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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Empresários (ou então não)

 

Falencia.jpg

Ontem à tarde tive a oportunidade de ver a estreia do Shark Tank em Portugal. Gosto imenso da versão americana e estava curiosa para saber como correria a versão portuguesa.

Apesar de não ser tão bom como o original, não se vê mal (e eu tenho de comprar o primeiro produto para as meias!!!). 

No entanto desiludi-me imenso com os empresários portugueses. Ou pelo menos com um deles, cuja atitude reflecte, infelizmente, a atitude de muitos empresários. E foram (e são) essas atitudes - entre outras questões - que levaram o país ao estado calamitoso em que está e ao aumento do desemprego da forma como aumenta.

Falo do negócio da LusoScreen. Inicialmente o dono da empresa pretendia € 500.000,00 por 35% da empresa. Acabou por vender os 100% pela mesma quantia depois de recusar fazer o negócio por 70% (com aumento de capital). E porque é que não aceitou vender os 70% e ficar com uma parte, ainda que pequena? Porque não queria qualquer responsabilidade nos pagamentos de impostos (Finanças e Segurança Social). E a seguir, quando estava a negociar a venda dos 100% ainda perguntou se eram limpos porque não queria pagar impostos...

E é precisamente aqui que reside o nosso problema - ninguém quer pagar impostos: nem os empresários, nem os particulares. Esquecem-se que os impostos estão altos - é verdade - porque há imensa fuga ao seu pagamento.

Quando apareceu a obrigatoriedade de se pedir factura muitas das vozes contra essa medida diziam que "assim o estado vai saber quando eu ganho efectivamente" ou "assim vão descobrir que eu recebo uns trocos por fora". Poucos foram os que perceberam que assim há menos hipótese das empresas fugirem ao pagamento das suas obrigações.

Vamos longe, vamos...

 

(na mesma semana aparece a notícia que uma empresária de Aljubarrota deu casa e emprego aos dois sem abrigo que a TVI acompanhou, o que me deixa com alguma esperança que as coisas podem melhorar. Assim seja!)

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