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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Eu & a Autoridade Tributária

AUTORIDADE_TRIBUTARIA_ADUANEIRA.jpg

Nas últimas semanas e por causa de mais uma confusão na legislação portuguesa tenho ido várias vezes a uma repartição de finanças aqui de Lisboa. Hoje lá fui de novo, logo pela fresquinha, que é mais rápido.

E sai de lá com a certeza que a confusão não é só na legislação mas também nas mentes portuguesas.

Eu sei, todos sabemos, que estamos a sofrer, na pele, o aumento da carga fiscal, a diminuição dos rendimentos e o aumento do controlo fiscal. E também sei, todos sabemos, que a culpa é da Autoridade Tributária. Todos de acordo, certo? Então avancemos.

Meus caros, quem é, afinal, a Autoridade Tributária? Não sei se já pensaram no assunto mas eu já. E se não sei ao certo quem é a AT, há uma coisa que tenho a certeza – é que a AT, a responsável pelos maus momentos que passamos, não é o empregado que está sentado na repartição a atender os contribuintes. Esse empregado é tão contribuinte como nós e está sujeito aos mesmos cortes e aumentos que nós.

Gritar, ameaçar e barafustar com quem nos atende nas repartições da AT é o mesmo que gritar, ameaçar e barafustar com uma parede – ambos tem o mesmo poder de decisão, ou seja, nenhum! As leis, portarias, normas, etc., são elaboradas por quem tem poder para tal e quem o faz não está sentado à secretária a atender os lesados. Quem está na secretária a atender-nos é tao lesado quanto nós. Tem apenas o azar de estar do lado contrário e a dar a cara por uma entidade sem cara.

E também não vale a pena gritarem aos funcionários da AT que deviam contratar mais pessoas. Mais uma vez, quem vos está a atender não tem poder para decidir se devem, ou não, ser contratadas mais pessoas.

Pensem que, muitas vezes, os funcionários entendem os nossos problemas, querem ajudar-nos a resolvê-los mas estão impedidos porque não tem poder decisório.

Pensem nisto, na próxima vez que forem a uma repartição de finanças irritados com o sistema. Não descarreguem nos coitados que vos atendem, a culpa, garantidamente, não é deles.

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