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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Artimanhas

 

 

Acho extraordinário o facto de haver quem continue a cair nas mais básicas artimanhas que circulam no facebook. O sorteio dos iphones sem capa é uma delas, mas também há quem ache que, escrevendo uma letra/número como comentário numa foto que ela muda, ou que ache que, por partilhar uma foto alguém vai dar dinheiro a uma criança doente. Isto já para não falar no aviso de privacidade que, volta e meia, surge do nada (e que ainda há quem caia). E depois admira-se a Judiciária de haver tanta gente a cair no pishing.

 

Sim, como diz um amigo meu, eu ainda hei-de subir uma queda de água de bicicleta (não me lembro se foi bem assim que ele disse, mas pronto). Não me hei-de cansar de tentar alertar para estas artimanhas. Se servir para alertar um só incauto já me darei por feliz.

Dia dos Namorados

 

São Valentim viveu em Roma, na época do imperador Claudius II. Este imperador achava que os jovens sem família seriam melhores guerreiros e que se alistariam com maior facilidade, razão pela qual proibiu os casamentos. Valentine era bispo e contrariava as disposições do imperador, até ao dia em que foi descoberto e condenado à morte. Enquanto se aguardava a execução da sentença os jovens enviavam flores e cartas ao bispo, dizendo que todos acreditavam no amor. Entre eles estava Asterius, uma jovem cega, filha do carcereiro, que conseguiu visitar Valentine. A amizade nasceu entre os dois e, milagrosamente, Asterius recuperou a visão. Valentine escreveu cartas a Asterius, onde assinava sempre como “do teu Valentine”.
Valentine foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.c.
No início, o dia de hoje era um dia de jejum, de homenagem ao santo falecido nesta data. Foi na Idade Média que o dia 14 de Fevereiro passou a estar associado ao amor romântico.
No Brasil o dia dos namorados comemora-se no dia 12 de Junho e está associado a outro Santo, Fernando de seu nome, conhecido por António por ter sido esse o nome que escolheu quando entrou para a Ordem Franciscana. Santo António viveu na idade média, numa altura em que o casamento estava em queda porque a união carnal (resultante do casamento) era considerada pecado. Estamos a falar duma época em que se valorizava a vida espiritual celibatária em oposição à constituição de família com os respectivos descendentes. Santo António oponha-se a essa posição e, na maioria das suas pregações, falava da importância da família e da sua união.
No Japão existem dois dias dos namorados. O primeiro é 14 de Fevereiro, quando as mulheres dão presentes e chocolates para amigos, namorados e afins. No dia 14 de Março os homens retribuem o presente.
Hoje o dia de São Valentim, ou o dia dos Namorados está associado à troca de recados de amor e de objectos simbólicos que podem ir da silhueta dum coração a um cupido com asas. A troca de mensagens românticas iniciou-se no século XIX, com os casais apaixonados a escreverem o que queriam dizer. Hoje são produzidos, em massa, cerca de um bilhão de cartões de cartões que são, depois, enviados.
Este dia é um dos dias mais lucrativos do ano para os comerciantes.
Em suma, um dia que seria para celebrar o amor e a amizade tornou-se, ao longo dos séculos, numa data consumista em que é (quase) obrigatório comprar um presente ao namorado ou marido, sem contemplar os amigos. Compra-se por obrigação, e não porque se gosta. O mesmo problema que se passa com o Natal, por exemplo.
A nossa cara-metade deverá ser, também, nosso amigo. Então quando me refiro aqui aos amigos, refiro-me também à cara-metade
O dia de hoje devia ser usado para dizermos aos nossos amigos o quanto gostamos deles. Se bem que isso poderia e deveria ser feito todos os dias do ano.
Em vez dum presente ou duma mensagem que se compra em qualquer loja e que foi feita de uma forma impessoal, dêem um beijo especial a quem gostam, façam um telefonema de surpresa, digam o quanto gostam dos amigos. Mas não o façam só hoje, façam-no sempre que desejarem.
Sei que já falei nisto quando falei nos meus amigos. Mas acho que nunca é demais referir que se deve dizer, e demonstrar, o quanto gostamos dos outros. E mais que um dia de consumo, o dia de hoje pode e deve ser aproveitado para isso.
Por isso, e para todos os meus amigos, Feliz Dia de São Valentim.


Nota final – para poder fazer o enquadramento histórico do dia de hoje, usei a Wikipédia e fóruns sobre o assunto

 

Aniversário da Lua de Marfim Editora

A editora Lua de Marfim comemorou ontem o seu segundo aniversário. Tenho o grato prazer de dar uma mãozinha à editora, para além de fazer parte dos autores já editados por eles.

