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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Inês

inês.jpg

 (Uma das primeiras fotos da Inês)

Faz hoje um ano que partilhei aqui uma história de amor e de coragem. E que, no dia a seguir, partilhei este texto que conta a mesma história vivida por dentro.

Faz hoje um ano que a fotografia acima foi tirada. É a Inês quando nasceu. A minha sobrinha mais nova, mais desejada e que veio completar a família completa que já eramos.

Não vou aqui dizer que esta é a minha sobrinha favorita. Tenho vários sobrinhos favoritos – a Beatriz, o Guilherme, o André, o Alexandre, a Constança, o Manuel, a Mariana e, claro, a Inês.

O que quero é dizer-lhe, à Inês, que faz hoje um ano, que a tia mais velha vai estar cá sempre, do primeiro ao último dia que lhe seja possível e que vai achar sempre que ela (e os outros) são os melhores sobrinhos que uma tia pode desejar.

Vou também dizer-lhe que veio parar a uma família que tem muitos defeitos. Mas também tem ainda mais virtudes e que é muito, mas mesmo muito divertida. Inês, esta tua tia não trocava esta família por mais nenhuma. Estamos muito bem assim – até quando mandamos cartas registadas com aviso de recepção uns aos outros para convidar para um encontro de primos, só porque os apeteceu mandar os mais velhos aos correios – e prometemos não mudar.

Inês, faz hoje um ano que foi um corrupio ao hospital onde nasceste que nem te passa pela cabeça. Quisemos lá ir todos e por pouco não eramos corridos. Sabes porque? Porque todos, mas mesmo todos, queríamos ver-te, pegar-te, estrafegar-te com mimos porque andamos muito tempo – demasiado tempo – á tua espera.

Por isso, (M)Inês, um grande beijinho de parabéns da tua tia mais velha pelo teu primeiro (de muitos) aniversários.

 

eu e a Inês.jpg

 (eu e a (M)Inês, no dia em que ela nasceu)

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