Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Victor Nunes Faces

Há quem tem demasiado tempo livre e o ocupe com estudos que não lembram ao diabo. E há quem se divirta divertindo os outros. É o caso do Victor Nunes que descobri hoje, por acaso, porque recebi as fotos abaixo por emai. 


E como não sou egoista, decidi partilhar convosco estas imagens. Nesta página do facebook podem encontrar mais pinturas que ele faz só por diversão. Fiquei fã.

1.jpg

2.jpg

3.jpg

4.jpg

5.jpg

6.jpg

7.jpg

8.jpg

9.jpg

10.jpg

11.jpg

12.jpg

13.jpg

14.jpg

 

ele há com cada estudo...#2

Um estudo de 2010, do Tilburg Institute for Behavioral Economics Research, na Holanda, concluiu após um inquérito realizado junto de estudantes universitários que as mulheres que adoptam o nome do marido são “mais carinhosas, mais dependentes, menos inteligentes, mais emotivas, menos competentes e menos ambiciosas”. Pelo contrário, os inquiridos consideraram “menos carinhosa, mais independente, ambiciosa, inteligente e competente” as que mantiveram o nome de solteira.

retirado daqui

 

Eu adoptei o apelido (na verdade os dois apelidos) do meu marido e: 

  • Sou menos emotiva que a minha irmã do meio (até há quem diga que sou mais a fria das três irmãs), que optou por não adoptar o apelido do marido
  • Sou bastante independente (até há quem diga que em excesso)
  • considero-me inteligente, competente e ambiciosa q.b.

E conheço mulheres que não adoptaram os apelidos dos maridos e:

  • tem a ambição duma batata;
  • a inteligência duma barata;
  • a competência dum grilo;
  • são tão carinhosas quanto um esfregão de arame;
  • entre outras coisas simpáticas que se podem dizer.

Por mais que tente, não consigo ver a ligação entre as capacidades das mulheres e a adopção, ou não, do apelido do marido.

Mas que mania esta de se espartilhar, classificar e estudar tudo. Se tem demasiado tempo livre, venham cá ter comigo que eu arranjo-vos que fazer. Se tem dinheiro a mais, passem-no para a minha conta que eu tenho bom destino a dar-lhe.