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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Adopção responsável de animais

 

 

Hoje a nossa família cresceu. Para além de nós os quatro, temos o Friday, a Sam, a Riscas, o Pata Branca e a Snow (cinco coelhos), o Mingo e o Robin (dois hamsters), a Alcides (a caturra), vários peixes e hoje chegou a Bunny, uma cadela com mês e meio.

 

Não estava nos nossos planos adoptar mais nenhum animal. Mas fomos comprar feno para os coelhos e saímos da loja com a Bunny. A Bunny tinha sido adoptada há duas semanas mas a pessoa que ficou com ela foi hoje à loja devolvê-la porque, de repente, descobriu que a filha era alérgica. Até acredito, e, na verdade, ainda bem que assim foi porque senão a Bunny não teria vindo para nossa casa. Mas só hoje, na loja onde fizemos esta adopção, foram devolvidos vários animais. Coelhos, pássaros, a Bunny... alguns com razão (ou pelo menos eu quero acreditar que sim) mas outros...

 

Um coelho foi devolvido porque mordia. As empregadas da loja pegaram nele, fizeram-lhe festas, deram-lhe de comer e mordidela foi coisa que não aconteceu. Um porque fazia barulho, outro porque incomodava... Porque será que não pensam nisto antes de os comprar ou adoptar? Será que essas pessoas pensam que os animais são como os bonecos, que ficam a um canto encostados, sem fazer nada nem dar trabalho à espera que queiram brincar com eles? Desenganem-se, não são. E ainda bem. Os cães, os gatos, os coelhos, todos os animais, de uma forma ou de outra, dão trabalho, mexem-se, fazem barulho, pedem atenção. E é precisamente ai que está o encanto deles. São seres que interagem connosco, que nos fazem companhia, que precisam de nós tanto como precisamos deles.

 

Antes de os adoptar ou comprar pensem bem se estão preparados para os ter, pesem os prós e os contras, e só se os prós ganharem é que o devem fazer. Ser responsável é fazer isso. Pensar antes de agir!

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