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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Coisas de praia

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Estar de férias em Sesimbra é também ir à praia. Aliás, estar em Sesimbra é ir à praia e pronto. Tirando a Feira do Livro – que este ano tem uma programação fantástica e onde estarei esta quinta-feira a apresentar o meu Viagens – pouco mais há a fazer além de praia (preferencialmente acompanhada de um bom livro, obviamente).

E ir à praia é, seguramente, ver uma série de coisas mal feitas, por pessoas que, por mais vezes que sejam avisadas, continuam a fazer os mesmos disparates. Sabe-se lá com que consequências futuras para os seus rebentos.

Vou-me cingir aos disparates (para ser simpática) cometidos por parte dos paizinhos e que afectam terceiros. Porque, sinceramente, me estou nas tintas para as parvoíces que fazem e que só os colocam a eles em risco.

Comecemos por aqueles que alguns fazem, achando que estão a ser bons pais e que, afinal, deviam era levar com uma marreta na cabeça. E aqui, nada como iniciar com as horas a que alguns levam os seus pequenos herdeiros para a praia. Qual é a parte que ainda não perceberam? Quantas vezes precisam de ouvir ou ler que, entre as 11h e as 16h (pelo menos) o Sol faz mal? Faz mal aos adultos e faz muito mal às crianças e aos bebés. Chegar à praia às 11h30 com bebés de colo é inclassificável. Passar o dia com eles na praia é muito estúpido. É assim tão difícil de perceber? Precisam dum desenho? É que nem com toneladas de protector solar (quando o metem…) conseguem proteger os rebentos dos efeitos nocivos do sol.

E continuando nos herdeiros.

Quem é que disse aos paizinhos que é boa ideia deixar as crianças e os bebés andarem nus na praia? Para além da areia se enfiar em todos os buracos e dobras (e é mesmo em todos, sem excepção), a areia está suja. Cães e outros animais podem lá fazer as suas necessidades, há pulgas da areia, há outros bichos e bactérias e não há nada, absolutamente nada, entre as partes intimas das crianças e a areia. É difícil de perceber? Mas mesmo que acreditássemos que a areia estava imaculada (que não está!) já pensaram no quanto os pedófilos adoram ver as vossas crianças todas nuas? Assim nem precisam de se preocupar muito. Vão para a praia e gozam à vontade. Já não basta as fotos das crianças nuas no facebook que continuam a aparecer? (fui clara ou precisam de mais informação?)

Cães na praia. Sim, eles adoram praia. Adoram correr na praia, mergulhar, fazer buracos. Eu sei, tenho duas. E levo-as à praia. Fora das horas de calor, normalmente ao fim da tarde, princípio da noite. Não me passa pela cabeça leva-las a passar o dia inteiro na praia, mesmo que leve água para elas beberem. Caramba, elas tem pelo! E o pelo é quente! Se nós temos calor, imaginem os pobres dos cães. Os cães precisam de ser resguardados do calor e há cuidados especiais a ter com eles na altura do calor. Levá-los à praia não está incluído.

São coisas tão fáceis de perceber. Não é preciso um curso superior nem nenhum mestrado. Acreditava, eu que sou crédula, que simples senso comum bastaria. Parece que não. Espero, sinceramente, que um dia, não se arrependam das asneiras que foram fazendo

Fechado para descanso do pessoal

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Estou de férias! Já vos disse que estou de férias e a adorar? Pois, é a mais pura das verdades. Estou de férias naquela que quase que diria que é a minha segunda terra, já que a maior parte das férias é aqui que passo

(e só não venho mais vezes, principalmente no Inverno, porque aqui, tirando a praia e a biblioteca, não há mais nada. O que é uma pena porque Sesimbra teria tanto para dar em todas as estações do ano e é tão pouco aproveitada)

Mas adiante que hoje não vos quero fazer pirraça com as minhas férias. Hoje quero falar nos problemas que a maior parte dos comerciantes de Sesimbra tem para passar o inverno.

Sesimbra, nos meses de verão, está cheia de gente. Gente que vem passar o dia, que vem passar o fim-de-semana, que passa cá a quinzena ou o mês. Gente que vai e volta e que fica. No Inverno a gente que fica é a gente da terra. Pouca gente. Gente que não vai todos os dias ao café (muitos nem uma vez por semana lá vai) e gente que raramente janta fora, come um gelado ou vai petiscar. São gente, é verdade, mas não são turistas. E, por isso, no Inverno, é vê‑los, aos cafés, às tascas, aos restaurantes e às gelatarias sem gente, às moscas, só com os empregados.

