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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Ciclistas em Lisboa

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Deixem-me começar com uma espécie de disclaimer. Eu não sei andar de bicicleta. O meu avô tentou que eu aprendesse, usou todas as técnicas possíveis e imaginarias mas eu nunca consegui. Diria que tenho uma falta de equilíbrio crónico e talvez tenha sido isso que tenha levado a não conseguir andar de bicicleta.
No entanto e apesar disso, admiro quem anda, acho que são corajosos, principalmente aqueles que, na cidade das sete colinas, usam a bicicleta para se deslocar.
Corajosos e estúpidos! (vá, não todos mas alguns)
Hoje, em plena Avenida da Liberdade em hora de ponta, andava um anormal ciclista a imitar o Fangio e a fazer ultrapassagens e razias aos carros. Bem sei que a lei permite mas, caramba, será que o dito jovem não entende que, se algo correr mal, ele paga com o corpo? E que lhe pode sair caro?
De que serve a lei permitir a circulação das bicicletas nas estradas se o ciclista morrer porque calculou mal e um carro o abalroou? Virá do além dizer: Eu morri ilegalmente?
Para mim, honestamente, não faz qualquer sentido correr riscos desnecessários. Andar de bicicleta sim mas com segurança e sem se esquecerem que o corpo com que nasceram é o único que tem e não permite substituição.

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