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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Maze Runner - A Cura Mortal

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Maze Runner - A Cura Mortal de James Dashner (vol 3)

Editado em 2014 pela Editorial Presença
ISBN: 9789722353670
 
Sinopse
Thomas atravessou o Labirinto; sobreviveu à Terra Queimada. A CRUEL roubou-lhe a vida, as memórias, e até mesmo os amigos. Mas agora as Experiências acabaram, e a CRUEL planeia devolver as memórias aos sobreviventes e completar assim a cura para o Fulgor. Só que Thomas recuperou ao longo do tempo muito mais memórias do que os membros da CRUEL julgam, o suficiente para saber que não pode confiar numa única palavra do que dizem. Conseguirá ele sobreviver à cura?
 
A minha opinião
Maze Runner – Correr ou Morrer e Maze Runner - Provas de Fogo, os primeiros volumes desta trilogia preparam-nos para tudo o que acontece neste terceiro volume. Quando chegam ao refugio, Thomas e os seus amigos recebem a noticia de que tudo terminou.O diagrama está quase completo, sendo apenas necessária a ajuda deles, devendo o trabalho iniciar logo que lhes sejam devolvidas as memórias perdidas. Mas, quando Thomas acorda, descobre que, afinal, está, de novo, num quarto sem qualquer contacto com os sobreviventes. Porque, afinal, há mais testes que tem de ser feitos para se ter a certeza que Thomas é o Candidato Final. Mas para isso há que saber, primeiro, quais os sobreviventes que estão Imunes ao Fulgor e aqueles que já estão infectados - mesmo que numa fase inicial. E a CRUEL está disposta a tudo, mesmo tudo, para conseguir que Thomas se assuma como Candidato Final e que faça o que é necessário, mesmo que isso signifique a morte de todos de quem ele gosta.
Terminada a trilogia, terei de dizer que, no geral, é melhor do que pensei quando li o primeiro. Sim, estamos a falar duma sociedade distópica, estamos a falar dum extremo mas também estamos a falar duma epidemia que mata, indiscriminadamente, os seres humanos e que foi espalhada deliberadamente como forma de controlo do excesso de população. Cruzes, fez-me lembrar uma entrevista, aqui há uns tempos, duma sujeita qualquer que dizia que a SIDA tinha sido criada artificialmente com esse mesmo intuito.
Não sei se terei vontade de ler mais deste autor. De facto, há alguns excertos que prendem a atenção e que nos fazem ler mais um bocadinho antes de voltarmos a deixar o livro e muitas surpresas ao longo do livro mas... não sei explicar, não fiquei fã. Mas pode ser mau feitio meu. Quem sabe tenho o Fulgor e não sei.

Blogging

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Todos os dias nascem blogs e são colocados milhares de posts nas diversas plataformas existentes, o que torna a informação bastante dispersa, dificultando que leitores e bloggers se aproximem.

Para facilitar a tarefa a quem lê e a quem escreve, nasceu o Blogging, onde agora também podem encontrar esta humilde casa nas categorias de entretenimento e actualidade.

Mas, para além destas categorias, ainda podem encontrar outras categorias que podem ser interessantes, por isso toca a visitar que vale a pena!

Maze Runner - Provas de Fogo

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Maze Runner - Provas de Fogo de James Dashner (vol 2)

Editado em 2013 pela Editorial Presença

ISBN: 9789722350815
 
Sinopse
Atravessar o Labirinto devia ter sido o fim. Acabar-se-iam os enigmas, as variáveis e a fuga desesperada. Thomas tinha a certeza de que, se conseguissem fugir, ele e os Clareirenses teriam as suas vidas de volta. Mas ninguém sabia realmente para que tipo de vida iriam regressar... Lá fora, ao invés da liberdade, encontram mais uma prova. Agora têm de atravessar a Terra Queimada, uma região desértica e ameaçadora, onde os Crankos, pessoas cobertas de feridas e infectadas por uma misteriosa doença chamada Fulgor, vagueiam pelas cidades devastadas à procura da próxima vitima. À medida que Thomas vai recuperando algumas memórias confusas do passado, não pode deixar de se perguntar: saberá ele de alguma forma o segredo para a liberdade, ou ficará para sempre à mercê da CRUEL?
O segundo volume da série Maze Runner ameaça tornar-se um clássico moderno para os fãs de títulos como Os Jogos da Fome.
 
