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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Taxis e Uber

Muito se tem falado sobre a Uber, os taxistas e os conflitos que os segundos têm arranjado por causa dos primeiros.

Sou utilizadora frequente de táxis. Se houvesse um cartão, como dos frangos, que me desse o direito a uma viagem grátis ao fim de seis, acho que, pelo menos uma vez por semana, viajava de borla. Não vem aqui ao caso as razões pelas quais os utilizo, basta, para o efeito, que saibam que os uso e bastante.

E se, de manhã, uso o primeiro que está na praça de táxis da estação, à noite uso sempre o mesmo. Como eu costumo dizer, o da noite é o meu taxista, a pessoa em que confio para me transportar dum lado ao outro. Mas quando ele não pode, recorro à Uber e, até agora, sem problemas e/ou custos de maior.

Não vou aqui dizer que acho que a Uber é melhor ou que os táxis são melhores. Isso seria generalizar e eu sou um bocadinho alérgica a isso.

É que nem todos os taxistas querem enganar os clientes. Há muitos que usam os trajectos mais curtos ou com menos semáforos para chegar ao destino. Nem todos os que saem do aeroporto de Lisboa para ir até ao Marques de Pombal, passam pela Ponte Vasco da Gama e depois entram pela Ponte 25 de Abril, para, finalmente chegarem ao destino. Nem todos se recusam a passar factura ou perguntam: mas não sabe andar de metropolitano? quando queremos ir para um sitio que implica passar por uma zona de transito mais complicada. Nem todos os carros são velhos e nem todos cheiram mal. Nem sempre a música que ouvimos é a cantada numa missa (e, creiam-me, ouvir numa viagem de carro “Jesus, vou ter contigo! Jesus, estou a chegar” não é a banda sonora que queiramos!!!). A maioria até tem carta de condução (sim, há donos de empresas de táxis que não pedem aos seus empregados a prova em como tem carta de condução) e o CAP que tem no táxi é mesmo do próprio. E nem todos bebem até cheirarem apenas a vinho nem entram por sentidos proibidos ou passam sinais vermelhos.

E sim, os taxistas pagam as suas licenças (que não são baratas) e pagam os impostos referentes às facturas que passam (quando as passam). Mas compram os carros por valores consideravelmente mais baixos que o comum dos mortais enquanto os motoristas registados na Uber usam os seus carros particulares.

E a Uber? Bem, a Uber não é nada mais nada menos que uma plataforma on-line onde podemos contratar um motorista particular. Podemos, por momentos, achar que somos o Tio Patinhas, estamos cheios de dinheiro e não nos apetece conduzir. A Uber é uma plataforma que faz com que não seja necessário estar de braço no ar, no meio da rua, á espera de ver se passa um táxi com a luzinha verde. Usar a Uber é ter mais garantias de que não vamos apanhar as excepções que mencionei mais acima e que vamos pagar mais ou menos o mesmo.

Ia dizer-vos que, se fosse taxista, gostaria de me registar na Uber como condutor para chegar a mais clientes. Talvez seja isso que falta aos taxistas, uma plataforma on line que permita a quem precisa de um transporte não tenha de estar de braço espetado, à chuva, ao vento e ao sol. E teria mais cuidado com o meu carro e com a forma como trataria os meus clientes. Parece que já existe uma plataforma parecida mas se calhar devia estar mais desenvolvida, mais divulgada e, acima de tudo, mais exigente com os seus motoristas.

Quanto a mim, continuarei a usar os táxis que estão no Terreiro do Paço de manhã. É muito agradável acontecer como ainda hoje que, assim que entrei, o senhor me disse: olá menina, já viu como o dia está tão bom? Vamos passear até ao sítio do costume? Assim como continuarei a usar o meu taxista à noite e a Uber quando ele não possa. Tudo tranquilamente e sem conflitos.

 

(tal actual hoje como quando o publiquei originalmente no inicio de Março deste ano. E sim, é verdade que descobri, entretanto, que há algumas aplicações semelhantes à Uber para os táxis mas são pouco divulgadas)

Eu & os filmes 22/30, 23/30, 24/30 e 25/30

Vamos lá recuperar o atraso, com mil desculpas a quem participa:

Personagem inesquecível

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Pior personagem

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 ou

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 Erro de casting

ou como conseguir ter sempre a mesma expressão:

r-KRISTEN-STEWART-large570.jpg

Sugeriram-me e adorei

ou

 

 

 

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E os malucos participantes são: Alexandra, MulaSofiaAna SofiaDrama QueenMafaldaMagdaJustFatia MorJPAndy BloigGirl About TownRute, Nathy, Ana Rita Garcia,CaracolJoana, Bruxinha e M*

Coisas de condomínios #2

No meio duma conversa sobre a eleição duma nova administração dum prédio:

- D.Gertrudes, eu não me importo nada que a senhora fique como administradora. Mas é que nunca me atende o telefone.

- Mas eu, quando não atendo logo, retorno a chamada.

- A mim não retorna!

