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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

A Cidade dos Anjos Caídos

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A Cidade dos Anjos Caídos (Caçadores de Sombras #4) de Cassandra Clare

Editado em 2013 pela Editorial Planeta

ISBN: 9789896572464

Sinopse

A Guerra Mortal acabou e Clary Fray está de regresso a casa, em Nova Iorque, entusiasmada com o que o futuro lhe reserva. Está em treino para se tornar uma Caçadora de Sombras e saber usar o seu poder único e a mãe casar-se com o amor da sua vida.
Os Habitantes-do-Mundo-à-Parte e os Caçadores de Sombras estão, finalmente, em paz. E, acima de tudo, Clary já pode chamar «namorado» a Jace.
Mas tudo tem um preço.
Anda alguém a assassinar os Caçadores de Sombras que pertenciam ao círculo de Valentine, provocando tensões entre os Habitantes-do-Mundo-à-Parte e os Caçadores de Sombras, o que pode levar a uma segunda guerra sangrenta. O melhor amigo de Clary, Simon, não pode ajudá-la. Descubra o porquê.

 

A minha opinião

Quando a guerra iniciada por Valentine acaba e Clary regressa a casa mas não à normalidade. Depois de tudo o que vivenciou, Clary não é uma adolescente normal e começa o seu treino como caçadora de sombras, achando que tudo está bem com ela, Jace, a pessoa que mais ama, e com os amigos Alec, Simon, Maia e Isabelle. Com Jocelyn finalmente livre da maldição e Luke a preparar o casamento de ambos, Clary não podia estar mais feliz.

Mas (e nestas coisas há sempre um mas), começam a morrer caçadores de sombras e ninguém sabem que os mata. Para ajudar um bebé é deixado no hospital para morrer e Jace tem pesadelos demoníacos. Simon, que tentou falar com a mãe sobre a sua nova condição de vampiro, é obrigado a sair de casa enquanto namora com Isabelle e Maia ao mesmo tempo.

E, se de repente, for o demónio mais antigo de sempre, tão velho quanto a marca de Caim, que está a provocar tudo isto?

Hoje aconteceu-me uma situação curiosa com este livro. Estava no banco à espera de ser atendida e estava a ler. Quando me chamaram tinha acabado de ler que Isabelle dizia a Simon: Temos de falar. Caramba! não se pode interromper um livro quando uma mulher diz para o seu namorado que tem de falar! Resultado, fui lendo enquanto esperava que o sinal, na passadeira, passasse para verde. Sim, tenho problemas, eu sei. E esta colecção não está a ajudar nada...

Campanha de marketing ou estupidez natural?

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Segundo esta notícia do Sol, em Leicestershire, Inglaterra, centenas de pessoas acordaram a meio da noite (entre as 2h e as 5h) com um telefonema. Assustadas, atenderam, e, do outro lado, uma voz disse-lhes "As noites negras vêm aí e com cada vez menos polícias, quão segura é a sua casa?"

Caramba!

E logo a seguir, "carregue em 1 para comprar um alarme".

Uns assustaram-se, outros ignoraram e muitos, mesmo muitos, fizeram queixa da empresa (não sei se da empresa que desenhou esta campanha se da empresa que comprou a campanha).

Sinceramente, acho que nada, mas mesmo nada, justifica uma campanha destas. Imaginam o susto que estas pessoas terão apanhado? Mais um bocadinho e diziam que os vampiros, lobisomens e afins estavam à porta.

Ter-se-ão inspirado na Guerra dos Mundos de H.G.Wells e da magnífica campanha de marketing que lançou o livro? Se sim... Podiam te-lo feito sim mas a horas decentes, não quando está tudo a dormir!

Sardinhas

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Um dos meus peixes preferidos mas que nunca, mas mesmo nunca, como em casa, tal é a fumarada que acompanha uma boa sardinhada. Normalmente comemos quando vamos a algum restaurante ou quando estamos em Sesimbra que a varanda da casa é bastante aberta e o fumo tem mais por onde ir do que propriamente para dentro de casa.
Se pudesse – e ela fosse sempre gordinha – comeria sardinhas o ano todo. Mas não posso. Conscientemente percebo que, mesmo que a sardinha seja pequenina e gordinha, precisa de tempo para se reproduzir e para crescer. Assim como, em consciência, percebo que, por mais toneladas de sardinhas que haja na costa portuguesa, ainda assim é uma quantidade limitada.
Eu, que de pesca não pesco nada, percebo os cuidados a ter e percebo que haja controlo nas quantidades que se pesca. Assim como percebo que, se hoje se pescar em excesso, amanhã queremos e não temos.
Não se trata duma questão política, social ou económica. Trata-se duma questão ecológica. Se não houver quotas e todos pescarem ao desbarato, em poucos anos a sardinha será uma espécie extinta. E isso, caros pescadores e amigos, ninguém quer. O que queremos é a sardinha no pão, fresca e a pingar imensa gordura e saber que podemos continuar a comer sardinhas por muitos e longos anos. Mesmo que isso implique comer menos de cada vez.
Este caso – o das quotas das sardinhas – é um excelente exemplo de que menos é mais! Muito mais!