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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Desgracei-me #2

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Já me tinha desgraçado a semana passada quando foi à Feira do Livro. Mas como disse na altura, quis lá voltar e hoje aproveitei que o dia estava mais fresquinho para o fazer, na companhia duma boa amiga.

Comecei pela Saída de Emergência. Na compra de dois livros ofereciam o terceiro. Eu comprei quatro, trouxe seis para casa. E como gastei mais de € 20,00, trouxe um vale de € 5,00 para gastar no site da editora (e que é cumulativo com outras promoções).

Mais uma vez, no pavilhão da Leya só comprei um livro. A semana passada tinha sido Perguntem a Sarah Gross (leiam que não se arrependem). Ainda estive com o livro vencedor do prémio Leya em 2014 nas mãos mas optei por não o comprar. É que, depois de ler Perguntem a Sarah Gross, um dos finalistas e de o ter adorado, fiquei com um misto de sentimentos e que se resumem a: e se o júri não soube avaliar bem e o finalista é melhor que o vencedor?

Voltei à Porto Editora e sai de lá com Os Maias. Depois da M.J. tanto me ter recomendado que o leia, resolvi comprar esta versão que, ainda por cima, era livro do dia e por isso ficou bastante barato.

Mas o estrago não estaria completo enquanto não comprasse um dos livros que a Sara me recomendou. Jane Eyre da inglesa Charlotte Brontë, um romance editado em 1847. Encontrei-o em vários pavilhões a valores dispares mas como sabia que a Nathy o tinha comprado a menos de € 10,00 lá falei com ela para saber qual tinha sido o pavilhão e fui até à Civilização comprá-lo por € 6,60.

Resumindo, em duas idas à Feira do Livro de Lisboa, gastei cerca de € 150,00 e trouxe 22 livros para casa. Ainda fiquei com dois vales, um para gastar na Bertrand (loja física) e outro para gastar no site da Saída de Emergência.

Agora vou ali num instantinho guardar os livros muito devagarinho no meio dos outros que ali estão à espera de vez para serem lidos e vou fixar post-its e lembretes pela casa toda a dizer:

- não compro mais livros enquanto não ler os que tenho

- não compro mais livros enquanto não ler os que tenho

- não compro mais livros enquanto não ler os que tenho

- não compro mais livros enquanto não ler os que tenho

 

Uma paixão chamada livros #41

 Livro que é um “guilty pleasure”

Não me parece que haja um livro, seja ele qual for, que seja um guilty pleasure. Todos os livros, sejam eles quais forem, desde que gostemos do que estamos a ler, são um guilty pleasure. É a leitura que os torna um prazer, seja onde for, ou seja num local de sonho. Porque ler seja o que for, é um guilty pleasure.

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Desde o dia 1 de Maio, e por 45 dias, fala-se de livros neste blog e no blog da M*. São 45 posts que nos levam a partilhar gostos e experiências sobre o mundo dos livros e, ao mesmo tempo, a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Podem encontrar aqui as minhas respostas e aqui as respostas da M*.