A minha opinião
Maze Runner – Correr ou Morrer, o primeiro livro deixa imensas questões em aberto. Quem é a CRUEL, que doença vitima a humanidade que tenha levado à criação da Clareira e do Labirinto e porque é que, na Clareira, só havia rapazes (entre imensas outras). Muitas destas questões são respondidas neste segundo volume, que, confesso, me agradou mais que o primeiro.
Thomas e os Clareirenses acordam, depois de salvos da CRUEL, com os Crankos a bater nas janelas dos dormitórios onde ficaram de véspera e todos os que os tinham salvo estão mortos. Teresa, a rapariga que tinha despoletado o fim da Clareira e do Labirinto desapareceu e, no seu lugar, está Aris. É nessa altura que os Thomas e os Clareirenses descobrem que havia outro laboratório como o deles mas só com raparigas e onde Aris foi quem despoletou o fim. É-lhes então explicado que chegaram à Fase 2 dos testes que estão a decorrer e que só terminaram quando chegarem ao Refugio, uma zona a norte do sitio onde estão, mesmo no centro da Terra Queimada para onde foram enviados os Cranckos - pessoas infectadas com o Fulgor, uma misteriosa doença que matou uma boa parte da população do planeta. Cabe-lhes descobrir o caminho e resolver todas as variáveis que lhes serão colocadas ao longo do trajecto sem que saibam, ao certo, quais são. Só sabem que é fundamental lá chegar e que é neles que está depositada a confiança para que descubram a cura para o Fulgor.
De facto este livro é mais interessante que o primeiro. Talvez por esclarecer mais coisas do que dúvidas que deixa. Se bem que, tal como Thomas e os seus amigos, nunca sabemos bem se o que está a acontecer é parte da realidade ou parte da ficção criada pela CRUEL para resolver o enigma da cura da doença. Ficam, naturalmente, questões por esclarecer que se espera (ou eu espero) que se resolvam no terceiro. Por isso... vou ali até à praia queimar os últimos cartuchos e ler o terceiro volume.
 

Blue Moon

lua-azul.png

Blue moon,

You saw me standing alone,
Without a dream in my heart,
Without a love of my own.

Elvis Presley

 

 

Hoje à noite olhe para o céu e veja uma Lua Azul. Não, não espere que ela tenha mudado de cor. Na verdade a Lua Azul – que não é azul – é uma expressão usada para designar a segunda lua cheia num único mês (a primeira foi no dia 2 de Julho).

Olhe e veja a Lua em todo o seu esplendor porque a próxima só irá acontecer em Janeiro de 2018, uma vez que este fenómeno só uma vez em cada três anos.

O facto de existirem duas luas cheias num mesmo mês deve-se às diferenças entre o calendário civil e o lunar — enquanto os nossos meses podem ter uma duração variável entre 28 e 31 dias, no caso dos lunares o ciclo é sempre o mesmo, isto é, de 29,5 dias (aproximadamente). Por esse motivo, não é de estranhar que, volta e meia, duas luas cheias roubem protagonismo às estrelas num mesmo mês.

 

Maze Runner – Correr ou Morrer

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Maze Runner – Correr ou Morrer de James Dashner (vol 1)

Editado em 2012 pela Editorial Presença

ISBN: 9789722348508

Sinopse

Quando desperta, não sabe onde se encontra. Sons metálicos, a trepidação, um frio intenso. Sabe que o seu nome é Thomas, mas é tudo. Quando a caixa onde está para bruscamente e uma luz surge do teto que se abre, Thomas percebe que está num elevador e chegou a uma superfície desconhecida. Caras e vozes de rapazes, jovens adolescentes como ele, rodeiam-no, falando entre si. Puxam-no para fora e dão-lhe as boas vindas à Clareira. Mas no fim do seu primeiro dia naquele lugar, acontece algo inesperado – a chegada da primeira e única rapariga, Teresa. E ela traz uma mensagem que mudará todas as regras do jogo.

A minha opinião

Não vi o filme, não conheço o escritor e curiosamente nem li críticas sobre os livros. Por isso, não comecei a ler este livro com opinião formada. Comprei-os a pedido da minha piolha e agora chegou a minha vez de os ler.

Thomas acorda quando está num elevador. Sabe que é um elevador, que se chama Thomas mas não sabe mais nada. Não tem qualquer recordação palpável da sua vida até aquele momento. Quando a caixa pára, Thomas sai e está numa clareira desconhecida com imensos rapazes à volta e que lhe dão as boas vindas. Thomas tem imensas dúvidas sobre tudo mas, ao mesmo tempo, tem a sensação que chegou a casa. Tudo é novo para ele, inclusivamente as regras rígidas pelas quais aquela sociedade de adolescentes se rege. Aos poucos e durante as primeiras 24 horas, consegue perceber que os jovens já ali estão à dois anos, que recebem, regularmente, comida através da mesma caixa e que, fora da clareira, está um labirinto que é habitado por Magoadores. Diariamente as portas da clareira abrem-se e os exploradores (um grupo escolhido dos jovens) sai para explorar. Ao fim do dia as portas fecham-se e quem esteja do lado de fora morre. Essa é a regra principal da Clareira, não ficar do lado de fora quando as portas fecham ao do dia.

