prémio deverá ser atribuído só a mulheres;

* copiar o prémio e colar no seu blog

* fazer referência do meu nome e colocar o endereço do meu blog;

* presentear seis Mulheres cujos blogs sejam uma inspiração para si e

* deixar um comentário nesses blogs para que saibam que ganharam o prémio.


Assim sendo, e apesar da dificuldade aqui ficam as nomeadas:
Cleo - http://impulsosdalma.blogspot.com/
Djinn - http://djinndiez.blogspot.com/
Iolanda Neiva - http://iolanda.bloguepessoal.com/
Rosa Maria Anselmo - http://ocantodarosa.blogspot.com/
Fly - http://sarrabeca.blog.com/
Sandra Fonseca - http://asolidaodasmulherespoetas.blogspot.com/
Haveria bastante mais a premiar.... e a escolha foi díficil, acreditem.

Pais maus

Foto de Jacqueline Roberts
Ser pai ou mãe não é ensinado nos livros. As crianças não trazem manual de instruções e não há uma fórmula de sucesso. Poderia haver se as crianças fossem todas iguais, sem diferenças de personalidade. Sendo que é o oposto que se verifica, que cada criança é única, na sua forma de ser e estar, então também ser mãe ou pai é também uma experiência única, que depende, em grande parte, da forma como a criança reage às atitudes dos seus progenitores. Se isto é verdade, e eu acredito que sim, também é verdade que há formas de agir mais ou menos correctas para se educar um filho.
Regras e disciplina. Duas palavras que assustam muitos pais e que poucos, hoje em dia, impõem aos seus filhos. Esquecem-se, provavelmente, que foi pela obrigação do cumprimento de regras e disciplina pelos seus próprios pais que hoje são adultos responsáveis. As crianças não gostam, é óbvio. Mas precisam que alguém as imponha para que se tornem adultos. Também não é preciso exagerar. E claro que, de vez em quando, se podem quebrar as regras. Bom senso é preciso.
Regra e disciplina fazem parte da boa educação que se pode dar a um filho. E não podemos, como muitos pais fazem, delegar a educação dum filho na escola. As escolas devem funcionar como complemento à educação dos pais e não como substituto. A escola deve servir para ensinar, os pais para educar. Tenho visto, porque faço questão de ser uma mãe presente na escola dos meus filhos, verdadeiras barbaridades ditas por pais que não mereciam esse nome. Desde uma mãe que se manifestou contra o seu filho ajudar na arrumação da sala de aula porque “o meu filho é um rapaz e os rapazes não têm de arrumar a casa”; a outra que acha despropositado o uso das palavras “obrigado” e “se faz favor” em crianças pequenas; um pai que, quando informado que o filho tinha batido num colega que respondeu “vocês sabem que ele é assim, tenham mais mão nele que eu não tenho”; e tantos outros casos que poderia aqui contar.
Sinceramente, e por amor aos meus filhos, prefiro ser uma mãe má a ser uma boa amiga. Amigos vão eles ter ao longo da vida e não vão ser os amigos que os vão educar. E também não será a escola que os vai educar. Contribuir para que os nossos filhos sejam adultos responsáveis, competentes, honestos e educados é a função principal dos pais. Que está esquecida por uma geração de pais, o que coloca em risco a sociedade como a conhecemos.
Crónica escrita a propósito do texto abaixo, da autoria de Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra

Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei-de dizer-lhes:
Eu amei-vos o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu amei-vos o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu amei-vos o suficiente para vos fazer pagar os rebuçados que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e vos fazer dizer ao dono: “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.
Eu amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu amei-vos o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas acções, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque, no final, vocês venceram também! E, qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:
“Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo...As outras crianças comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nossos pais insistiam sempre connosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata! Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos ao voltar). Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em actos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dos nossos pais! Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos “pais maus”, como eles foram”
Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há pais maus suficientes!

