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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Amor de cão

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Depois da história sobre os Cães reúnem-se no velório de mulher que os alimentava, venho contar-vos a história do cão que o meu bisavô tinha e que me foi contada à momentos pela minha tia Lucilia.

O pai da minha avó materna, o meu bisavô João, tinha um cão rafeiro. Quando morreu, o cão ficou, com as pessoas, no velório, o tempo todo sem sair da sala. A seguir ao funeral, o cão desapareceu e ninguém o encontrou.

Duas semanas mais tarde, quando a minha bisavó foi ao cemitério por flores na encontrou o cão. Morto. Em cima da campa do meu bisavô.

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