Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Humor

riso2.jpg

 

Se há coisa que eu gosto é de rir. Acho que o mundo, sem uma boa risada, seria bem pior do que é. E como gosto de rir, gosto de coisas que me façam rir, seja um livro, um filme ou uma série. E para me fazerem rir não é preciso muito, até porque o melhor humor é o mais simples – um trocadilho ou uma situação disparatada são, para mim, suficientes.

Talvez por gostar de humor simples, um dos melhores filmes para rir que já vi foi Um dia a casa vem abaixo, que conta as desventuras dum casal quando compra uma casa de sonho que, rapidamente, se transforma num pesadelo. A cena em que Tom Hanks (é o actor principal) está preso no chão do primeiro andar a tentar chegar ao telefone para pedir ajuda ou a mítica frase “it had legs” acerca da água que sai da banheira, são hilariantes.

Os filmes portugueses antigos – Canção de Lisboa, Pai Tirano ou o Leão da Estrela, entre outros – são filmes que conheço de cor mas que, de cada vez que vejo, vou às lágrimas de tanto rir.

Já nas séries, hoje em dia, o que está a dar, em termos de humor, é, sem dúvida, a Teoria do Big Bang. A história de Sheldon e Leonard, dois físicos com um QI elevadíssimo (apesar de Sheldon achar que toda a raça humana está abaixo dele próprio) é excepcional. Bazinga tornou-se uma das expressões de culto dos apreciadores desta série.

O que também me leva às lágrimas muitas vezes e até me provoca dores de barriga de tanto rir é uma série portuguesa que, inicialmente só tinha 20 episódios programados mas que já vai na terceira temporada com mais de 100 episódios emitidos em cada uma. Falo de Bem-vindo a Beirais. Beirais é uma aldeia onde cabe o mundo. Com um humor que é entendido do mais novo ao mais velho membro da família. Apesar de haver um fio condutor a toda a série, cada episódio é uma história em separado, tratando temas intemporais como a violência doméstica, a escola, as diferenças entre as gerações, a rivalidade saudável entre aldeias, etc, e temas mais recentes, como as redes sociais na internet, o isolamento da terceira idade, a crise económica, etc.

Confesso que me surpreendeu, de início, a qualidade desta série. Hoje em dia não perco um único episódio. Espero, sinceramente, que ainda demorem a acabar com estes momentos de boa disposição.

12 comentários

Comentar post

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D