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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

ele há com cada estudo...#2

Um estudo de 2010, do Tilburg Institute for Behavioral Economics Research, na Holanda, concluiu após um inquérito realizado junto de estudantes universitários que as mulheres que adoptam o nome do marido são “mais carinhosas, mais dependentes, menos inteligentes, mais emotivas, menos competentes e menos ambiciosas”. Pelo contrário, os inquiridos consideraram “menos carinhosa, mais independente, ambiciosa, inteligente e competente” as que mantiveram o nome de solteira.

retirado daqui

 

Eu adoptei o apelido (na verdade os dois apelidos) do meu marido e: 

  • Sou menos emotiva que a minha irmã do meio (até há quem diga que sou mais a fria das três irmãs), que optou por não adoptar o apelido do marido
  • Sou bastante independente (até há quem diga que em excesso)
  • considero-me inteligente, competente e ambiciosa q.b.

E conheço mulheres que não adoptaram os apelidos dos maridos e:

  • tem a ambição duma batata;
  • a inteligência duma barata;
  • a competência dum grilo;
  • são tão carinhosas quanto um esfregão de arame;
  • entre outras coisas simpáticas que se podem dizer.

Por mais que tente, não consigo ver a ligação entre as capacidades das mulheres e a adopção, ou não, do apelido do marido.

Mas que mania esta de se espartilhar, classificar e estudar tudo. Se tem demasiado tempo livre, venham cá ter comigo que eu arranjo-vos que fazer. Se tem dinheiro a mais, passem-no para a minha conta que eu tenho bom destino a dar-lhe.

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