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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Comparações

menino e cao 4.jpg

Estava ontem na esplanada a beber um café com a família e as minhas patudas e, ao lado, estava uma senhora com o seu neto.

Diz a senhora para o gaiato com o ar mais convencido e sério do mundo:

já viste ali os cães? tão sossegados que estão e tu não paras quieto!

Comparar cães e miúdos. Faz sentido!

  

Veterinários pedem incentivos fiscais para quem tem animais de estimação

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De acordo com a notícia avançada pelo I, a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) apelou esta quarta-feira à criação de incentivos fiscais para quem tem animais domésticos, como a possibilidade de deduzir despesas de saúde no IRS, de forma a evitar abandonos ou riscos para a saúde pública.

Não podia concordar mais. Os animais fazem parte da nossa família e temos a obrigação de cuidar deles sempre, Na saúde e na doença.

Mas não só porque é nossa obrigação enquanto donos mas também porque a própria lei nos obriga a tal.

Ele é o chip que custa cerca de 40 euros. A vacina antirrábica que são mais 30 ou 40. Depois o registo na junta de freguesia, mais 20 ou 30. A seguir a vacina disto que tem três tomas em três meses e que cada uma custa 50. E ainda a protecção daquilo. A pipeta para não haver pulgas ou caraças, a castração/esterilização porque já há bastantes cães abandonados não são precisos mais. A desparasitação de três em três meses, e vá lá, mais uma vacina que vai ter aulas básicas de obediência e precisa de mais esta. E mais aquela porque queremos o melhor para eles.

E isto tudo se for saudável e não tiver qualquer acidente/doença ou maleita.

Porque se for alérgico – e há cães e gatos que o são – é mais a medicação para as alergias. Se tiver problemas de estomago é mais a comida especial. Se precisar de cálcio é mais isto, se for outra a doença é mais aquilo. Se for atropelado ou comer um bem-uh-ron e que tenha de fazer um tratamento especial é mais esse custo.

É tudo a somar e, leia-se por somar e bem. E se, por acaso, for mais que um animal em casa, soma-se e multiplica-se. Da mesma maneira que, obviamente, se soma e multiplica a alegria que sentimos com eles e o amor que partilhamos, as despesas também se somam e multiplicam. Tudo – alegrias, tristezas e despesas – somam e multiplicam.

Por isso, sim! Sem dúvida. Era uma boa ajuda para as famílias se, de alguma forma, pudéssemos por algumas dessas despesas no IRS. Pelo menos as que são de caracter obrigatório!

 

E agora que sabem a minha opinião, espreitem aqui porque é que a Nice não concorda com isto

E depois voltamos a acreditar...

no ser humano!

Ontem foi o dia dos animais abandonados e, como contei, vi imensos posts no facebook acerca de animais abandonados por outros animais.

Não foi isso que aconteceu ao Igor. Os donos do Igor, quando sairam do país pela primeira vez e o tiveram de deixar num canil pelo periodo de férias, estavam tristes e aborrecidos porque sabiam que ele ia sentir a falta da casa e dos donos. Então o pai da família, sem dizer nada, preparou uma surpresa para que o Igor não ficasse triste enquanto estava no canil.

Vejam o video do cão mais mimado do mundo e que tem um dono fabuloso!

Animais abandonados

abandonado-1.jpg

Diz que se comemora hoje o dia do animal abandonado.

E eu, que até tinha pensado não escrever nada no blog hoje

(porque, epá e tal, é dia 15 de Agosto, há imensas filas de trânsito de pessoal que vai e pessoal que vem de férias, está tudo ao abandono e, o que não está ao abandono, está a falar de futebol e dos sms que foram mas não foram e, assim como assim, ia lendo mais um bocadinho ou apanhava um ventinho simpático)

resolvi vir escrever.

E resolvi vir escrever porque hoje, dia do animal abandonado, parece que, de propósito, vejo imensas (mais que o normal) publicações no facebook de pessoas que foram dar as suas voltas e deram com cães abandonados por todo o lado. Na praia, à porta de casa, no caixote do lixo mais próximo, na rua, etc. E, como se tal não fosse suficiente, ainda deixam bebés, cachorritos de terna idade, adultos, jovens e velhotes. Deixam cadelas, deixam cães, haja alegria que variedade não falta.

Deixam-nos para trás como se fossem lixo, como se fosse uma peça de mobília estragada que já não fica bem em casa. Como umas calças que ficaram apertadas ou uma blusa que se rasgou. Ou se calhar nem tanto, porque as calças mandam-se alargar, a blusa coze-se mas o animal, esse, deixa-se ao Deus dará, abandona-se à sua sorte - que, por esta altura, já percebemos que não será nenhuma porque o dono ou a dona que lhe calhou é mais animal que ele próprio.

Será assim tão complicado perceber para essas alminhas do diabo, que, quando adoptamos um animal, é para a saúde e doença e que os animais não são coisas, não são objectos dos quais nos podemos esquecer por ai?

Os animais, meus senhores, os animais sois vós, os que os abandonam. Porque eles, os cães, cadelas, gatos ou gatas, respeitam-vos e amam-vos mais do que vocês a eles. E eles não vos abandonariam (apesar de vos os merecerem).

Não aceitamos animais!

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Sempre que ouço alguém dizer que procurou um hotel ou uma casa para arrendar nas férias e lhes respondem que não aceitam animais, lembro-me sempre da história dum homem que ia viajar com o seu cão e que escreveu antecipadamente ao Hotel Amador, em Las Cruces, no Estado do Novo México, para saber se podiam acomodar um hóspede ‘de quatro patas’.

Eis a resposta:

Trabalhamos na indústria hoteleira há mais de 30 anos. Até agora nunca precisamos chamar a polícia para expulsar um cão que promovesse distúrbios até altas horas da noite. Até hoje nunca vimos um cão pôr fogo na roupa de cama por adormecer com um cigarro na mão. Nunca encontramos uma toalha ou um cobertor do hotel na mala de um cão, nem manchas deixadas nos móveis pelo fundo da garrafa de um cão.

É claro que aceitamos o seu cão.

PS: Se ele se responsabilizar pelo senhor, venha também.

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