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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Sentir

Sinto-me… feliz! Quando ouço o riso dos meus filhos, quando cheiro uma flor, quando ouço uma música especial…
Sinto-me… impotente! Quando vejo crianças a serem maltratadas, quando vejo pessoas a passar fome, quando vejo injustiças…
Sinto-me… a viajar! Quando leio uma boa história, quando olho para um quadro, quando vejo um filme…
Sinto-me… com raiva! Por ver mulheres a serem tratadas como objectos de decoração, a serem mutiladas, espancadas, e o mundo olha sem nada fazer…
Sinto-me… alegre! Quando estou com a família ou os amigos, quando me sento numa esplanada sem pressas…
Sinto-me… amargurada! Por haver medo em assumir o que se gosta, quando o que se gosta sai fora do que é aceite em sociedade, por haverem pessoas conflituosas…
Sinto-me… satisfeita! Quando acordo de manhã, quando vou trabalhar porque faço o que gosto… e gosto do que faço…
Sinto-me… triste! Por haver pessoas que não se sabem rir, que querem ser conhecidas a todo o custo, que querem chegar ao topo sem olhar aos meios para lá chegar, que não sabem partilhar…
Sinto-me… curiosa! Porque não conheço a cara e a voz de alguns amigos, uns porque vivem demasiado longe, outros que estão perto mas que nunca nos encontramos…
Sinto-me… afortunada! Por ter filhos, família, amigos que fazem com que a minha vida valha a pena…
Sinto-me… bem! Quando recebo cartas, e-mails, sms’s dos amigos, porque sei que se lembram de mim, como eu me lembro deles…
Sinto-me… preocupada! Quando as pessoas de quem gosto viajam, até ao momento em que sei que chegaram bem...
Sinto-me… útil! Quando ajudo os amigos, quando não os deixo desistir do que querem, quando os acompanho…
Sinto-me… gorda! Quando a roupa não me serve de manhã, quando me apetece comer um bolo de chocolate…
Sinto-me… eu! Esta sou eu. Sem mais. Sem menos. Uma pessoa como as outras, com defeitos, com virtudes, com coisas boas e com coisas más. Que se ri dos outros, porque primeiro se ri de si própria. Que assume o que pensa, sem medo de ser criticada, que odeia conflitos… eu. Apenas eu! E só eu! Entre a capa que me esconde e a verdade que mostra... neste meu sentir!

Dia dos Namorados

 
São Valentim viveu em Roma, na época do imperador Claudius II. Este imperador achava que os jovens sem família seriam melhores guerreiros e que se alistariam com maior facilidade, razão pela qual proibiu os casamentos. Valentine era bispo e contrariava as disposições do imperador, até ao dia em que foi descoberto e condenado à morte. Enquanto se aguardava a execução da sentença os jovens enviavam flores e cartas ao bispo, dizendo que todos acreditavam no amor. Entre eles estava Asterius, uma jovem cega, filha do carcereiro, que conseguiu visitar Valentine. A amizade nasceu entre os dois e, milagrosamente, Asterius recuperou a visão. Valentine escreveu cartas a Asterius, onde assinava sempre como “do teu Valentine”.
Valentine foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.c.
No início, o dia de hoje era um dia de jejum, de homenagem ao santo falecido nesta data. Foi na Idade Média que o dia 14 de Fevereiro passou a estar associado ao amor romântico.
No Brasil o dia dos namorados comemora-se no dia 12 de Junho e está associado a outro Santo, Fernando de seu nome, conhecido por António por ter sido esse o nome que escolheu quando entrou para a Ordem Franciscana. Santo António viveu na idade média, numa altura em que o casamento estava em queda porque a união carnal (resultante do casamento) era considerada pecado. Estamos a falar duma época em que se valorizava a vida espiritual celibatária em oposição à constituição de família com os respectivos descendentes. Santo António oponha-se a essa posição e, na maioria das suas pregações, falava da importância da família e da sua união.
No Japão existem dois dias dos namorados. O primeiro é 14 de Fevereiro, quando as mulheres dão presentes e chocolates para amigos, namorados e afins. No dia 14 de Março os homens retribuem o presente.
Hoje o dia de São Valentim, ou o dia dos Namorados está associado à troca de recados de amor e de objectos simbólicos que podem ir da silhueta dum coração a um cupido com asas. A troca de mensagens românticas iniciou-se no século XIX, com os casais apaixonados a escreverem o que queriam dizer. Hoje são produzidos, em massa, cerca de um bilhão de cartões de cartões que são, depois, enviados.
Este dia é um dos dias mais lucrativos do ano para os comerciantes.
Em suma, um dia que seria para celebrar o amor e a amizade tornou-se, ao longo dos séculos, numa data consumista em que é (quase) obrigatório comprar um presente ao namorado ou marido, sem contemplar os amigos. Compra-se por obrigação, e não porque se gosta. O mesmo problema que se passa com o Natal, por exemplo.
A nossa cara-metade deverá ser, também, nosso amigo. Então quando me refiro aqui aos amigos, refiro-me também à cara-metade
O dia de hoje devia ser usado para dizermos aos nossos amigos o quanto gostamos deles. Se bem que isso poderia e deveria ser feito todos os dias do ano.
Em vez dum presente ou duma mensagem que se compra em qualquer loja e que foi feita de uma forma impessoal, dêem um beijo especial a quem gostam, façam um telefonema de surpresa, digam o quanto gostam dos amigos. Mas não o façam só hoje, façam-no sempre que desejarem.
Sei que já falei nisto quando falei nos meus amigos. Mas acho que nunca é demais referir que se deve dizer, e demonstrar, o quanto gostamos dos outros. E mais que um dia de consumo, o dia de hoje pode e deve ser aproveitado para isso.
Por isso, e para todos os meus amigos, Feliz Dia de São Valentim.
 


