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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

A Chave Para Rebecca

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A Chave Para Rebecca de Ken Follett

Editado em 2010 pela Bertrand Editora

ISBN: 9789722520973
 
Sinopse
Norte de África, Verão de 1942. Rommel parece imbatível: as suas armas secretas são Alex Wolff, espião exímio, e um código fatal enterrado nas páginas do romance de Daphne de Maurier, Rebecca. Wolf cruza o Sara escaldante e entra no Cairo para roubar os planos militares britânicos. O major Vandam, no seu encalço, encarrega a encantadora Elene de o seduzir. À medida que as tropas de Rommel se aproximam da vitória, a perseguição desenrola-se no deserto até chegar a um confronto impressionante e explosivo.
 
A minha opinião
Baseado numa história verídica, A Chave para Rebecca foi a minha reconciliação com Ken Follet depois da desilusão do último livro que li dele. E que reconciliação... Um excelente livro que se lê duma penada, tentando não se perder uma palavra. Esta leitura teve ainda direito a um sabor especial já que estava combinado com a Nathy que leríamos as duas o livro ao mesmo tempo e que as duas opiniões seriam publicadas ao mesmo tempo.
Estamos no Cairo em plena segunda guerra mundial. A Esfinge (Alex Wolff) tenta, a todo o custo, descobrir quais os planos de guerra dos ingleses para que os possa passar aos alemães. Primeiro céptico mas depois convicto, Rommel segue as instruções recebidas, por rádio, da Esfinge e consegue conquistar terreno aos ingleses.
Vandam tenta, de todas as formas, chegar a Wolff mas a Esfinge foge-lhe sempre no último momento. Até que contrata Elene para o ajudar a descobrir onde encontrar Alex, nunca esperando que ela viesse a representar algo mais. Mas será que Elene conseguirá encontrar o fugidio Wolff? E a que custo? E que papel terá Billy, o filho de Vandam, a representar no futuro do Cairo e dos egípcios?
Rebecca é o livro que serve de código para que as mensagens encriptadas passem entre a Esfinge e os alemães. Este sistema de encriptação foi muito usado na segunda guerra mundial. Emissor e receptor tem o mesmo livro e a mesma chave. Por exemplo, uma transmissão feita no dia 28 de Maio de 1942 implicava a utilização da página 70 do livro (somava-se o dia 28 ao ano 42). Como Maio é o quinto mês do ano, era descontada cada quinta letra da página. Depois era só procurar, nessa página, a letra necessária para a mensagem que se queria transmitir.
Aventura, romance, perseguição, espionagem e um pouco de história. Neste livro encontramos tudo isto. Apesar de sabermos, históricamente, como acaba a segunda guerra e a invasão do Cairo pelos alemães, estamos sempre à espera de saber se Vandam e Elene serão, ou não, capazes de deter Wolff e, com isso, salvar o Cairo e os seus residentes.
E agora, se ainda não leram, vão ali ao blog da Nathy ler a opinião dela.
 

Doença de Crohn e médicos

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Ir ao médico quando se tem a Doença de Crohn (como é o meu caso) é, muitas vezes, fonte inesgotável de desespero.

Para quem não sabe, a Doença de Crohn é uma inflamação crónica da parede do intestino e da qual eu padeço numa forma ligeiríssima, felizmente. Aliás, nos últimos anos nem sequer preciso de tomar medicação, só tenho de ter alguns cuidados básicos com o que ingiro.

E no que ingiro, inclui-se a medicação. Eu sei que há medicamentos que não posso tomar, como a Aspirina e o Nimed. E sei que, sempre que vou a algum médico, tenho de informar que tenho esta doença - ainda que ligeirinha - porque há medicamentos que me podem fazer mal. E é isso que eu faço. 

O ridículo é chegar a um consultório médico, seja com aquilo que for, ser observada e quando o médico vai passar a receita, eu informar que tenho esta doença e a resposta ser, quase sempre

ahhh e então, que medicamento quer que lhe passe?

 

como se eu fosse a médica e ele o doente. Faz sentido, certo? sou só eu que estou a ser muito miudinha, não é?