Um dia depois de Thomas chegar à Clareira chega mais alguém pela Caixa. Uma rapariga que traz, como mensagem, que é a última e que tudo irá mudar. Thomas, entretanto, desobedece à regra principal e fica do lado de fora da clareira e consegue sobreviver. E a partir daí começam as mudanças. E a primeira é que as portas não se voltam a fechar. Terá o grupo alguma hipótese de sobreviver aos Magoadores?

Distopias. Estas foram as férias das distopias. Umas melhores, outras piores e outras assim assim, como é o caso desta. Não direi, de todo, que é o melhor livro de sempre mas lê-se bem, é um livro interessante e que nos faz questionar o que virá na página seguinte. Não sei se o filme é melhor ou pior (porque não o vi) mas o livro merece uma leitura.

Não gosto de casas frias

Vou ferir susceptibilidades...
Não gosto de casas assépticas. Casas que não parecem lares. Que parecem saídos do catálogo Moviflor. Sem cabelos no chão. Sem areias na tijoleira. Sem almofadas fora do sítio. Casas sem livros espalhados pela sala. Pela casa de banho. Pelos quartos. Casas que cheiram a lixívia. Sem nódoa. Sem chinelos perdidos nos tapetes.
Casas com os tupperwares por ordem e sem brinquedos perdidos pelo chão.
Com tudo lavado, arrumado, higienizado. As casas de método. Sem espaço para o desvio. Para o erro. Para a linha fora do sítio. Sem perdão a gavetas abertas.
Não gosto de casas frias. Sem vida. Cheias e sem vida.

(Rita Marrafa de Carvalho)

Triplo

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Triplo de Ken Follett

Editado em 2013 pela Editorial Presença

ISBN: 9789722350334 

Sinopse

No ano de 1968, Israel esteve por detrás do desaparecimento de 200 toneladas de urânio, material destinado a dotar o Egito da bomba atómica com a ajuda da União Soviética. Contudo nunca se conseguiu determinar como é que um carregamento daquele minério, suficiente para produzir 30 armas nucleares, desapareceu no mar alto sem deixar provas que comprometessem Israel. Follett pegou nesta enigmática ocorrência e criou a partir dela um thriller único, onde um suspense de alta voltagem se combina com factos históricos. 

A minha opinião

Primeiro livro lido no Clube da leitura organizado pela Dona Pavlova de onde tambem fez parte a Joana. Tratando-se de Ken Follet – um dos meus escritores favoritos – dificilmente me iria desiludir.

Mais uma vez, a história real mistura-se com a ficção. KF pegou num acontecimento histórico – o desaparecimento de 200 toneladas de urânio, provocado por Israel – e romanceou o resto, a forma como tal aconteceu.

Nathaniel é um judeu que sofreu horrores nos campos de concentração. Quando a segunda guerra mundial termina, Nathaniel vai estudar para Oxford, e conhece a mulher do professor Ashford por quem se apaixona. Cortone, um mafioso italiano que deve a sua vida a Nat visita-o na Universidade tendo a oportunidade de conhecer Eila, acabando, ambos, por descobrir que Eila é amante de Yasif Hassan.

Uns anos mais tarde, Nat pertence aos serviços secretos Israelitas e é incumbindo de roubar urânio para que Israel possa construir uma bomba atómica para que fique em pé de igualdade com o Egipto. Ao fazê-lo, acaba por reencontrar Hassan e Rostov, que conheceu em Oxford bem como Suza, a filha de Eila e Ashford.

O roubo do urânio terá de acontecer sem que a Eurotron – a entidade que controla a circulação de urânio na europa – se aperceber mas também sem por a vida de Nat em risco. Será que é possível?

Uma trama bem ao jeito de Follet – espiões de dupla face, espiões rígidos e o amor que tudo vence – ingredientes que, mais uma vez, fazem deste livro uma leitura bastante aprazível, sendo certo que o assalto (não interessa ao quê) é um dos momentos mais intensos e que me obrigou a quase me escaldar ao sol porque não consegui interromper a leitura enquanto o dito não acabou. Quando tal acontece… é porque o livro vale mesmo a pena, mesmo quando o final é previsível.

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