Nota final – para poder fazer o enquadramento histórico do dia de hoje, usei a Wikipédia e fóruns sobre o assunto

Vida na Internet no Barreiro


Caros amigos e amigas

Depois das apresentações em Lisboa e Porto, chegou a vez da “Vida na Internet” ser apresentada na cidade onde nasci e onde sempre vivi.


Conto com a vossa presença.

Convite

A autora, Magda Luna Pais, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Vida na Internet” a ter lugar no Auditório do Convento da Madre Deus Verderena, sito na Rua do Convento, Alto Seixalinho, no Barreiro, no próximo dia 19 de Fevereiro, pelas 20h. Obra e autora serão apresentadas pelo jornalista António Sousa Pereira, director do jornal digital “Rostos on-Line”.


Sinopse

“Vida na Internet” é o primeiro livro autónomo de Magda Pais, que compila as experiências que a autora viveu, ou que lhe foram relatadas por terceiros, enquanto internauta e frequentadora assídua de blogues e sites de literatura, dando-nos a sua visão pessoal das realidades sociais associadas. Encontramos ainda, neste livro, algumas explicações técnicas, dadas de forma acessível, permitindo, ao leitor, esclarecer dúvidas ou levantar questões sobre as quais nunca terá pensado.


Biografia

Magda Luna Pais nasceu em 1969 no Barreiro. É casada e mãe de dois filhos. Foi sempre uma leitora assídua, e nunca pensou em escrever até encontrar o site http://www.luso-poemas.net/ que veio alterar parte da sua vida. Deste site, onde exerce funções de moderadora, e do qual foi administradora, saíram novos amigos e ideias para este livro. Tem o seu próprio blogue http://stoneartportugal.blogspot.com/, onde, para além dos seus textos, divulga textos de outros autores. Participou na Antologia Luso-poemas 2008, editado pela Edium Editores e na colectânea “A arte pela escrita”, editada pela ArtEscrita.

Tem também o blog http://stoneartportugal.blogs.sapo.pt/ onde apenas publica textos da sua autoria.


Página da autora na editora

http://www.temas-originais.pt/autores/magda_luna_pais.htm

Felicidade Interna Bruta

 

Estava a ler o jornal no outro dia e encontrei, por acaso, uma notícia sobre a Felicidade Interna Bruta(1).

