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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Aprender uma coisa nova por dia, nem sabe o bem que lhe fazia! #13

 

azeite.jpg

Cá em casa usa-se imenso azeite - para estrelar e mexer os ovos, para fritar batatas, como tempero, para cozinhar... Somos um dos causadores de Portugal consumir 78 mil toneladas de azeite por ano.

A palavra "Azeite" encontra a sua origem na junção de "az + zait" e significa "sumo da azeitona" - mas afinal que processo transforma a azeitona em azeite?

São necessárias de 1300 a 2000 azeitonas para produzir 250 mililitros de azeite.

Antigamente as azeitonas eram apanhadas à mão mas hoje já há processos mecanizados para a apanha da azeitona. Este processo evita que a azeitona caia no chão e fique danificada.

Depois de pré-seleccionadas por variedade e maturação, as azeitonas são colocadas numa espécie de tapetes rolantes para serem lavadas e limpas. Segue-se a balança, onde são pesadas já sem folhas, e o loteamento em depósito, onde ficam retidas à espera de serem transformadas (as azeitonas verdes são separadas das maduras).

A seguir passa-se ao processo de moagem. As azeitonas são trituradas até ficarem em pasta. Uma vez aquecida a baixa temperatura, a pasta “viaja” para decantadores horizontais que dividem a parte sólida da líquida. A primeira é chamada de bagaço, do qual é retirado o caroço de azeitona para ser posteriormente utilizado no aquecimento da caldeira do lagar. A líquida, por seu turno, é reencaminhada para as centrifugadoras verticais que separam o azeite da água. O azeite é depois filtrado e engarrafado para posterior comercialização.

São três os factores que fazem um bom azeite — gordura, humidade e acidez da azeitona. “Quanto mais gordura tiver, melhor. A humidade tem de estar equilibrada e em relação à acidez… o bom é ser o mais baixa possível”. Os azeites top são aqueles com 0,3% de acidez; acima de 0,8% são desclassificados e passam de “extra virgem” a “virgem”. Recordemos: há três variedades, isto é, categorias que chegam ao mercado, extra virgem (só pode ter qualidades), virgem (admite um pouco de defeito) e o azeite (uma parte vem de azeite refinado e a outra de azeite virgem).

No armazenamento são utilizadas garrafas escuras porque o azeite envelhece e, ao contrário do vinho, perde qualidades.

E quais as vantagens da sua utilização? O azeite é uma gordura com elevada digestibilidade e que não sobrecarrega o sistema digestivo. Tem uma acção benéfica sobre o funcionamento do estômago por diminuir a secreção de suco gástrico e proteger a mucosa. No pâncreas ajuda a melhorar a secreção de insulina, ajudando a manter as glicemias controladas. Tem ainda vantagens ao nível da vesícula biliar e do intestino. Rico em ácidos gordos mono-insaturados revela ainda vantagens a nível cardiovascular, conduzindo a um aumento do colesterol HDL (colesterol "bom"), pelo que tem um efeito protector contra a doença coronária. Fonte de vitaminas lipossoluveis (A, D, E e K), tem um elevado poder antioxidante, retarda o envelhecimento celular, protege e tonifica a epiderme, favorece a absorção de cálcio, a mineralização óssea e o crescimento, acelera os processos metabólicos, reduz a prisão de ventre, favorece a absorção de outras vitaminas e sais minerais e tem efeito protector comprovado contra alguns cancros (mama e intestino).

(retiradas informações de vários sites da internet) 

 

(podem consultar, aqui mesmo ao lado, os tópicos já publicados nesta rubrica)

Quem participa na rubrica:

Segunda-feira - Nia

Terça-feira - Ana

Quarta-feira - Bomboca de Morango

Quinta-feira - Sofia Margarida

Sexta-feira - Magda L Pais

Sábado - Dona Pavlova

Esta rubrica não está restringida a nós. Todos podem participar. Só vos pedimos que nos dêem conta, de alguma forma, do post onde o fizeram para que possamos acrescentar na lista dos tópicos publicados.

 

PS - supostamente esta rubrica devia ter sido publicada na sexta-feira. Mas nesse dia publiquei, de manhã, o Melhor de 2014 (onde está incluída esta rubrica) e contava ter tempo para preparar e publicar a rubrica à tarde. Afinal só o consegui fazer hoje... sorry!

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