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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

"Viagens" e "Chama-lhe Amor" no Porto

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É já no próximo dia 11 de Outubro, que vamos estar no Porto, a Vera Lúcia Silva e eu para as apresentações dos livros Chama-lhe Amor e Viagens. Será às 16h30 na Maria Bôla - coffee & bakery na Rua de Cedofeita nº 516 - Porto. 

Eu irei apresentar o livro da Vera e ela apresentará o meu livro.

Viagens tem o prefácio de M.J. - que fala das viagens - e as palavras finais de Maria das Palavras - que pos a patorra num livro - M*Sofia MargaridaNiceNathy e BataeBatom - num Art's friday

Sobre Chama-lhe Amor, a Gaffe, a Maria das Palavras, a Petrolina, a Mia, a Joana, a Dona Pavlova, a Cris já leram e escreveram sobre ele.

Contamos convosco por lá?

 

e já agora, caso pretendam ganhar dois dos meus livros, há Passatempo Duplo no Planeta da Márcia

Stone Art Books

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Ser bibliófila com laivos de bibliomania é, também, gostar de partilhar convosco os livros que leio, as leituras que faço, o que penso ou sei sobre este ou aquele escritor. Acima de tudo é partilhar convosco tudo o que um livro pode fazer por nós.
Nesta minha casa, para além dos livros, falo de tudo o resto. Falo da minha vida, das coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Com humor – com todo o tipo de humor. E assim continuará.
Mas os livros também eles são a minha casa, para onde regresso sempre e de onde nunca saio. Quando acabo um livro é como se morresse uma parte de mim mas que, logo que pego noutro, essa parte ressuscita mais forte que nunca.
E quando me afasto deles – dos livros, da leitura – pelas incontáveis distracções que me tentam, sinto a ausência dessa presença tão confortável, sinto falta do calor que os livros me transmitem, das vidas que vivo e das viagens que faço. Por isso o afastamento é sempre por pouco tempo.
Os livros são a minha droga, a minha bebida. Sabem a mar, a praia, a sol e a férias. Sabem a Natal, a prendas e a amor. Amor, sim, porque é amor aquilo que sinto por eles.
Pelo amor que sinto por eles, por eles também serem a minha casa, mereciam já um cantinho especial, um espaço só deles. Nasceu hoje, por isso, um espaço que será a continuação deste mas dedicado exclusivamente a livros, leituras, escritores e autores.
Espero a vossa visita no Stone Art Books!

Game of Thrones – Update

Como já contei, só este mês é que comecei a ver a série televisiva Game of Thrones, baseada nos dez livros escritos por George R.R. Martin, A Game of Thrones – A Song of Ice and Fire (A Guerra dos Tronos - As Crónicas de Gelo e Fogo, em português).

Pois bem, ontem chegamos ao primeiro episódio da quinta e última temporada (pelo menos até agora). Antes do episódio começar festejei (interiormente) o facto de já poder ver esta temporada com legendas (apesar de perceber inglês quase perfeitamente, sou deveras preguiçosa).

Claro está, faltam ainda nove episódios para completar a maratona (houve quem a fizesse em livro nos últimos tempos) mas acredito que posso já fazer este update, uma vez que a minha opinião não deve mudar depois de 41 episódios.

Tenho de reconhecer que os 12 Emmys que a série recebeu esta noite são merecidos. Efectivamente a série é fabulosa, os efeitos especiais, a representação, os cenários… Tudo está perfeito.

Excepto que… eu sei o que vai acontecer a seguir. Sei quem morre, quem sobrevive, os acordos que são feitos ou quem os quebra. Quem se une ou quem se desune. E, apesar de ter acabado de ler o décimo livro em 2012, toda a história está bem fresca – pudera, ninguém está a salvo da morte ou da traição! E saber tudo isto tira imenso entusiasmo à série.

Creio, honestamente, que é ai que reside a história do sucesso da série. O desconhecido. A surpresa, o suspense… Creio que é a primeira série em que as personagens – principais e secundárias, boas ou más – morrem indiscriminadamente, sem pré-aviso e quando mais gostamos delas (das boas, vá).

