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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Nós por cá, tudo bem #1

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Hoje ouvi uma conversa entre a minha filha e um amigo. Dizia o rapaz que tinha de ir apanhar ar. Responde-lhe a minha filha:

Vou dar-te a resposta que sei que a minha mãe te daria. Pega ali num frasquinho, vai à janela e mete o ar lá dentro. Depois fechas o frasquinho e ficas com esse ar só para ti.

(o rapaz deve ter ficado a pensar coisas boas de mim, deve...)

Amor de cão

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Depois da história sobre os Cães reúnem-se no velório de mulher que os alimentava, venho contar-vos a história do cão que o meu bisavô tinha e que me foi contada à momentos pela minha tia Lucilia.

O pai da minha avó materna, o meu bisavô João, tinha um cão rafeiro. Quando morreu, o cão ficou, com as pessoas, no velório, o tempo todo sem sair da sala. A seguir ao funeral, o cão desapareceu e ninguém o encontrou.

Duas semanas mais tarde, quando a minha bisavó foi ao cemitério por flores na encontrou o cão. Morto. Em cima da campa do meu bisavô.

Eu, pelos meus filhos

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Desta vez um desafio diferente. E uma aprendizagem. A Just Mom encontrou esta imagem e fez estas perguntas às filhas. E eu achei engraçado e resolvi colocar as mesmas questões aos meus dois filhos para ver o que é que eles sabem sobre mim. Ficam aqui as perguntas, em português e as respostas de ambos (se bem que a gaiata resolveu responder-me também em inglês, obrigando-me a traduzir…).

  1. O que é que a tua mãe te diz sempre?

Ela – a mãe diz sempre que vai estar sempre comigo, aconteça o que acontecer e que me apoiará sempre.

Ele – Porta-te bem!

  1. O que faz a tua mãe feliz?

Ela – Quando está em casa a ler um livro ou com a família

Ele – Comida

  1. O que faz a tua mãe triste?

Ela – Quando eu ou o meu irmão temos más notas ou nos portamos mal

Ele – Não sei

  1. O que faz a tua mãe rir?

Ela – não sei, penso que algumas coisa que ela faz

Ele – Piadas

  1. Como era a tua mãe enquanto criança?

Ela – Provavelmente muito faladora

Ele – Não sei

  1. Que idade tem a tua mãe?

Ele e ela – 45 anos

  1. Que altura tem a tua mãe?

Ela – 1m74cm

Ele – 1m72cm

  1. Qual é a coisa que a tua mãe mais gosta de fazer?

Ela – Ler livros. Comprar livros. Ver livros. Livros.

Ele – Passear

  1. O que faz a tua mãe quando não estás?

Ela – Se eu não estou, como é que é suposto saber o que ela faz?

Ele – Não sei

  1. Se a tua mãe ficar famosa, vai ser porquê?

Ela – Escrever

Ele – Livros

  1. Em que é que a tua mãe é mesmo boa?

Ela – Ser ela própria (mais ninguém consegue)

Ele – A ler livros

  1. Em que é que a tua mãe não é nada boa?

Ela – Não ser ela própria. E mentir.

Ele – Jogar Call of Duty

  1. Qual é o emprego da tua mãe?

Ela – Trabalha num banco

Ele – Contas

  1. Qual é a comida favorita da tua mãe?

Ela – Não tenho ideia

Ele – Há tantas

  1. O que te faz ter orgulho na tua mãe?

Ela – Tenho muito orgulho em ser filha dela porque ela é incrível

Ele – Simpatia

  1. Se a tua mãe fosse um desenho animado, qual seria?

Ela – Não há nenhum desenho animado como ela

Ele – Não sei, não vejo cartoons

  1. O que é que fazes em conjunto com a tua mãe?

Ela – Várias coisas, como compras, falar sobre livros ou ver televisão

Ele – Passear, ver televisão, jantar

  1. Em que é que és parecido com a tua mãe?

Ela – Na personalidade não sou nada parecida com a mãe. Mas fisicamente somos quase iguais

Ele – Não sei

  1. Em que é que és diferente da tua mãe?

Ela – A mãe adora falar com pessoas e eu sou bastante tímida

Ele – Não sei

  1. Como é que sabes que a tua mãe te ama?

Ela – Porque me aceita como sou e ajudou-me a passar por alguns maus bocados

Ele – Porque é a minha mãe

  1. Qual é o sítio preferido da tua mãe?

Ela – Uma livraria, acho.