Em determinada altura leram-me as mãos e disseram-me que, pelas linhas das mãos, eu devia ser uma pessoa feliz. E o curioso é que é verdade, é assim que me considero, uma pessoa feliz. Mas nunca tinha pensado qual seria o meu nível de Felicidade Interna Bruta e nem sequer conhecia o conceito.
Se o conceito foi fácil de encontrar, descobrir qual o escalão de felicidade em que me encontro não foi assim tão simples. É que a felicidade não é mensurável, ou, pelo menos, não é comparável. O que para mim pode ser um factor de incremento da felicidade, para outros poderá não o ser, o que, no fim, baralha a análise.
Se assim é, então porque é que me considero uma pessoa feliz? Bem, primeiro porque sou optimista. E os optimistas têm uma forte tendência para serem mais felizes que os pessimistas. É a velha história do copo meio vazio ou meio cheio. Se olharmos para o copo e pensarmos – já está meio vazio – associamos ao fim da bebida. Se olharmos e pensarmos – ainda tenho metade para beber – estamos a aproveitar, ao máximo, o que nos resta para beber. Parece-me óbvio. Poderia estar aqui umas quantas horas a dar exemplos de como a forma de olharmos para os acontecimentos influencia a maneira como os vivemos.
De um autor que desconheço, li, há uns dias, uma frase interessante sobre este mesmo tema – Se a vida lhe der um limão, faça uma limonada. Lá está, a forma como olhamos as coisas condiciona-nos.
Outro exemplo do que acabei de dizer apareceu hoje nas notícias. Em Washington está a cair um dos maiores nevões dos últimos 90 anos, sendo que a altura de neve está a aumentar cerca de 5 cm por hora. Apareceram várias pessoas a queixar-se, da neve, de terem de ficar fechados em casa e sabe-se lá mais do quê. Um senhor, de meia-idade, disse apenas, com um grande sorriso, “estamos a assistir à História”.
Além de optimista, gosto de me rir. Primeiro de mim. Sempre que faço algum disparate, ou me acontece alguma coisa ridícula, sou a primeira a rir-me de mim e a contar aos outros para que se possam rir também. Só assim me sinto com legitimidade para me rir dos outros. E rir sabe tão bem!!! Parece um cliché mas é verdade. Faz menos rugas que estar sorumbático, e contagia mais depressa quem está perto de nós.
Importa também concentrarmo-nos no que temos de bom na vida. E acreditem, há sempre alguma de coisa de bom. Se pensarmos primeiro nas coisas boas e depois nas coisas más, elas, as más, vão-nos parecer menos significativas que as boas. É às boas que devemos dar importância e é com elas, as coisas boas da vida, que nos devemos deitar todos os dias. Se assim for, de certeza que, no dia a seguir, acordamos com as coisas boas na memória e com as más relegadas para terceiro ou quarto plano.
Não querendo parecer egoísta, é também importante que eu me sinta bem, que faça o que gosto e que me preocupe em atingir os objectivos a que me propôs (seja em que campo for). Se assim for, sentir-me-ei melhor do que se estiver a fazer algo que não queira ou não goste.
Sem querer fazer um tratado de auto ajuda, ou coisa que o valha, estas são as minhas formas de aumentar a minha Felicidade Interna Bruta. Cabe, a cada um de vós, descobrir qual a forma que deve usar, sendo certo que o importante é ser feliz. Como dizia o saudoso Raul Solnado “façam o favor de ser felizes”
(1) Felicidade Interna Bruta (FIB) ou Gross National Happiness (GNH) é um conceito de desenvolvimento social criado em contrapartida ao Produto Interno Bruto (PIB).
O termo foi criado pelo rei do Butão Jigme Singye Wangchuck, em 1972, em resposta a críticas que afirmavam que a economia do seu país crescia miseravelmente. Esta criação assinalou o seu compromisso de construir uma economia adaptada à cultura do país, baseada nos valores espirituais budistas. Tal como vários outros valores morais, o conceito de Felicidade Interna Bruta é mais facilmente entendido a partir de comparações e exemplos do que definido especificamente.
Enquanto os modelos tradicionais de desenvolvimento têm como objectivo primordial o crescimento económico, o conceito de FIB baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o desenvolvimento material são simultâneos, complementando-se e reforçando-se mutuamente. Os quatro pilares da FIB são a promoção de um desenvolvimento socioeconómico sustentável e igualitário, a preservação e a promoção dos valores culturais, a conservação do meio ambiente natural e o estabelecimento de uma boa governação. (retirado da Wikipédia)