Guerra na minha cozinha


Despeje farinha em quatro alguidares e junte um ovo em cada um. Adicione boa disposição, paciência, e quatro crianças ansiosas por uma experiência diferente. Vista um avental a cada um dos garotos e arregace-lhes as mangas. Junte leite e açúcar em pequenas quantidades e oito mãos experientes em moldar plasticina. Esqueça que a sua cozinha costuma ser um local colorido e limpo e ignore o nevoeiro que se vai formando. Não olhe para o chão nem para a mesa. Junte laranja, amêndoa picada, chocolate ou canela a cada um dos alguidares e abandone a esperança de cada uma das massas só ter um sabor. Lave as mãos e opte por ajudar. Meta, verdadeiramente, as mãos na massa. Vá juntando farinha até que a massa se separe das mãos. Repita o processo em cada uma delas. Incentive as crianças a fazerem pequenos biscoitos, explicando, várias vezes, o conceito de pequeno. Mostre como se fazem bolas, rolos e quadrados, e finja que não vê a massa que cai no chão e volta a ser misturada com a restante. À medida que as tropas se vão cansado, substitua-as, na versão “faça você mesmo e rápido”. Meta os biscoitos no forno. Prepara-se para ter as quatro crianças, à vez, e de 5 em 5 segundos, a chegarem à cozinha e a perguntarem se já estão todos prontos. Não abra a janela sem limpar a farinha que se espalhou. Não se distraia para que os biscoitos não se queimem. Depois de todas as fornadas prontas e da loiça lavada chame os pequenos trabalhadores para a mesa do lanche. Distribua sumo e biscoitos por todos. Delicie-se com as gargalhadas de todos eles.



Foi assim, desta forma, que a minha tarde de domingo foi passada. Com os meus filhos e dois amigos, na cozinha. No fim da tarde a cozinha parecia ter sido alvo duma verdadeira guerra. Mas valeu a pena.

A lenda de Júpiter

Júpiter (em latim, Iuppiter) era o deus romano do dia, comummente identificado com o deus grego Zeus. Também era chamado de Jove (Jovis).
Filho de Saturno e Cíbele, foi dado por sua mãe às ninfas da floresta em que o havia parido.
Os fados tinham comunicado ao seu pai, Saturno, que ele havia de ser afastado do trono por um filho que nascesse dele. Para evitar a concretização da ameaça do destino, Saturno devorava os filhos mal acabavam de nascer. Quando Júpiter nasceu, a mãe, cansada de ver assim desaparecer todos os filhos, entregou a Saturno uma pedra, que o deus engoliu sem se dar conta do logro.
Criado longe, na ilha de Creta, para não ter o mesmo destino cruel dos irmãos, ali cresceu alimentado pela cabra Amalteia. Quando esta cabra morreu, Júpiter usou a sua pela para fazer uma armadura que ficou conhecida por Égide.
Quando chegou à idade adulta enfrentou o pai e, com a ajuda de uma droga, obrigou-o a vomitar todos os filhos que tinha devorado. Após libertar os irmãos do ventre paterno, empreendeu uma revolta (titanomaquia). Saturno procurou seus irmãos para fazer frente ao jovem deus rebelde que, com seus irmãos, reuniram-se no Olimpo. Casou-se com Juno, sua irmã e filha preferida de Cibele.
Júpiter teve muitos filhos, tanto de deusas como de mulheres. Marte, Minerva e Vénus são seus filhos divinos, entre outros. Quando se apaixonava por mortais, Júpiter assumia diversas formas para se poder aproximar delas.
Baco era seu filho e da mortal Semele. A jovem durante a gravidez insistiu que queria ver o pai do seu filho, em toda a glória. Júpiter tentou dissuadi-la, mas sem êxito. Quando o rei dos deuses se apresentou abertamente à sua amante, esta caiu fulminada. Júpiter tomou então o feto e colocou-o na sua barriga da perna, onde terminou a gestação.
Para conquistar a Princesa Europa, transformou-se em touro branco. A jovem aproximou-se e Júpiter mostrou-se meigo. Quando Europa montou sobre o seu dorso, ele elevou-se nos ares e levou a princesa para a ilha de Creta, onde se uniu a ela. Dessa união nasceram Minos, Radamante e Sarpédon.
Noutra altura apaixonou-se por Alcmena, esposa de Anfitrião. Para a conquistar, assumiu a forma do próprio marido e contou com a ajuda de Mercúrio, que tomou a forma do criado Sósia. Dessa união nasceu o semi-deus Hércules.
Retirado da wikipédia

Conforme prometido em tempos, trago hoje a lenda de Júpiter, que foi salvo por uma pedra.

Repto

Foto de Gökhan BAÐATIR

Se eu pudesse,
pela divina Estrada de Santiago caminhar.
Ou,
por outro lado voltar,
pela Via láctea ficar,
e,
ao sabor dos ventos solares
surfar,
por entre as ondas do sol
velejar.

Se eu pudesse
lágrimas num universo
soltar, por elas,
um milhão de estrelas cadentes libertar
e,
talvez – quem sabe – o coração desse ser
conquistar.