Ele – É capaz de ser Sesimbra

 

(Ela tem 13 anos, ele tem 11). 

Ah. A minha altura é 1.74m e a minha comida favorita são maranhos (infelizmente como muito pouco porque não há em Lisboa, e para comer bons maranhos é preciso ir até à Sertã)

Vida Profissional vs Vida Pessoal

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Ontem foi um dia complicado para mim. Há Decisões difíceis que não queremos tomar mas que acabamos por ter de o fazer, depois de pormos o nosso próprio egoísmo para trás das costas e pensarmos no que é melhor para os animais que amamos. A qualidade de vida deles deve estar sempre em primeiro lugar. No caso do Pata Branca não ia haver qualidade de vida e, por isso, a decisão familiar foi unânime. Às 20h tivemos com ele para nos despedirmos e depois fiquei com ele até ao fim.

Ao longo do dia pensei várias vezes nesta decisão e acredito que, profissionalmente, não terei dado o melhor de mim. Afinal sou humana e tenho sentimentos que nem sempre se conseguem por de lado. Quando entro à porta do meu local de trabalho não tenho um cofre ou um armário onde guardar o que sinto para depois, à hora da saída, voltar a pegar nos sentimentos e levá-los para casa. E, em sentido contrário, os problemas do trabalho vão, muitas vezes, comigo para casa (tanto que já me aconteceu – mais vezes do que possam imaginar – mandar emails a mim mesma para me recordar de qualquer coisa que ficou por fazer ou qualquer solução para um problema que surgiu durante o dia).

Felizmente trabalho numa instituição que – quanto a mim – valoriza as pessoas e que não nos trata como máquinas, o que facilita imenso esta dinâmica vida pessoal/profissional e, por isso mesmo, fiquei horrorizada com a história que uma amiga me contou e que vou partilhar convosco.

Aqui há uns dias, os filhos e o marido dessa minha amiga estavam doentes e ela precisava de ir para casa com urgência para lhes dar assistência. Só que tinha uma reunião marcada para as 17h que era inadiável. Conseguiu que a mãe dela ficasse com a família em casa enquanto ela despachava a reunião. No início da reunião pediu que a reunião fosse o mais breve possível porque precisava de sair do escritório por volta das 18h30 para ir dar assistência à família. A chefe não lhe disse nada, pois que entendia a situação mas uma das clientes levou a mal e teve o desplante de lhe “atirar em cara” que não percebia como é que alguém que se dizia profissional punha a vida familiar á frente da vida profissional e ainda acrescentou que também tinha filhos menores e que uma até estava doente e ela estava ali!!!

Não consigo descrever com exactidão aquilo que pensei sobre esta senhora, que afirma, com orgulho, que é mais profissional que mãe. Que entende que a família deve estar sempre em segundo lugar – depois do emprego. Que género de pessoa pensa assim ou que se ofende por alguém pensar nos filhos e no marido antes do trabalho? Terá vida? Ou será que a vida dela é o trabalho, só o trabalho e que vê os filhos como uma obrigação?

Não me entendam mal, eu gosto imenso de trabalhar e adoro o meu trabalho. Tenho colegas e chefes com que me dou bem e dos quais não desgosto. Mas primeiro está a minha Família – a de duas e a de quatro patas – e só depois o trabalho. Mas pelos vistos não sou a única, e ainda bem.

A minha amiga pode ter perdido uma cliente. Mas curioso é que a chefe dela não se importa. E ela também não. E eu posso dizer que tenho orgulho na atitude da minha amiga, que teria sido a minha na mesma situação.

Cybercasamento

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Acho que nunca contei aqui esta história e, na conversa, calhou falar que já tinha assistido a um cybercasamento. O que não disse foi que fui eu que celebrei esse cybercasamento e que, mais tarde (uma ou duas semanas depois) fui madrinha do noivo no casamento pela igreja.

Ora então aqui vai a história.

Em finais de 1997 ou início de 1998, não me recordo ao certo, fiz um upgrade ao computador que tinha em casa para passar a ter acesso à internet. Como nunca tinha mexido nessa coisa assustadora que era a internet, chamei o meu irmão (aquele de que falei aqui) para ir lá a casa ensinar-me algumas coisas. E ele foi. Acompanhado. Pela namorada. Que tinha conhecido no ICQ.

