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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Conversas ... Na farmácia

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Ontem fui à farmácia porque me doía o ombro e:

 

- Boa tarde, dói-me aqui o ombro, queria um emplastro por favor?

- Boa tarde. E o que lhe dói? o músculo, o tendão ou o osso?

- .... Pois.. dói-me o ombro. Não sei qual parte. Olhe, é aqui onde está o dedo.

- Ah aí deve ser o músculo. E quer um emplastro quente, frio ou medicamentoso?

- ... Eu quero é que pare de doer... não gostava que fosse frio, que já basta o frio da rua, mas quero é melhorar.

- Bom, pode ser qualquer um...

- Qual é o mais rápido?

- O medicamentoso.

- Então é esse, por favor.

 

Esta conversa fez-me lembrar a anedota do papel higiénico e da sanita. Tenho saudades dos tempos em que chegava à farmácia, pedia um emplastro e davam-me logo. Que mania a de complicarem coisas que podem ser simples...

 

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