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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

A filha do Papa

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A Filha do Papa de Luís Miguel Rocha
Editado pela Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04411-2
 
Sinopse
Será o anti-semitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?
Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objectivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano - a filha do Papa Pio XII.
Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa.
Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?
 
A minha opinião
O primeiro livro que li de Luís Miguel Rocha foi A Mentira Sagrada que me deixou encantada e com vontade de ler mais deste malogrado escritor. A oportunidade surgiu quando encontrei A Filha do Papa e O Último Papa à venda num grupo de venda de livros usados, por € 10,00 cada. Considerando que, na Wook, estão à venda por € 15,93, acho que estou perdoada por ter acrescentado mais dois livros à extensa lista de livros para ler.
Esta podia ser a história de amor entre um homem e uma mulher, Eugénio e Josefina, não fosse o caso de o primeiro ser o Papa Pio XII e a segunda ser a Madre Pascalina, a mulher que teve mais poder dentro do Vaticano. Desse amor nasce uma filha, Anna, que, rapidamente, se torna no segredo mais bem guardado da Igreja Católica e, ao mesmo tempo, o maior empecilho à beatificação do Papa Pio XII.
Quando começam as mortes dos relatores, e Niklas é raptado, Rafael tenta, a todo o custo, salvaguardar a vida de Sarah, ao mesmo tempo que tenta proteger Anna.
Aos 82 anos, Anna, obrigada, por toda a sua vida, a viver escondida de todos e guardada com uma prisioneira, apenas deseja passar os últimos dias da sua vida em liberdade. 
De início o livro pode ser confuso. Demasiadas personagens novas em simultâneo e sem ligação aparente entre elas. Aos poucos as personagens vão ganhando o seu lugar e vamos percebendo o que se passa. A surpresa vem no fim, quando se descobre quem está por detrás de tudo.
Bem sei que devia ter lido O Último Papa primeiro, uma vez que A Filha do Papa é o último da série Vaticano, mas confesso que descobri isso depois de ter começado este e não me apeteceu interromper a leitura.

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