Há um ano atrás, para comemorar esta data, foi editado o livro “eu digo não ao não”. Participaram nesse livro 52 autores, de idades entre os 8 e os 80 anos e com diferentes percursos de vida. A todos o mesmo desafio – escrever um texto com o título “eu digo não ao não”. O resultado é digno de ser lido e o livro foi um sucesso. Quando fui convidada pelo Paulo Afonso Ramos, editor, para coordenar o projecto, não fazia ideia de que iria ser tão gratificante.

Este ano, novo desafio do editor. Para além de coordenar o projecto que levaria à edição do livro comemorativo do 2º aniversário da editora, teria de arranjar os títulos. Por opção, achamos que seria boa ideia dividir os jovens até aos 18 anos dos adultos. E assim nasceram os livros “Vida num sonho” e “Se sonhas consegues fazer”. O primeiro para todos os que tivessem mais de 18 anos. O segundo para os jovens até 18 anos. 49 autores deram forma ao livro “Vida num sonho”. Já para “Se sonhas consegues fazer” foram 32 jovens escritores que nos ajudaram a editar este livro.

Em ambos os livros tivemos a presença brilhante de estreantes que tiveram, pela primeira vez, a coragem de mostrar, aquilo que escrevem. E, sem desprimor para todos os outros, são os estreantes e os jovens que nos dão alento e vontade de continuar a lançar estes desafios. São eles que tornam estes livros especiais, porque descobrimos que afinal há um futuro que se adivinha risonho para a escrita.

Foi ontem a festa do segundo aniversário da Lua de Marfim. Foi ontem o lançamento da “Vida num sonho” e do “Se sonhas consegues fazer”. Foi uma tarde fabulosa, acompanhada de autores e leitores. São eles, autores e leitores que nos dão alento para continuarmos. São as pessoas que assistem aos nossos eventos que os tornam especiais.

Um agradecimento especial para a Adelina Antunes, Ana Coelho, Ana Filipe Duarte, Ana Freitas, Ana Nobre, Ana Oliveira Dias, Ana Sofia Vieira, Anabela Borges, António Marques Matias, António MR Martins, Armando Sena, Carlos Peres Feio, Carlos Teixeira Luís, Cecília Rodrigues, Cláudio Gil, Fátima Nascimento, Fei M, Fernanda Esteves, Fernanda Mesquita, Flávio Pereira, Florentina Pinto, Guiomar Casas Novas, Inês Furtado, Jesús Recio Blanco, Joaquim Silva, Joel Lira, José Carlos Lucas, Lucília Guedes, Manuel Neto Santos, Manuela Ferreira, Maria Antónia Lança, Maria Dias, Maria João Mendes, Marta Maria Vinhais, Nadir Caetano, Nilma Pessoa, Orada Chambel, Paula Raposo, Pedro A. Sande, Raquel Rodrigues, Ricardo Silva, Rita Carrapato, Rita Farias, Rute Iria, São Gonçalves, Sofia Pereira, Susana Soares, Suzete Carvalho e Tânia A. Oliveira por terem respondido positivamente ao desafio de participarem no livro “Vida num sonho”.

Aos jovens Alice Varela, Ana Catarina Duarte, André Botas, António Piteira, Beatriz Coimbra, Carlos Pinto, Carlos Semedo, Daniel Carvalho, Iara Fernandes, Íris Monteiro, Jéssica Neves, João Pedro, João Pinto, José Miguel, Luís Miguel, Mafalda Dinis, Margarida Pais, Maria Carlos Pedroso, Maria Rosa, Marisa, Marlene Santos, Martim Pais, Matilde Ramos, Oleh Polishchuk, Patrícia Carneiro, Raquel Chambel, Sandra Evaristo, Sara Rosado, Tália Mendes, Tiago Miguel, Tiago Rebotim e Tiago Santos, que participaram no livro “Se sonhas consegues fazer”, para além de vos agradecer por terem tido a coragem de responder ao desafio, quero também vos dizer que espero e desejo que continuem a escrever e que não tenham receio de mostrar o que escrevem. Afinal vocês são o nosso futuro, mesmo na escrita.

À Lua de Marfim e à sua equipa, Paulo Afonso Ramos, Luís Miguel Pais, Ana Sousa, Cristina Silveira Carvalho, Ana Ramos e Vera Sousa, quero-vos dizer que é, sem dúvida, extraordinário poder fazer parte deste grupo e ajudar cada autor a alcançar o seu sonho.

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