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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Alimente esta ideia

 

 

Hoje fui às compras. Não que precisasse de alguma coisa especial cá para casa mas porque muitas pessoas precisam e não tem a possibilidade de as comprar. Lá fomos os quatro e os meus dois filhos tinham, cada um deles, um saco do Banco Alimentar. Escolheram, dos alimentos que mais falta fazem, quais os que queriam incluir em cada um dos sacos. Ela escolheu os cereais, bolachas, feijão, massas e salsichas e ele o açúcar, atum, óleo, azeite e leite. Depois de pagarmos foram, os dois, entregar a nossa contribuição para melhorar a vida de alguém. Só o facto de sabermos que outra pessoa, seja ela quem for, vai poder ter umas refeições melhores, seguramente que melhorou o nosso dia. Ajudamos sempre que podemos e é assim que ensinamos os nossos filhos. A que ajudem, sempre que possível, os mais carenciados.

Se todos nós o fizermos, de certeza que mais pessoas podem ser ajudadas. E sim, através, por exemplo, do Banco Alimentar, instituição na qual eu acredito.

Pena é que muita gente escolha virar a cara, fingir que não vê e continue a fazer a sua vida de luxo sem pensar que há quem efectivamente precise e só sobreviva porque é ajudado por estas instituições que tentam, ao máximo, cumprir com o que está contemplado no artigo 25º da Declaração Universal dos Direitos do Homem: toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente que lhe assegure e à sua família, a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda aos serviços sociais necessários.