Felicidade Interna Bruta

Estava a ler o jornal no outro dia e encontrei, por acaso, uma notícia sobre a Felicidade Interna Bruta.
Em determinada altura leram-me as mãos e disseram-me que, pelas linhas das mãos, eu devia ser uma pessoa feliz. E o curioso é que é verdade, é assim que me considero, uma pessoa feliz. Mas nunca tinha pensado qual seria o meu nível de Felicidade Interna Bruta e nem sequer conhecia o conceito.
Se o conceito foi fácil de encontrar, descobrir qual o escalão de felicidade em que me encontro não foi assim tão simples. É que a felicidade não é mensurável, ou, pelo menos, não é comparável. O que para mim pode ser um factor de incremento da felicidade, para outros poderá não o ser, o que, no fim, baralha a análise.
Se assim é, então porque é que me considero uma pessoa feliz? Bem, primeiro porque sou optimista. E os optimistas têm uma forte tendência para serem mais felizes que os pessimistas. É a velha história do copo meio vazio ou meio cheio. Se olharmos para o copo e pensarmos – já está meio vazio – associamos ao fim da bebida. Se olharmos e pensarmos – ainda tenho metade para beber – estamos a aproveitar, ao máximo, o que nos resta para beber. Parece-me óbvio. Poderia estar aqui umas quantas horas a dar exemplos de como a forma de olharmos para os acontecimentos influencia a maneira como os vivemos.
De um autor que desconheço, li, há uns dias, uma frase interessante sobre este mesmo tema – Se a vida lhe der um limão, faça uma limonada. Lá está, a forma como olhamos as coisas condiciona-nos.
Outro exemplo do que acabei de dizer apareceu hoje nas notícias. Em Washington está a cair um dos maiores nevões dos últimos 90 anos, sendo que a altura de neve está a aumentar cerca de 5 cm por hora. Apareceram várias pessoas a queixar-se, da neve, de terem de ficar fechados em casa e sabe-se lá mais do quê. Um senhor, de meia-idade, disse apenas, com um grande sorriso, “estamos a assistir à História”.
Além de optimista, gosto de me rir. Primeiro de mim. Sempre que faço algum disparate, ou me acontece alguma coisa ridícula, sou a primeira a rir-me de mim e a contar aos outros para que se possam rir também. Só assim me sinto com legitimidade para me rir dos outros. E rir sabe tão bem!!! Parece um cliché mas é verdade. Faz menos rugas que estar sorumbático, e contagia mais depressa quem está perto de nós.
Importa também concentrarmo-nos no que temos de bom na vida. E acreditem, há sempre alguma de coisa de bom. Se pensarmos primeiro nas coisas boas e depois nas coisas más, elas, as más, vão-nos parecer menos significativas que as boas. É às boas que devemos dar importância e é com elas, as coisas boas da vida, que nos devemos deitar todos os dias. Se assim for, de certeza que, no dia a seguir, acordamos com as coisas boas na memória e com as más relegadas para terceiro ou quarto plano.
Não querendo parecer egoísta, é também importante que eu me sinta bem, que faça o que gosto e que me preocupe em atingir os objectivos a que me propôs (seja em que campo for). Se assim for, sentir-me-ei melhor do que se estiver a fazer algo que não queira ou não goste.
Sem querer fazer um tratado de auto ajuda, ou coisa que o valha, estas são as minhas formas de aumentar a minha Felicidade Interna Bruta. Cabe, a cada um de vós, descobrir qual a forma que deve usar, sendo certo que o importante é ser feliz. Como dizia o saudoso Raul Solnado “façam o favor de ser felizes”



Felicidade Interna Bruta (FIB) ou Gross National Happiness (GNH) é um conceito de desenvolvimento social criado em contrapartida ao Produto Interno Bruto (PIB).
O termo foi criado pelo rei do Butão Jigme Singye Wangchuck, em 1972, em resposta a críticas que afirmavam que a economia do seu país crescia miseravelmente. Esta criação assinalou o seu compromisso de construir uma economia adaptada à cultura do país, baseada nos valores espirituais budistas. Tal como vários outros valores morais, o conceito de Felicidade Interna Bruta é mais facilmente entendido a partir de comparações e exemplos do que definido especificamente.
Enquanto os modelos tradicionais de desenvolvimento têm como objectivo primordial o crescimento económico, o conceito de FIB baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o desenvolvimento material são simultâneos, complementando-se e reforçando-se mutuamente. Os quatro pilares da FIB são a promoção de um desenvolvimento socioeconómico sustentável e igualitário, a preservação e a promoção dos valores culturais, a conservação do meio ambiente natural e o estabelecimento de uma boa governação. (retirado da Wikipédia)

Sentimentos escondidos

 

 

 

Já repararam que, na sociedade em que vivemos é, cada vez mais, raro ouvir alguém dizer “amo-te” ou “gosto de ti”? E que aqueles que o dizem, muitas vezes, fazem-no com receio de serem mal interpretados?
É claro que muitas vezes demonstramos, pelos nossos actos, que amamos alguém. Mas será que a outra pessoa o percebe? Será que não vai pensar que reagimos assim com todos os outros?
Não é fácil, eu sei e assumo. Gostava de ter a coragem necessária para ser a primeira a dizer: “Amo-te. Gosto de ti”. Parece fácil… Mas não é! Porque não sei o que vão pensar de mim, nem sequer sei se sentem o mesmo. Podem reagir assim com outras pessoas e eu ser apenas mais uma. Ou não... Enquanto não me dizem o que sentem, eu não terei a certeza. E com vocês, também é assim, não é?
Mas, pensem lá comigo… Se nós não o dissermos, também não vamos ouvir! Se não o dissermos não vamos saber se sentem o mesmo ou não!
Não temos de esconder o que sentimos a quem é o objecto da nossa afeição. Porque, se o fizermos, estaremos a esconder uma parte fundamental de nós a quem mais nos importa. E para quem somos importantes. E se não quiserem que o resto do mundo saiba, não interessa. Basta que os envolvidos saibam!

 

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