Sei bem que, no final da quinta temporada estarei em pé de igualdade com quem só viu a série. E que irá sair, em simultâneo com a estreia da sexta temporada, o décimo primeiro livro. Quanto ao livro, confesso que não sei se o comprarei. A leitura do último volume (o décimo) já foi penosa. A sensação que tive, ao longo do livro, é que o escritor estava a tentar arrumar as coisas com sacrifício, só para deixar o mínimo em aberto porque estaria farto – sei que eu estava farta.

Talvez nessa altura, não lendo o livro e vendo a sexta temporada, eu me apaixone pela série televisiva. Para já vejo-a, gosto de a ver, mas sem aquela paixão que outros sentiram.

10 factos sobre Agatha Christie

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Ainda no seguimento do 125º aniversário do nascimento de Agatha Christie, a Rainha do Crime, há alguns factos pouco conhecidos acerca da autora que o Goodreads partilhou com os seus utilizadores e que vos trago aqui hoje.

  1. Com 26 anos trabalhava com venenos

Depois de trabalhar como enfermeira durante a primeira guerra mundial, Agatha Christie tornou-se assistente de farmácia permitindo-lhe acesso a uma miríade de toxinas. "A morte por envenenamento foi o método que escolhi, provavelmente por estar rodeada de venenos" explicou a autora sobre a sua decisão de incluir estricnina e brometo no primeiro romance publicado, O misterioso caso de Styles.

  1. As suas melhores ideias apareceram enquanto comia maçãs e bebia chá — no banho.

Infelizmente, as banheiras modernas eram "muito escorregadias, sem um bom apoio de madeira para o lápis e papel," pelo que acabou por desistir deste hábito.

  1. Foi uma das primeiras pessoas britânicas a tentar surfar.

Teve essa oportunidade numa viagem para o Havai com seu primeiro marido, Archie Christie que já praticava bodyboard, tendo-se adaptado muito rapidamente a este desporto. "Fiquei especialista, ou pelo menos especialista do ponto de vista europeu — o momento triunfal do dia era quando mantinha o meu equilíbrio e ia em pé até à costa na prancha."

  1. Durante a segunda guerra mundial, o MI5 investigou Agatha Christie.

O culpado? O livro editado em 1941, N ou M . O MI5 ficou incomodado pela inclusão do romance de um personagem chamado Major Bletchley que alegava possuir segredos críticos em tempo de guerra. Questionaram então se a autora se estaria a referir a uma pessoa real, Dilly Knox, seu amigo e um criptoanalista no Bletchley Park. A romancista insistiu que se tratou apenas duma coincidência — "Bletchley? Meus queridos, eu estava presa nessa estação, na viagem de comboio de Oxford para Londres e vinguei-me, dando esse nome a um dos meus personagens menos amáveis." — e o MI5 acabou por terminar a investigação.

  1. Odiava pudim de marmelada, indo ao ponto de o usar para matar um homem no romance de 1953,Um punhado de centeio

No entanto, e para ser justo, a causa da morte foi taxina, um veneno alcalóide que foi colocado na marmelada que a vítima comeu.

  1. No auge de sua popularidade, Christie via-se como uma "máquina de encher chouriços ".

A editar dois livros por ano e com um calendário bastante exaustivo  declarou: “Sou uma máquina de encher chouriços, uma autêntica máquina de encher chouriços".

  1. Agatha Christie cresceu a acreditar que sua mãe era vidente.

A Rainha do Crime sempre afirmou que a sua infância foi "muito feliz", provavelmente pela educação que lhe foi dada pela mãe, que acreditava ser vidente. Apesar de serem católicos, o exoterismo predominava na sua casa.