Esses mesmos cafés, tascas, restaurantes e gelatarias, no verão, estão cheios, onde se esgotam gelados e bebidas, em que é preciso voltar à padaria porque o pão acabou e onde a gente que é turista gasta os euros que trouxe para passar um dia diferente.

Seria de esperar que esses cafés, tascas, restaurantes e gelatarias que passam, literalmente, as passinhas do Algarve para sobreviver no inverno, aproveitassem, ao máximo, os meses de Verão, abrindo todos os dias, estando sempre disponíveis para atender as gentes que vêm de fora.

Só que não.

No Verão, quando chegamos a Sesimbra (e acredito que noutras terras seja igual), há cafés, restaurantes, tascas e gelatarias que fecham para descanso de pessoal a um qualquer dia de semana (e até ao sábado e domingo quando há mais gente), outros que fecham para férias (e um mês inteiro se for caso disso) e outros que, às 22h, se recusam a servir uma refeição.

Caramba! Não discuto aqui o direito ao descanso e às férias, desenganem-se. O que discuto é o facto de que, na altura do ano em que podem ganhar mais dinheiro, em que podem fazer como a formiga e amealhar para o inverno, se comportem como cigarras. Com todo o prejuízo que isso acarreta para eles próprios e para a credibilidade da vila.

Se calhar, valia a pena pensarem nisso, não?

Férias e livros

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Estou de férias!

Na verdade, na semana passada, apesar de ter de ir todos os dias para Lisboa, de camioneta, para ir trabalhar, já me sentia de férias. E tudo porque estamos em Sesimbra.

Férias, para mim, é acordar e ver o mar da varanda, estar mais tempo com o marido, os filhos e as patudas. Sair à noite e passear ao pé do mar (se bem que o meu nariz não me tem dado descanso para sair as vezes que me apetece).

Férias é também comer mais grelhados (feitos no carvão) e mais saladas. Não ter horas para comer, nem para acordar nem para deitar (se bem que, como gosto de ir cedo para a praia, acabo por nem me deitar muito tarde).

Férias, que são férias, são com muitos livros para ler. Trouxe oito, achei que uma média de dois livros por semana seria uma boa média. Já li cinco (Misery, Mil Sóis Resplandecentes, Acasos Felizes, A Princesinha e O Último Minuto)... ainda bem que não me atirei da ponte e acabei por os comprar numa promoção, que, aqui em casa, estão mais três que quero reler (1984, Admirável Mundo Novo e Fahrenheit 451) e, em último recurso, a biblioteca é aqui mesmo à frente. Apesar de gostar de ler em todo o lado, a verdade é que, na praia tem um sabor especial. E aqui na varanda de casa também.

Mas férias também é dar uns mergulhos na água gelada de Sesimbra. E leia-se, aqui, por mergulhos, entrar, baixar-me dentro de água até ficar toda molhada e sair a correr. Sim, a água é gelada, enrijece os ossos mas que se lixe. Molho-me e saio. Não tenho vocação para pinguim... E é também estar na praia cedo (excepto quando o sono, por causa do nariz, é demasiado), vir para casa nas horas de mais calor e voltar para a praia à hora do lanche, sem hora de sair de lá. A praia, ao fim da tarde, é fabulosa.

Estar de férias é ir, de vez em quando, ao petisco - comer caracóis, choco frito, conquilhas e afins - e depois comer um gelado - uma cassata ou uma taça. E lanchar, de quando em vez, na Tosta a Metro.

Já vos disse que estou de férias? e a adorar?

Sesimbra em imagens

 

As portas e muros de Sesimbra foram decorados, desta forma, nos últimos tempos. Uns mais bonitos que outros, uns feitos com mais cuidado, outros mais coloridos e outros mais naturais. O que importa é que Sesimbra se mostra, este ano, mais cuidada que nos anos anteriores e onde estavam paredes a cair, surgiram estes desenhos que animam quem por lá circula.

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Mas não é só as paredes. Algumas janelas também estão mais cuidadas, com flores e engalanadas como se de uma festa se tratasse. Pode não ser uma festa mas é, sem dúvida, o meu local de eleição para umas boas férias.

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Férias que passam, naturalmente, pela praia. E que bela praia. A água costuma ser fria, mas no passado sábado estava bem apetecível. Entre a leitura, aquela que me acompanha sempre onde quer que eu esteja, e um ou outro banho, foi uma tarde fantástica e que terminou quase às dez e meia da noite. Ao contrário do que é habitual, a noite estava bastante agradável e não nos apeteceu ir logo para casa.

