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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Humor

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Se há coisa que eu gosto é de rir. Acho que o mundo, sem uma boa risada, seria bem pior do que é. E como gosto de rir, gosto de coisas que me façam rir, seja um livro, um filme ou uma série. E para me fazerem rir não é preciso muito, até porque o melhor humor é o mais simples – um trocadilho ou uma situação disparatada são, para mim, suficientes.

Talvez por gostar de humor simples, um dos melhores filmes para rir que já vi foi Um dia a casa vem abaixo, que conta as desventuras dum casal quando compra uma casa de sonho que, rapidamente, se transforma num pesadelo. A cena em que Tom Hanks (é o actor principal) está preso no chão do primeiro andar a tentar chegar ao telefone para pedir ajuda ou a mítica frase “it had legs” acerca da água que sai da banheira, são hilariantes.

Os filmes portugueses antigos – Canção de Lisboa, Pai Tirano ou o Leão da Estrela, entre outros – são filmes que conheço de cor mas que, de cada vez que vejo, vou às lágrimas de tanto rir.

Já nas séries, hoje em dia, o que está a dar, em termos de humor, é, sem dúvida, a Teoria do Big Bang. A história de Sheldon e Leonard, dois físicos com um QI elevadíssimo (apesar de Sheldon achar que toda a raça humana está abaixo dele próprio) é excepcional. Bazinga tornou-se uma das expressões de culto dos apreciadores desta série.

O que também me leva às lágrimas muitas vezes e até me provoca dores de barriga de tanto rir é uma série portuguesa que, inicialmente só tinha 20 episódios programados mas que já vai na terceira temporada com mais de 100 episódios emitidos em cada uma. Falo de Bem-vindo a Beirais. Beirais é uma aldeia onde cabe o mundo. Com um humor que é entendido do mais novo ao mais velho membro da família. Apesar de haver um fio condutor a toda a série, cada episódio é uma história em separado, tratando temas intemporais como a violência doméstica, a escola, as diferenças entre as gerações, a rivalidade saudável entre aldeias, etc, e temas mais recentes, como as redes sociais na internet, o isolamento da terceira idade, a crise económica, etc.

Confesso que me surpreendeu, de início, a qualidade desta série. Hoje em dia não perco um único episódio. Espero, sinceramente, que ainda demorem a acabar com estes momentos de boa disposição.