Enquanto ele instalava lá uns programas, entre eles o ICQ, eu e a moça fomos conversando. Afinal ele já lhe tinha falado na mana que era filha de pais diferentes (sempre foi assim que apresentamos o outro aos nossos amigos – somos irmãos filhos de pais e mães diferentes).

Depois do ICQ instalado e do meu nick criado, foi altura de me apresentar ao grupo de amigos deles. Eram imensos e cada um de nós tinha um nick diferente do nome. Eu era a Lea, o meu mano o Fiermont e a namorada era a Nodi. Do grupo fazia parte a Clave, o Road Maniac, o Carpe Diem, o Marte, o Capanegra, o Aladino, a Rosa, o Carsanfer e mais uns quantos que agora não me lembro os nicks.

Aos poucos fomo-nos tornando quase inseparáveis. Eram horas e horas no computador na conversa. Mas não só. Saiamos juntos, íamos ao cinema, às Docas, à Expo, etc etc. E quando regressávamos a casa… fazíamos o checkpoint no ICQ antes de irmos dormir para sabermos que todos tínhamos chegado bem a casa. Sim, tínhamos problemas, eu confirmo…

Mais tarde conheci o Mick, que haveria de se tornar no meu marido, que rapidamente passou a viver comigo (acho que foi uma ou duas semanas, no máximo, depois de nos conhecermos pessoalmente, mas adiante) e que se tornou parte integrante do grupo.

Aquelas noites eram muito engraçadas, confesso-vos. Juntávamo-nos todos no chat do ICQ – chegávamos a ser 20 ou 30 – e passávamos horas à conversa. Nos aniversários cantávamos os parabéns no dito chat, quando batiam à porta lá de casa eu perguntava, no chat, ao Mick (ou vice-versa) qual de nós ia atender a porta… enfim, noites divertidíssimas que ali passávamos.

A Nodi e o Fiermont já namoravam quando o grupo se formou. Eu e o Mick começamos a namorar e a viver juntos em Dezembro de 1998 e quase na mesma altura a Clave e o Road Maniac começaram também a namorar (e a viver juntos).

Em 1999 a Nodi e o Fiermont decidiram (e muito bem diga-se de passagem, que já lá vão quase 16 anos e eu tenho uma sobrinha linda por causa disso) casar. O casamento ia-se realizar em Agosto, na igreja mas todos achamos que fazia todo o sentido que o casamento tivesse primeiro lugar no sítio onde se tinham conhecido – no ICQ. E assim foi.

Avisamos todos do que se ia passar e marcamos a data. Nessa noite, cada um no seu computador, juntamo-nos todos numa grande sala de chat (confesso que não me lembro quantos éramos nem em que data foi). Como não havia padre ou conservador, decidimos, em conjunto, que seria eu – por ir ser a madrinha do noivo – que o celebraria. Lá tive de procurar quais eram as perguntas da praxe e celebramos o cibercasamento do Fiermont e da Nodi. E a 28 de Agosto de 1999 acabaram por celebrar o casamento religioso.

Desses três casais que se juntaram na altura, só a Clave e o Road não estão juntos. Infelizmente, a 26 de Dezembro de 2001, o Road teve um acidente de mota e deixou-nos a todos e ao filho deles, o PP que, na altura, tinha (se não me falham as contas) 16 meses.

Tríptico

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Tenho ideia de já ter mencionado muitas uma ou duas vezes que sou uma mãe muito orgulhosa dos seus filhos. Penso que também mencionei que o meu pirata filho adora pintar e que tem muito jeito para o fazer. Ora e aqui está, novamente, a prova disso. Desde Outubro do ano passado que o moço está a trabalhar neste tríptico que ficou pronto ontem. Digam lá que não é lindissimo?

Vejam aqui o díptico que ele fez para me oferecer.

Férias numa Sesimbra Francesa

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A propósito dA primeira vez #1 da Maria das Palavras, lembrei-me deste texto da minha filha, perdido nas catacumbas deste blog.

Estávamos em 2010 quando eu e o meu marido decidimos oferecer, aos nossos filhos, umas mini férias diferentes.

Aqui está a versão dessas férias contada pela minha gaiata, tinha ela 9 anos.