(os outros presentes confirmaram que sim, que a senhora retornava sempre a chamada quando não podia atender)

- Ouça, como já toda a gente disse, eu retorno sempre a chamada. Só não o faço quando me aparece no telemóvel que a chamada é anónima ou privada. Se não aparece o número não sei a quem ligar.

- Mas claro que o meu número é privado! não tenho nada que lhe dar o meu número de telemóvel!

mãe imperfeita

Sendo verdade que ninguém é perfeito, a verdade é que as mães (todas) são ainda mais imperfeitas. E é assim que quero que os meus filhos se recordem de mim: Como alguém imperfeito que fez o melhor que sabia por eles.

Se quiserem saber que mais posso dizer sobre ser mãe e imperfeita, vão aqui à casa ao lado, da Caracol para lerem a conversa que tivemos sobre este tema.

Hiperactividade ou má educação

Aqui há uns dias li o título duma crónica que dizia que as crianças não são hiperactivas, são mal-educadas. Claro que, depois, no texto propriamente dito, o autor acaba por dizer que, efectivamente, existem crianças hiperactivas mas que também existem muitas crianças mal-educadas. É um facto. E é coisa que já falei aqui várias vezes porque não há, hoje em dia, pais maus. E quem o é, acaba por ser olhado com estranheza pelo resto da sociedade. Um dia isto tinha que acontecer e pode ser que, cada vez mais pais aprendam com os erros dos outros.

De qualquer maneira e voltando ao título da crónica, confesso que, quando o vi a primeira vez, fiquei eriçada e com vontade de convidar o autor a conviver com uma criança realmente hiperactiva para que ele percebesse o que é ser pai ou mãe nessas circunstâncias.

Como eu sou.

Desde cedo que o percebemos. A incapacidade de estar sossegado a brincar, a dificuldade em estar parado num sitio, nem que fosse a conversar connosco ou a ver um filme, a impulsividade (como se as mãos se mexessem mais depressa que o cérebro)... Foram várias as situações que nos fizeram perceber que o meu filho era (e é) uma criança hiperactiva. 

Falamos com o pediatra, expusemos as nossas dúvidas e todos concordamos que a medicação não seria opção. Seriamos apenas pais dele - ou seja, daríamos educação e seriamos firmes, não desculpando comportamentos menos correctos.

Claro que, quando começou a escola primária a professora foi posta ao corrente do que se passava e, todos em conjunto - pais, familiares, professora, escola e auxiliares - colaboramos para que os primeiros quatro anos de horários fixos, aulas e maior necessidade de concentração corressem da melhor maneira possível. E conseguimos.

Os problemas começaram no quinto ano. Demasiados professores diferentes, uma maior carga horária e maior necessidade de concentração. Correu mal. Muito mal. A hiperactividade estava a por em risco o aproveitamento escolar.

Diga-se, num aparte, que parte da culpa da hiperactividade das crianças por em risco o seu aproveitamento escolar advêm da escola não estar preparada para lidar com estas crianças. Como explica Luís Borges, as crianças passam tempo a mais na escola em actividades que lhes exigem atenção e, por outro lado, os professores - por terem turmas muito grandes - não conseguem dar, às crianças, a atenção necessária.

Desde há três anos que o meu filho toma Ritalina. Pesamos, com o pedopsiquiatra, os prós e os contras da medicação e, mais uma vez em conjunto, decidimos que, pelo menos no período de aulas, a Ritalina era necessária para ajudar a impedir que o aproveitamento escolar estivesse em risco. Não me agrada que assim seja, naturalmente, mas infelizmente sei que, os recados dos professores aumentam se ele deixa de a tomar. Nas palavras do actual director de turma, o meu filho é educado, nunca respondeu torto a um professor, é interessado e inteligente. Mas, quando não toma a Ritalina percebe-se logo porque se distrai com demasiada facilidade, tem dificuldade em estar sossegado na sala de aula e não consegue fazer responder a todas as questões do testes.

Por isso... não me voltem a dizer que não há crianças hiperactivas mas sim crianças mal educadas. Porque isso não é, de todo, verdade!

Eu & os filmes 19/30 e 20/30

Se a minha vida fosse um filme

 Se eu fosse uma personagem

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(pronto, eu não fumo nem bebo mas tirando isso...)

 

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E os malucos participantes são: Alexandra, MulaSofiaAna SofiaDrama QueenMafaldaMagdaJustFatia MorJPAndy BloigGirl About TownRute, Nathy, Ana Rita Garcia,CaracolJoana, Bruxinha e M*

Eu & os filmes 18/30

Deviam era ter feito só um

Não tenho qualquer dúvida. O Hobbit devia ter sido apenas um filme. E não três. Perdeu-se o efeito surpresa, perdeu-se a história... perdeu-se tudo, até a credibilidade dum realizador.

 

 

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Eu & os filmes 17/30

Devia ter uma sequela

Uma das minhas irritações com os livros e com os filmes é fazerem sequelas por tudo e por nada. Só naquela de ver se ganham mais alguns trocos com mais vendas. É o caso do Hobbit e, pelos vistos, vai ser o caso do Avatar (mais quatro filmes? a sério?). Se a história está contada porque insistem? nunca hei-de entender...

 

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