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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Já lá vão 14 anos...

 

 

 

 

Hoje o meu avô faria anos. A história de amor entre o meu avô e a minha avó é muito bonita (podem conhecer aqui) e estará sempre ligada a este blog porque foi o primeiro texto que escrevi (aqui e aqui), mas hoje queria era contar-vos a minha história com o meu marido que tem dois pontos originais e engraçados.

 

Começou em 8 de Novembro de 1998. Nesse dia eu andava pelo ICQ a falar com os amigos habituais e, ao mesmo tempo, a trabalhar (já não sei ao certo no quê, confesso). Às tantas aparece-me um novo user, o Mick e pergunta se quero conversar. Não quis. Disse-lhe que estava a trabalhar mas que podíamos falar mais tarde. E falamos. E falamos tanto que, no final do mês, a 26, lá nos conhecemos pessoalmente. Uma semana depois namorávamos. E ao fim duma semana o Mick, que se chama Miguel, mudou-se para o Barreiro, para a minha casa. Estávamos a viver juntos.

 

Um ano e tal depois, decidimos que estava na altura de aumentarmos a família E eu engravidei em pouco tempo. Ainda vivíamos juntos mas não estávamos casados o que, para os meus avós e para os meus sogros, era um pouco confuso. Cá em casa tudo bem, não nos fazia grande diferença apesar de sabermos, infelizmente por um caso próximo, que, em caso de morte de um de nós e se não estivéssemos casados, os direitos do sobrevivente seriam bastante menores do que se estivéssemos casados.

 

Até que chegou o dia de hoje, mas há 14 anos. Era o dia de aniversário do meu avô Manuel e fomos todos jantar ao Barreiro Velho. Eu estava grávida da nossa filha mais velha – e só vomitava por duas razões – por tudo e por nada. Acabamos de jantar e já nos estávamos a despedir no meio da rua, com um cheiro terrível no ar, eu quase a vomitar quando o bom do Miguel resolve dizer qualquer coisa do género: "ah, antes de se irem embora, queria pedir-vos que não marcassem nada para o dia 25 de Novembro". E claro que se fez a pergunta da praxe "porquê?" ao que foi dada a resposta "porque nós nos casamos nesse dia!"

 

E eu, que, por acaso, mas só por acaso, era a noiva, fiquei tão surpreendida como os restantes.

 

Faz hoje 14 anos que eu, tal como o resto da família, fui informada que me ia casar no dia 25 de Novembro...

 

 

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