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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Cadeiras de hospital

Hoje cheguei a um hospital por volta das 9h30 e sai de lá eram 15h. Fui acompanhar o meu maridão que foi, finalmente, fazer o exame que faltava (e que não pode fazer da outra vez como contei aqui).

Foram cinco horas e meia de espera, entre chegarmos, o rapaz ser chamado (exame marcado para as 10h, foi chamado às 11h40...) e virmos embora. Cinco horas e meia sentada em cadeiras de plástico, desconfortáveis. Muito desconfortáveis... ao ponto de sentir o meu rabiosque ficar com o formato da cadeira!!!

E alternativas? bom, havia duas alternativas - as cadeiras de madeira (tão ou mais desconfortáveis que as de plástico) ou ir para o café em frente ao Hospital.

Eu até fui ao café. Fazer isso mesmo, beber um café. E ler, claro. Demorei 40 minutos no café. Entre não ter paciência nem feitio para estar horas a fio num café sem consumir e o não saber quanto tempo demorava o exame ou quando é que ele saia, acabei por voltar para a sala do hospital.

Havia quem dormisse na sala (e ressonasse. Muito!) Eu lia (felizmente levei dois livros - acabei um e estou a meio do outro). Naveguei na internet. E esperei. E fiquei com dores nas costas de tão desconfortável que estava.

Não digo que fosse preciso por sofás nas salas de espera dos hospitais (principalmente para os acompanhantes de doentes que vão fazer exames demorados), mas será assim tão difícil ou tão mais caro encontrar modelos de cadeiras mais ergonómicos e mais confortáveis? Será que estou a pedir demais? é que assim, o que me parece que acaba por acontecer é que os acompanhantes tornam-se doentes.

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