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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Game of Thrones – Update

Como já contei, só este mês é que comecei a ver a série televisiva Game of Thrones, baseada nos dez livros escritos por George R.R. Martin, A Game of Thrones – A Song of Ice and Fire (A Guerra dos Tronos - As Crónicas de Gelo e Fogo, em português).

Pois bem, ontem chegamos ao primeiro episódio da quinta e última temporada (pelo menos até agora). Antes do episódio começar festejei (interiormente) o facto de já poder ver esta temporada com legendas (apesar de perceber inglês quase perfeitamente, sou deveras preguiçosa).

Claro está, faltam ainda nove episódios para completar a maratona (houve quem a fizesse em livro nos últimos tempos) mas acredito que posso já fazer este update, uma vez que a minha opinião não deve mudar depois de 41 episódios.

Tenho de reconhecer que os 12 Emmys que a série recebeu esta noite são merecidos. Efectivamente a série é fabulosa, os efeitos especiais, a representação, os cenários… Tudo está perfeito.

Excepto que… eu sei o que vai acontecer a seguir. Sei quem morre, quem sobrevive, os acordos que são feitos ou quem os quebra. Quem se une ou quem se desune. E, apesar de ter acabado de ler o décimo livro em 2012, toda a história está bem fresca – pudera, ninguém está a salvo da morte ou da traição! E saber tudo isto tira imenso entusiasmo à série.

Creio, honestamente, que é ai que reside a história do sucesso da série. O desconhecido. A surpresa, o suspense… Creio que é a primeira série em que as personagens – principais e secundárias, boas ou más – morrem indiscriminadamente, sem pré-aviso e quando mais gostamos delas (das boas, vá).

Sei bem que, no final da quinta temporada estarei em pé de igualdade com quem só viu a série. E que irá sair, em simultâneo com a estreia da sexta temporada, o décimo primeiro livro. Quanto ao livro, confesso que não sei se o comprarei. A leitura do último volume (o décimo) já foi penosa. A sensação que tive, ao longo do livro, é que o escritor estava a tentar arrumar as coisas com sacrifício, só para deixar o mínimo em aberto porque estaria farto – sei que eu estava farta.

Talvez nessa altura, não lendo o livro e vendo a sexta temporada, eu me apaixone pela série televisiva. Para já vejo-a, gosto de a ver, mas sem aquela paixão que outros sentiram.

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