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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

A Cidade dos Ossos

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A Cidade dos Ossos (Caçadores de Sombras #1) de Cassandra Clare

Editado em 2013 pela Editorial Planeta
ISBN: 9789896570231
 
Sinopse
No Pandemonium, a discoteca da moda de Nova Iorque, Clary segue um rapaz muito giro de cabelo azul até que assiste à sua morte às mãos de três jovens cobertos de estranhas tatuagens. Desde essa noite, o seu destino une-se aos dos três Caçadores de Sombras e, sobretudo, ao de Jace, um rapaz com cara de anjo, mas com tendência a agir como um idiota…
 
A minha opinião
Já não me lembro como é que este livro veio cá parar a casa. Gostava de dizer que me foi recomendado, que gostei da sinopse ou da autora mas a verdade é que não sei o que me levou a trazê-lo.
Sei, no entanto, que andava por ali no meio dos outros todos que esperam a sua vez até que a Neurótika que me falou nesta autora. Quando chegou a altura de escolher a nova leitura, peguei nele e comecei a ler.
Clary é uma adolescente normal, com uma mãe chata e um pai que morreu antes dela nascer. A sua vida é perfeitamente normal até ao dia em que assiste à morte dum rapaz na casa de banho duma discoteca. Apesar de não ser coisa que se veja todos os dias - felizmente -, a verdade é que o mais estranho é que o rapaz morto desaparece e os três que o mataram são caçadores de sombras que só Clary consegue ver.
No regresso a casa, a mãe de Clary e Luke tentam convence-la a irem todos passar as férias de verão longe de casa, na casa de Luke que fica longe de tudo e perto de nada. Clary sai de casa em fúria com a mãe mas, quando volta a tentar falar com a mãe ela proibe-a de voltar a casa e manda-a fugir.
Começa assim as aventuras de Clary e os seus novos amigos, Jace, Alec e Isabelle...
Aos poucos a trama vai-nos envolvendo, as voltas e reviravoltas são tantas que, enquanto nao se desembrulha o laço, não queremos deixar o livro. E quando o fazemos... estamos atrasados para qualquer compromisso que tínhamos (sim, isto aconteceu-me mesmo!).
Muito ao jeito de Harry Potter, esta série do fantástico já me conquistou (e nem se teve de esforçar muito) por isso já ando a tentar arranjar o segundo livro para ler. Espero conseguir nos próximos dias!!!
 

Animais abandonados

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Diz que se comemora hoje o dia do animal abandonado.

E eu, que até tinha pensado não escrever nada no blog hoje

(porque, epá e tal, é dia 15 de Agosto, há imensas filas de trânsito de pessoal que vai e pessoal que vem de férias, está tudo ao abandono e, o que não está ao abandono, está a falar de futebol e dos sms que foram mas não foram e, assim como assim, ia lendo mais um bocadinho ou apanhava um ventinho simpático)

resolvi vir escrever.

E resolvi vir escrever porque hoje, dia do animal abandonado, parece que, de propósito, vejo imensas (mais que o normal) publicações no facebook de pessoas que foram dar as suas voltas e deram com cães abandonados por todo o lado. Na praia, à porta de casa, no caixote do lixo mais próximo, na rua, etc. E, como se tal não fosse suficiente, ainda deixam bebés, cachorritos de terna idade, adultos, jovens e velhotes. Deixam cadelas, deixam cães, haja alegria que variedade não falta.

Deixam-nos para trás como se fossem lixo, como se fosse uma peça de mobília estragada que já não fica bem em casa. Como umas calças que ficaram apertadas ou uma blusa que se rasgou. Ou se calhar nem tanto, porque as calças mandam-se alargar, a blusa coze-se mas o animal, esse, deixa-se ao Deus dará, abandona-se à sua sorte - que, por esta altura, já percebemos que não será nenhuma porque o dono ou a dona que lhe calhou é mais animal que ele próprio.

Será assim tão complicado perceber para essas alminhas do diabo, que, quando adoptamos um animal, é para a saúde e doença e que os animais não são coisas, não são objectos dos quais nos podemos esquecer por ai?

Os animais, meus senhores, os animais sois vós, os que os abandonam. Porque eles, os cães, cadelas, gatos ou gatas, respeitam-vos e amam-vos mais do que vocês a eles. E eles não vos abandonariam (apesar de vos os merecerem).