A meio do terceiro período escolar, os meus pais mentiram-me: disseram, a mim e ao meu irmão, que tinham tirado dias de folga para irmos a Sesimbra. A mãe disse que o nosso carro ia para a oficina, e que tínhamos de ir ao aeroporto buscar o seu afilhado, que vinha da Madeira, no carro da tia. Mas a mãe também disse que, quando fossemos para o aeroporto, tínhamos de levar as malas porque a tia tinha de ir às compras e ia comprar muita coisa e as malas não iam lá caber. Eu e o Martim (o meu irmão) acreditamos. Eu e o Martim, que estávamos a fazer as malas, ouvimos a mãe dizer, alto e bom som, que íamos ver um avião por dentro.

Quando chegamos ao aeroporto, a mãe foi entregar as malas e mandou-nos irmos dar uma volta pelo aeroporto. Quando a mãe regressou, já sem as malas, fomos para a sala de espera do aeroporto. A mãe apontou para um avião e disse que era aquele que íamos visitar.

Passado um bocado, fomos para o avião vê-lo por dentro. A mãe disse que tínhamos de fingir que íamos voar e, portanto, tivemos de nos sentar.

Quando o avião estava prestes a levantar voo, entrei em pânico, e estava sempre a dizer: mãe vamos sair! Mãe vamos sair!...

E continuava desesperada, quando a mãe nos diz: Afinal não vamos para Sesimbra, vamos para Paris!

Eu fiquei de boca aberta e cada vez mais em pânico e perguntei: mãe, o piloto é experiente? Ele já fez muitos voos? Este avião é seguro?

E perguntei muitas mais coisas, ao que a mãe respondeu: sim, este avião é o mais seguro. A TAP (Transportes Aéreos de Portugal) é a companhia de aviões mais segura e ainda só teve um acidente com estes aviões mas foi há muito muito tempo.

Mais tranquila, sossegada e com menos pânico, deixei-me ficar sentada. Momentos depois, a mãe disse que o avião ia levantar voo e, na verdade, começou a andar.

- Tamos a andar – disse o Martim.

- Claro que estamos, não querias ficar aqui parado o tempo todo, Martim – murmurei eu, mas nem a mãe nem o Martim ouviram.

- Encostem-se, vamos começar a andar mais depressa e depois vamos voar!

E começamos mesmo a voar. Íamos a uma grande velocidade.

- França, aqui vamos nós! – disse eu – Paris, aqui vamos nós!

O que o texto não diz – porque ela ficou de escrever a continuação, mas depois acabou por se esquecer (ou teve preguiça) – foi o que aconteceu depois.

A viagem foi muito tranquila, sem poços de ar. Eu a ler um livro, eles a delirar. A meio da viagem pedi à hospedeira se era possível os miúdos, por ser a primeira viagem deles, visitarem o cockpit. A hospedeira falou com o comandante e ficou combinado (mais uma vez sem que os miúdos soubessem) que, quando aterrássemos em Paris, não sairíamos logo para eles poderem ir visitar o cockpit.

E assim foi. A tripulação foi duma simpatia que só visto, deixaram os gaiatos sentarem-se nas cadeiras, mexerem nos botões, explicaram várias coisas e os miúdos estavam nas suas sete quintas. Estivemos, seguramente, mais de meia hora dentro do avião com aquela tripulação fantástica - ao ponto da tripulação seguinte e o pessoal da limpeza estar, cá fora, a espera que nos dignássemos a sair.

Quando saímos, começamos à procura da paragem do autocarro. Para Paris? Não, é que nós não íamos para Paris. Íamos para a Disneyworld. E eles só descobriram isso quando já iamos a caminho. Apesar da paragem ter um Mickey enorme e do autocarro estar decorado com todas as personagens Disney.

O que me faz sorrir

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Ontem, numa das minhas séries preferidas – Bem Vindo a Beiras – a aldeia procurava o que fazia os seus habitantes sorrir. E que belo mote para um post num dia invernoso, não acham?

Então a mim, o que me faz sorrir é a família; o cheiro dum livro novo; o sorriso das crianças; as lambidelas das Bunny e da Saphira; o arco-íris; o (re)encontro com amigos e amigas; ler na praia; sentar-me, sem tempo e hora, num banco de jardim com um livro por companhia.

Para cinzento já basta o dia lá fora e por isso deixo-vos o desafio. Vamos lá encher os nossos blogs de sorrisos e do que vos faz sorrir. Contem-nos lá o que vos faz sorrir.

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