  1. Ninguém pode confirmar ou negar que alienígenas abduziram Agatha Christie em 1926.

É apenas mais uma das teorias (e seguramente a mais parva) que tenta explicar o desaparecimento da autora. Na noite de 3 de Dezembro de 1926, após o marido lhe pedir o divórcio, a escritora despediu-se da sua filha com um beijo, meteu-se no carro e, por onze dias, ninguém soube dela. Mais de 15.000 voluntários procuraram na área sem sucesso. Chegou a ser equacionado que teria sido assassinada pelo marido Archie, até que, onze dias depois, Agatha Christie apareceu num hotel em Harrogate, Inglaterra. Este desaparecimento nunca foi explicado.

  1. Para além de ser uma escritora famosa de crime e mistério, foi também uma escritora de romances de sucesso.

Agatha Christie escreveu seis romances sob o pseudónimo de Mary Westmacott, incluindo Retrato inacabado, uma história semi biográfica sobre um escritor que tenta suicídio após seu casamento se desmoronar.

  1. Agatha Christie vendeu mais livros do que o número de habitantes na China e na América.

Com quase quatro bilhões de cópias vendidas em 103 línguas, ela permanece como a escritora com mais livros vendidos de sempre

Um décimo primeiro facto interessante é que As Dez Figuras Negras foi escolhido como o melhor romance de Agatha Christie numa votação que se realizou no início deste mês de Setembro.

Princesa Mecânica

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Princesa Mecânica (Caçador de Sombras - As Origens - Livro 3) de Cassandra Clare

Editado em 2013 pela Editorial Planeta

ISBN: 9789896574482
 
Sinopse
Último livro da sequela de sucesso da série Caçadores de Sombras, que nos mostra as suas Origens. Tessa Gray devia estar contente, como todas as noivas! Mas, enquanto se prepara para o casamento, uma rede de sombras envolve os Caçadores de Sombras do Instituto de Londres. Surge um novo demónio, ligado pelo sangue e secretismo a Mortmain, o homem que tenciona usar um exército de impiedosos autómatos, os Instrumentos Infernais, para destruir os Caçadores de Sombras. O perigo, a traição, os segredos, os feitiços, o amor e a morte entrelaçam-se quando os Caçadores de Sombras quase se autodestroem na conclusão de cortar a respiração da trilogia de os Caçadores de Sombras, as Origens.
 
A minha opinião
Posso chorar um bocadinho antes de escrever o que quer que seja? Vamos lá a ver, eu também fico tão contentinha quando há um triangulo amoroso que se resolve tão bem como este. É comovente, lindo e espectacular. Amei, de coração, o final do livro e o facto de tudo se ter resolvido tão bem e de ter ficado explicado uma ou outra situação dos livros que são seguintes mas que eu li primeiro.
Tessa e Jem estão de casamento marcado. Mas a sombra de Mortmain continua a assombrar os caçadores de sombras. Jessamine volta ao Instituto na altura em que os autómatos o atacam, acabando por a matar e por ferir os caçadores de sombra. Tessa acaba raptada e é a irmã de Will que se apercebe, finalmente, onde Mortmain está escondido. Enquanto Charlotte tenta convencer a Clave a movimentar os caçadores de sombras para salvar Tessa, Will vai tentar, por tudo salvá-la. Mas sem a ajuda de Jem que está a morrer.
Mortmain acaba por explicar a Tessa quem é ela, quem são os seus pais e porque tem aqueles poderes.
Uma parte curiosa deste livro é o facto de que, tanto Tessa como Will são apaixonados por livros. E um dos livros que Tessa mais gosta - e onde vai buscar, imensas vezes, inspiração - é Jane Eyre. Até aqui nada de mais, não fosse dar-se o caso de ser este o livro que vou ler de seguida, em conjunto com o Clube das Pistosgas - a M*, a Sofia Margarida e a Nathy. Sinto que já sei parte da história antes mesmo de a ter lido.
Parece que, daqui para a frente e, se eu quiser - que quero - continuar a ler a saga dos caçadores de sombras, terei de o fazer em ebook e em inglês. Duas coisas juntas que não me agradam mas que acabarei por ceder porque a autora e a saga o merece.