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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Viagens

 

 

 

São poucas as coisas que me dão mais prazer do que ler. Viajar é uma delas. Bem, na verdade, quando leio viajo pelo mundo da imaginação do autor do livro, talvez daí ser o meu hobbie favorito desde que me lembro. Mas falemos hoje de viagens, daquelas que implicam sair de casa de malas e bagagens para mudar de ares por uns tempos.

Estas viagens têm vários atractivos. Depois de se concluir qual a verba disponível para gastar, começa a (in)decisão sobre o destino. Pedem-se sugestões, perguntam-se opiniões, pensa-se no sítio que mais se quer conhecer e pronto, está decidido. Depois vem a escolha do meio de transporte. Avião, carro, comboio, barco ou mesmo a pé. Claro que tudo depende do sítio para onde se vai. Não faz sentido, por exemplo, ir para Nova Iorque a pé.

Li no outro dia que há mais probabilidades de sermos assassinados pelo(a) companheiro(a) que morrer de acidente de avião. Ou que morrem tantas pessoas de acidentes de carro por ano como morreriam se caíssem cinco Jumbos por dia sem sobreviventes. Por isso ter medo de andar de avião não justifica não andar neles.

E quando chega o grande dia, seja para onde for que se vá, de certeza que tudo é diferente. Os cheiros, a luminosidade, a comida, as pessoas, às vezes a própria língua, os transportes...

Infelizmente restrições monetárias têm-me impedido de viajar tanto quanto gostaria. Mas já fui a alguns lados. Em Portugal, na Europa e na América. De todos os locais onde fui vivi experiências novas, aprendi, cresci como pessoa. Trouxe recordações físicas mas não só. Quero, sempre que possa, continuar a viajar, conhecer novas culturas, novas formas de estar, de ser. Quero continuar a crescer com aquilo que posso aprender noutros locais.