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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Livros que não deviam ser filmes

 

Apesar de não estarem no top ten dos livros que me marcaram, a trilogia Millennium de Stieg Larsson, é, seguramente, do melhor que já li.

 

Lembro-me que comprei os três livros na Feira do Livro de Sesimbra, à três anos atrás. Achei os títulos – Os Homens que Odeiam as Mulheres, A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo e A Rainha no Palácio das Correntes de Ar – bastante originais e resolvi arriscar. Note-se que só tinha ouvido falar no primeiro e por causa do filme.

 

Não me arrependi deste impulso. Resumindo, no primeiro volume, Blomkvist, um jornalista caído em desgraça, é contratado por Vanger para descobrir o que aconteceu à sua sobrinha-neta que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Para que possa investigar à sua vontade, Blomkvist contrata Lisbeth, uma jovem problemática, extremamente inteligente. Juntos descobrem um segredo macabro e sangrento, numa família disfuncional.

 

No segundo volume, Lisbeth é acusada de dois homicídios e é preciso resolver o primeiro para descobrir quem está por detrás do segundo.

No terceiro e último volume, Blomkvist traz a público a conspiração de que teve conhecimento numa última tentativa de ilibar Lisbeth. A revista de que é director – a Millenium – arrisca bastante ao fazê-lo, uma vez que ainda estavam a tentar recuperar dos problemas criados pelo próprio Blomkvist no primeiro volume.

 

Posso-vos dizer que a leitura dos três volumes demorou meia dúzia de dias de praia e que penso voltar a lê-los em breve.

 

A semana passada deu o filme “Os Homens que Odeiam as Mulheres” na televisão. E eu resolvi gravar para ver mais tarde. Grande erro. Mas que grande erro que cometi. O filme não faz, de todo, jus ao livro. Lisbeth e Blomkvist estão bem, os actores e a caracterização estão fieis aos livros mas depois… não há acção. O filme é tão parado, mas tão parado, que eu ia adormecendo por diversas vezes. Cheguei a jogar ao Candy Crush pelo meio. Definitivamente este é um dos casos em que estava muito bem só com o livro e sem ter visto o filme.

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