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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Chama-lhe Amor

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Há pessoas que nos marcam. Que entram de mansinho nas nossas vidas e que, aos poucos vão ganhando o seu lugar e que, de repente, damos conta que já não passamos um dia sem dizer olá, sem conversar com elas. Foi assim com a Vera. E quando a Vera começou a enviar-me partes deste seu romance eu fiquei encantada. Já sabia da sua apetência para a escrita mas, confesso que, ainda assim, me surpreendeu pela positiva. É um livro viciante, que se lê na pressa de chegar ao fim e de saber, afinal, se a Maria fica com a sua paixão ou não. E digo-vos eu, que tive o grato prazer de o ler antes de ser editado, que todos nós devíamos amar assim.

Mas o meu prazer não fica por o ter lido antes de ser lançado. Vai ser ainda maior porque a Vera me convidou a apresenta-lo no dia do lançamento. Que coincide com o dia da apresentação das minhas Viagens na Amadora. É no próximo dia 4 de Julho, às 17h. Conto convosco a essa hora!

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Sinopse 

Maria é uma mulher de meia-idade, casada, com três filhas e com um trabalho estável onde perde os dias. No entanto, não é feliz.

Durante anos Maria coloca em papel as palavras que lhe intoxicam a alma e que são a descrição de um amor impossível, que a acompanha desde sempre, num crescimento e formação pessoal.

Este livro é a descrição dos anos que passam por entre a vida, num sentimento lúgubre de ausência, abandono, inutilidade e amor obsessivo e um acompanhamento da perda das suas capacidades mentais e físicas até lhe ser dada a perceber a real dimensão do sentimento que a consome.

Passagem do livro

Amo-te. Repito hoje, creio que te repeti ontem e às vezes já nem sei as vezes que repeti na cantilena das folhas secas que caem nos jardins do bairro.

E nunca amei assim, com esta dimensão de vida que me calca o peito e a alma e comanda as palavras. Nem – porque não dizê-lo? – os meus filhos. Nunca amei alguém, com ganas de morrer e viver e saltar e ficar quieta, em prantos de ausência, como te amo a ti. Nunca amei a pessoa errada.

Desta forma errada.

E ainda assim, repara, acredita, ainda assim juro que nunca estive tão certa do que sinto e do que me constrói naquilo que sou. Amo-te. Nasceu sem eu dar conta. Cresceu de mansinho em cada manhã, em cada palavra banal, em cada olhar teu de abismo. 

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