Se eu pudesse
sob a aurora boreal
dançar.
Ou,
no seio de uma nebulosa mergulhar,
e
no meu coração tal
instante segurar.

Se
eu pudesse
explorar,
até onde DEUS me quisesse
ou,
Ele me deixasse
chegar.

Mas,
mesmo que eu pudesse
tudo isto alcançar,
nada,
mas mesmo nada, disto teria
amor.
E nunca, nunca, seria
criar,
se,
por meu repto,
eu não te tivesse.

Vicente Ferreira da Silva

Oras

Foto de Mark Carpenter

Tem um sorriso gaiato
Que abraça audaz o silêncio
Mil pirilampos nos olhos
Que sobrevoam sem medo!

Derrete o gelo com as palavras
Salta muros com a sua vontade
Faz da sua determinação
O elevar de um estandarte

Tem a meninice no coração
A utopia escondida na alma
Troca a mais cruel desilusão
Por uma boa gargalhada!

Faz das palavras sonhos
Transformados em belas prosas
Que lança sem altivez
No meio de olhares atentos.

Transforma lágrimas em sorrisos
Verdadeiros, como se fosse maga,
E não há negro nem escuridão
Perto dos seus olhos brilhantes!

Usa a verdade como lema
E a todos consegue agradar
Com tanta sinceridade...
Dizer mais o quê?
É uma amiga de verdade!

Esta foi a primeira prenda que recebi no dia do meu aniversário, no final do ano passado. As minhas queridas amigas Vóny Ferreira e Vera Silva juntaram-se neste dueto que me deixou maravilhada. E ainda me soube melhor porque me “deixaram” comer um gelado e um pastelinho de Belém.

26 Novembro 2008

Foto de Laur Dumbrava

Hoje apetece-me brindar ao tempo. Evoco o dia para que dele retire as coisas boas que, ao longo dos tempos, aconteceram. Entre todas, e são muitas, elejo uma a que quero dar um destaque merecido. Recuo ao século XX e nele escolho o ano de 1969. Nesta data e no Barreiro nasceu uma jovem, hoje robusta e afável, com o nome de guerra (uma guerra metafórica), Pedra Filosofal, que, para os amigos, lugar onde gosto de estar, é generosamente conhecida por Magda.
É sobre ela que escrevo para que as palavras a brindem. Todas as palavras, nesta ocasião, são curtas, insuficientes e não conseguem transmitir o verdadeiro sentido que lhes quero dar. Não. Não pensem que a culpa é minha por não conseguir encontrar as palavras adequadas, se a culpa for minha (e não relego essa condição) é por o meu sentir ser tão grande por esta pessoa, tão grande no tamanho e na grandeza do Ser, que nem mesmo as palavras, as minhas ou as de ninguém, conseguem transmitir tudo o que gostaria de transmitir. Porque vos escrevo sobre um Ser especial, de uma entrega constante e de alguém a quem não se pode reconhecer inimigos. Só os mal-entendidos podem encontrar aqui alguma alternativa, que, francamente, não considero. Sobre isto, e se houver algum caso, só o tempo dirá se a razão ficará, ou não, do meu lado… Creio que não terei dúvidas!
Hoje nada mais importa a não ser brindar a pessoa. O corpo que transporta aquela alma tão presente, e que sofre pelos que sofrem e que ri com os que riem, assim, de uma maneira tão simples, que, por vezes, as pessoas não estão habituadas, estranham ou desconfiam.
Hoje é o seu dia. Dia do seu aniversário e que quero presentear com o meu mais sincero desejo de uma amizade perpétua, cheia de saúde e rodeada de todas as pessoas que ama.
Porque a vida é mesmo isto, dar e receber, estar com quem se gosta. Desejo que os dias que se seguem até ao fim da sua linha sejam preenchidos e cheios de alegrias.
Por ora, fico-me por aqui, para dizer o que uma só palavra poderia ter dito, porque o resto consigo transmitir diariamente… Assim, poderia muito bem ficado por um simples PARABÉNS!
No dia do meu aniversário o meu grande amigo Paulo Afonso Ramos escreveu-me esta linda carta. Que, por mais que a leia, não me canso. É um querido, um amigo como poucos e uma presença que se tornou constante nos meus dias. É também um dos autores do meu blog, dai ter escolhido o dia em que o Stoneartportugal faz um ano para publicar esta carta.

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