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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Chama-lhe Amor

Chama-lhe Amor de Vera Lúcia Silva
Editado em 2015 pela Lua de Marfim
ISBN: 978-989-8724-65-6

Sinopse 

Maria é uma mulher de meia-idade, casada, com três filhas e com um trabalho estável onde perde os dias. No entanto, não é feliz.

Durante anos Maria coloca em papel as palavras que lhe intoxicam a alma e que são a descrição de um amor impossível, que a acompanha desde sempre, num crescimento e formação pessoal.

Este livro é a descrição dos anos que passam por entre a vida, num sentimento lúgubre de ausência, abandono, inutilidade e amor obsessivo e um acompanhamento da perda das suas capacidades mentais e físicas até lhe ser dada a perceber a real dimensão do sentimento que a consome.

A minha opinião

Não posso precisar o dia em que a Vera me falou, a primeira vez, no livro que ia começar a escrever. Sei que, conhecendo a escrita dela como conheço, fiquei ansiosa por o começar a ler e pedi-lhe, por tudo, que me fosse enviando conforme fosse escrevendo. E ela, que é uma querida (mas não lhe digam nada) assim fez.

E, definitivamente, apesar de esperar qualidade, a verdade é que fui surpreendida pela excelência. Posso contar-vos que, acho que foi na segunda remessa de texto, após receber o texto, comecei a ler às 23h, pensando que só ia ler um bocadinho antes de ir dormir. Pois… li até ao fim e fiquei aborrecida por terminar ali. Quando, finalmente, recebi a versão final, li todas as páginas de seguida e sem intervalo.

Chama-lhe Amor é um diário. O diário de Maria, uma tipa comum que, no Sábado, foi calçar umas meias, e que se apaixona de uma forma intensa. 

Todos devíamos amar com a intensidade com que Maria se apaixona e como vive esse amor. Porque não há amores errados ou pessoas erradas. E é isso que vamos pensando enquanto Maria nos vai descrevendo como passa os dias e como se sente em relação a este amor.

Se esperam um romance leve, um romance que não vos obrigue a pensar, então este é o livro errado. Como o amor de Maria, este é um livro que nos leva a reflectir sobre a dimensão do amor e da mente humana. Mais não fosse por isso e valeria cada palavra nele escrita. Juntemos-lhe a concretização dum sonho da Vera e temos este Chama-lhe Amor. Leiam e depois digam-me se não tenho razão.

Podem conhecer mais sobre este livro e contactar a autora através desta página no facebook:

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