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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Desgracei-me #1

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 ... Na Feira do Livro de Lisboa!!!!

Não estava previsto mas hoje dei lá uma saltada. Tinha pensado, inicialmente, ir à noite ou a um domingo de manhã mas como estava por perto, ouvi o chamamento dos livros e pronto, lá fui eu.

Apesar do imenso calor que se fazia sentir, consegui ir a quatro pavilhões. A Porto Editora (promoção fantástica, tinha € 35,00 em livros mas só paguei € 30,00 e ainda recebi um vale de € 5,00 para ir à Bertrand quando a Feira acabar), a Saída de Emergência (não comprei coisa alguma... tinha-me esquecido de actualizar a lista dos livros que tenho e tive receio de comprar repetidos), a FNAC (livros em inglês para a catraia) e a Leya (onde comprei um único livro cujo autor não conheço mas que tem tido criticas fabulosas a este romance).

Na Saída de Emergência encontrei alguns livros a € 5 e € 8 que são interessantes, tenho de lá voltar, até pela promoção de leve 3 pague 2 (estas promoções lixam-me sempre).

Quero também regressar à Leya, não consegui ver como deve ser a zona porque estava quase tão encharcada em suor como se tivesse tomado banho.

Passei, de fugida, pela Presença, enquanto comia um Fizz Limão e vi que também estava com alguns livros interessantes, a ver se, quando lá regressar, se vou lá espreitar melhor.

E pronto, gastei, ao todo, cerca de € 90 e trouxe os livros acima. Um dia destes sou corrida de casa para se poderem guardar os livros...

Uma paixão chamada livros #34

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 Personagem literária secundária que merecia um livro só dela

Capitão Hastings

É o "Watson" do detective Hercule Poirot, uma das personagens principais criadas por Agatha Christie. Em todos os livros onde Poirot é a personagem principal, o Capitão Hastings está presente. E é ele que acaba por resolver o último caso de Poirot, quando cai o pano.

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Hermione Granger

Hermione é a nerd de serviço nos livros de Harry Potter. Sem ela, parte dos problemas não se teriam resolvido. Uma muggle ao serviço dos feiticeiros.

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Desde o dia 1 de Maio, e por 45 dias, fala-se de livros neste blog e no blog da M*. São 45 posts que nos levam a partilhar gostos e experiências sobre o mundo dos livros e, ao mesmo tempo, a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Podem encontrar aqui as minhas respostas e aqui as respostas da M*.

Simulacros

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Já todos passamos por um ou dois daqueles simulacros de incêndio que as escolas e/ou empresas fazem para aferir da velocidade com que o local fica sem as pessoas, como se reage em caso de emergência e, nalguns casos, se há planos de contingência – por exemplo, nas escolas, onde ficam as crianças enquanto são resolvidos os problemas decorrentes dum incêndio.

Até aqui tudo normal, acho que faz sentido e parece-me lógico.

O que não me parece lógico, mas isso sou eu que tenho mau feitio, é que se avise que vai haver um simulacro. Dizia-me, no outro dia, uma amiga do peito, que foi avisada com umas horas (horas!!!) de antecedência que ia haver um simulacro de incêndio. Parece-me – mas posso estar enganada – que os incêndios não se fazem anunciar com horas de antecedência. Alguns nem com minutos, quanto mais com horas…

Outra coisa ilógica – mas pode ser do meu mau feitio – é que, quando apita o sinal de emergência, o pessoal se levante com a maior das calmas, pegue na carteira (ou na mala para as senhoras), no telemóvel e saia com a calma própria de quem não está em risco de ficar queimado num incêndio.

Sim, porque eu acredito piamente que, se a escola/empresa estiver a arder, toda a gente vai sair ordeiramente… ou então não, mas adiante.

É claro que se devem fazer simulacros, principalmente com crianças. Recordo-me, aliás, aqui há uns tempos, que, nos Estados Unidos, num dos muitos tiroteios em escolas, algumas professoras conseguiram que os miúdos saíssem da escola calmamente pelo meio do tiroteio porque lhes foi dito (aos miúdos) que era um simulacro.

E, naturalmente que se devem fazer simulacros para se tentar aferir se os meios de socorro estão a funcionar bem, se há arestas a limar, etc. O que não se pode é achar que a rapidez e a calma com que as coisas correm num simulacro não serão as mesmas que irão ocorrer numa situação real.

Quando os astros não querem #1

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Decidi que ia começar a andar a pé meia hora todas as manhãs, apesar de saber que isso me podia fazer mal à saúde

A ideia era simples, acordar meia hora mais cedo e sair de casa assim que me despachasse. Apanhar o autocarro no Barreiro e o barco para Lisboa e, seguidamente, o autocarro ou o metro para o local de trabalho. Sair na paragem anterior ou duas paragens antes do destino e fazer o resto do trajecto a pé. E aos poucos ir alargando a distância.

Hoje foi o dia de começar. Levantei-me cheia de vontade, despachei-me e fui para a paragem do autocarro aqui ao pé de casa. E esperei pelo autocarro.

E esperei.

Esperei...

45 minutos depois de estar na paragem chegou o autocarro. Quando cheguei à estação dos barcos, já o barco do costume se tinha ido embora assim como o barco seguinte..

Não andei a pé e cheguei atrasada uns cinco minutos ao trabalho.

Quando os astros se unem contra nós...