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Ainda para mais porque estávamos guardados. E bem guardados. Aparentemente a Marinha estava em exercícios em Sesimbra. Ou então fomos invadidos e ninguém nos avisou...

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Claro que ir a Sesimbra e não comer peixe é um crime com punição máxima. São servidos?

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Ainda não foram as férias. Para essas faltam três semanas. Mas foi um fim de semana com cheiro a férias, que deu para matar saudades e para nos mentalizar que estamos quase lá.

Miniférias, em imagens

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 Cassata com chantili, seguramente o melhor gelado de sempre. Sou super fã. Ida a Sesimbra sem comer este gelado, é mais ou menos como ir a Roma e não ver o papa.

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Uma booklover como eu aproveita todos os bocadinhos para ler.

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 Eu, a fortaleza de Santiago totalmente recuperada e a baía de Sesimbra. Para quem não conhece, quer a baía de Sesimbra, quer a Fortaleza merecem uma visita.

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 As minhas princesas de quatro patas.

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 Jogar ao Monopoly é uma excelente forma de passar a tarde em família. No primeiro dia o gaiato ganhou mas no segundo dia vinguei-me...

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 Servidos duns caracóis?

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 Meio metro de tosta para o lanche. São servidos? 

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Da mesma maneira que o gelado, em Sesimbra, é a cassata, o bolo é este. Um bolo de canela de, literalmente, lamber os dedos e pedir mais.

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Quando não há cassata, a opção passa pelo esparguete. Gelado de nata, topping de morango e lascas de amêndoa tostada. Um pedaço de mau caminho.

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A Saphira no seu descanso preferido em férias. A varanda.

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Podem não incomodar a Bunny? ela quer descansar...

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 Há dias de verão com menos pessoas na praia do que no sábado.

Mini férias

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Os dias estão mais quentinhos e, como Nota-se que estou a precisar de férias, nada como aproveitar estes três dias, não para umas Férias numa Sesimbra Francesa mas mesmo no meu destino de descanso preferido.

Desta vez com um gostinho especial, parece que metade do clube das pistosgas que lêem se vai encontrar para um gelado e um passeio, não é Sofia? Fica a faltar a a M* e a Nathy mas lá chegaremos.

Aproveitem bem estes dias de descanso e, pelo meio, se quiserem aprender mais sobre a Páscoa - as tradições, o calculo da data ou sobre os símbolos, passem aqui que não se vão arrepender. 

Férias numa Sesimbra Francesa

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A propósito dA primeira vez #1 da Maria das Palavras, lembrei-me deste texto da minha filha, perdido nas catacumbas deste blog.

Estávamos em 2010 quando eu e o meu marido decidimos oferecer, aos nossos filhos, umas mini férias diferentes.

Aqui está a versão dessas férias contada pela minha gaiata, tinha ela 9 anos.

A meio do terceiro período escolar, os meus pais mentiram-me: disseram, a mim e ao meu irmão, que tinham tirado dias de folga para irmos a Sesimbra. A mãe disse que o nosso carro ia para a oficina, e que tínhamos de ir ao aeroporto buscar o seu afilhado, que vinha da Madeira, no carro da tia. Mas a mãe também disse que, quando fossemos para o aeroporto, tínhamos de levar as malas porque a tia tinha de ir às compras e ia comprar muita coisa e as malas não iam lá caber. Eu e o Martim (o meu irmão) acreditamos. Eu e o Martim, que estávamos a fazer as malas, ouvimos a mãe dizer, alto e bom som, que íamos ver um avião por dentro.

Quando chegamos ao aeroporto, a mãe foi entregar as malas e mandou-nos irmos dar uma volta pelo aeroporto. Quando a mãe regressou, já sem as malas, fomos para a sala de espera do aeroporto. A mãe apontou para um avião e disse que era aquele que íamos visitar.

Passado um bocado, fomos para o avião vê-lo por dentro. A mãe disse que tínhamos de fingir que íamos voar e, portanto, tivemos de nos sentar.

Quando o avião estava prestes a levantar voo, entrei em pânico, e estava sempre a dizer: mãe vamos sair! Mãe vamos sair!...

E continuava desesperada, quando a mãe nos diz: Afinal não vamos para Sesimbra, vamos para Paris!

Eu fiquei de boca aberta e cada vez mais em pânico e perguntei: mãe, o piloto é experiente? Ele já fez muitos voos? Este avião é seguro?

