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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

às actrizes e actores - não olhem para as câmaras

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É que podem vir a ser processados por causar danos espirituais. Segundo esta notícia do Sol, foi o que aconteceu a Zhao Wei. olhou fixamente para um espectador que estava do lado de lá da televisão e ele processou-a.

Se a moda pega, é começarmos a ver todos os que aparecem na televisão de burka para não estarem a olhar para os espectadores...

(há com cada cromo por este mundo fora que só visto... contado ninguém acredita, cruzes credo!)

Uma paixão chamada livros #42

 Livro que adoravas e agora detestas

Confesso que esta pergunta não tem resposta. Já aconteceu antes neste desafio, hoje volta a acontecer. Nunca livro algum teve este efeito em mim. Se adorava, continuo a adorar. O inverso também não. Livros que detestei não voltei a ler para saber se iria gostar ou não.

 

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Desde o dia 1 de Maio, e por 45 dias, fala-se de livros neste blog e no blog da M*. São 45 posts que nos levam a partilhar gostos e experiências sobre o mundo dos livros e, ao mesmo tempo, a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Podem encontrar aqui as minhas respostas e aqui as respostas da M*.

Será que as escolas deviam proibir o uso de borracha?

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De acordo com esta notícia do DN, há um parvo iluminado que acha que as borrachas devem ser banidas das salas de aulas porque criam "uma cultura de vergonha do erro”.

Felizmente parece que é o único e que já várias pessoas afirmaram que aquela teoria não faz qualquer sentido.

Eu, que sou do tempo em que usávamos lápis nalguns testes para podermos corrigir os erros e que sempre tive uma borracha nunca me senti envergonhada de errar e ter de corrigir. Assumo os meus erros, mesmo depois de os ter corrigido. E muitos daqueles que não assumem os erros e que os atribuem a outras pessoas (tanta gente, mas tanta gente que o faz), foram criados da mesma maneira – com lápis e borracha.

Deixo, por isso, a pergunta, será que é o uso da borracha que faz a diferença, ou será da personalidade/educação que a pessoa tem?