E perguntei muitas mais coisas, ao que a mãe respondeu: sim, este avião é o mais seguro. A TAP (Transportes Aéreos de Portugal) é a companhia de aviões mais segura e ainda só teve um acidente com estes aviões mas foi há muito muito tempo.

Mais tranquila, sossegada e com menos pânico, deixei-me ficar sentada. Momentos depois, a mãe disse que o avião ia levantar voo e, na verdade, começou a andar.

- Tamos a andar – disse o Martim.

- Claro que estamos, não querias ficar aqui parado o tempo todo, Martim – murmurei eu, mas nem a mãe nem o Martim ouviram.

- Encostem-se, vamos começar a andar mais depressa e depois vamos voar!

E começamos mesmo a voar. Íamos a uma grande velocidade.

- França, aqui vamos nós! – disse eu – Paris, aqui vamos nós!

O que o texto não diz – porque ela ficou de escrever a continuação, mas depois acabou por se esquecer (ou teve preguiça) – foi o que aconteceu depois.

A viagem foi muito tranquila, sem poços de ar. Eu a ler um livro, eles a delirar. A meio da viagem pedi à hospedeira se era possível os miúdos, por ser a primeira viagem deles, visitarem o cockpit. A hospedeira falou com o comandante e ficou combinado (mais uma vez sem que os miúdos soubessem) que, quando aterrássemos em Paris, não sairíamos logo para eles poderem ir visitar o cockpit.

E assim foi. A tripulação foi duma simpatia que só visto, deixaram os gaiatos sentarem-se nas cadeiras, mexerem nos botões, explicaram várias coisas e os miúdos estavam nas suas sete quintas. Estivemos, seguramente, mais de meia hora dentro do avião com aquela tripulação fantástica - ao ponto da tripulação seguinte e o pessoal da limpeza estar, cá fora, a espera que nos dignássemos a sair.

Quando saímos, começamos à procura da paragem do autocarro. Para Paris? Não, é que nós não íamos para Paris. Íamos para a Disneyworld. E eles só descobriram isso quando já iamos a caminho. Apesar da paragem ter um Mickey enorme e do autocarro estar decorado com todas as personagens Disney.

Viajar de avião

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Sim, eu gosto de viajar. Sem dúvida alguma. De conhecer outros países, outras culturas, outras comidas, outras formas de estar. E até de aprender como a mesma expressão pode ter significados diferentes em culturas diferentes.

(e aqui recordo, por exemplo, quando estive em Cancun, na minha viagem de finalistas – que saudades dos meus filhos finalistas – que, na visita que fizemos a Chichen Itza, o guia nos ter mostrado toda a cidade Maia, incluindo o campo de jogos e de nos ter explicado, nesse mesmo campo, que o capitão da equipa vencedora era morto no final do jogo, porque a morte era a maior recompensa possível. Depois, um pouco mais à frente, mostrou-nos uma cabeça duma cobra e disse-nos que os Maias diziam que dava sorte tocar nos dentes daquela cobra. Claro que foi um corrupio, todos quisemos tirar a foto da praxe, a tocar nos dentes da cobra. No fim das fotos, o guia riu-se e disse-nos – acho que todos se esqueceram que sorte, para os maias, era morrer… Foi gargalhada geral, naturalmente, mas veio comprovar que, de facto, a mesma coisa pode ter significados muito díspares em diferentes culturas).

Mas adiante, e voltando ao tema – as viagens de avião. Por mais que goste de viajar, não gosto de viagens de avião. Não gosto porque tenho vertigens, gosto de ter os pés assentes na terra e faz-me muita confusão aquelas toneladas todas lá em cima como se fosse muito leve. Dito isto, digo também que não deixo que esse medo me impeça de viajar – o que me pode impedir de viajar é a falta de dinheiro e não o medo dos aviões.

Até aqui tudo bem. Assim como assim, entro no avião, sento-me longe da janela, pego num livro e pronto. A viagem corre bem, seja ela de 14 horas (como foi até a Cancun) ou de hora e meia como foi até ao Funchal (ah e também já viajei num avião da força área entre Lisboa e Montijo – 20 minutitos).

Agora o problema vai ser em 2024 se esta tecnologia for para a frente. É que, ao que parece, só na casa de banho é que vou poder não ver o que se passa no exterior do avião. E isso assusta-me, confesso. Tá certo, será uma poupança no combustível e pode ser (pode ser!) que isso se reflita nos preços e me permita viajar mais vezes. Mas ainda assim… não sei não.

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