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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

No blog com... BB

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A BB é uma simpática. E por isso hoje veio a esta rubrica partilhar mais um bocadinho de si connosco.

A BB já foi “Dola” e “Lola”, quando ainda não sabia falar como gente grande. Foi “Desdla”, quando se enganaram no seu nome, no bilhete de embarque para Marrocos. Na realidade, chama-se Dora e é tratada como Dorita, “Dora, a Exploradora” ou até mesmo “Doritos”, com muitos risos à mistura.

Procura viver desprovida de máscaras e é pouco dada a conflitos. Mas tem um inimigo feroz: o despertador. Calçou sapatos de bailarina durante dois anos, toca violino há quinze, estuda medicina, escreve – coisas desinteressantes, mas escreve –, lê e faz porco agridoce (vamos fazer de conta que fica bom, para ela ficar contente).

Valoriza um abraço sentido, mas não se mostra esquisita se decidirem manifestar a vossa amizade através de uma bela caixa de chocolates.

A BB decidiu escrever esta mini-coisa-autobiográfica na 3ª pessoa, para se tornar menos constrangedor, mas acha que não resultou.

Obrigada, Magda, por me acolheres na tua casa virtual! 

  1. Deixada pela Dona Pavlova. Qual o teu maior pecado? Coloca-os por ordem, do maior pecado para o menor, e faz uma caracterização tua em cada um deles: Gula; Ganância; Luxúria; Ira; Inveja; Preguiça; e Vaidade.

Em primeiro lugar está a preguiça, sem dúvida (resposta aprovada pela minha mãe, a quem nunca respondo "não", optando pelo clássico "já vai"). Segue-se a gula, mas a culpa deve ser das minhas papilas gustativas, que são obcecadas por doces. Com os restantes pecados, não me identifico lá muito... Apesar de me interessar por moda, sou demasiado prática para me preocupar com vaidades, no quotidiano. Depois... Talvez se siga a ira, que é despoletada pelas injustiças tão presentes na nossa sociedade. Contudo, tento ser compreensiva e afastar os pensamentos destrutivos, não dando grande confiança à revolta ou à inveja.

  1. Música, estudo, escrita. Como concilias as três?

Nem sempre é fácil e funciona muito por fases. Há semanas em que o estudo exige quase toda a atenção, outras em que os ensaios são praticamente diários para preparar concertos e outras mais calminhas, em que me posso dedicar a tudo um pouco, incluindo a escrita e a leitura. O caos instala-se quando um concerto é marcado para o dia de um exame ou quando a inspiração me rouba horas, pela noite dentro, para escrever... No final de contas, tudo se concilia e ainda se juntam outras actividades à festa, desde que haja paixão e dedicação.

  1. Que música te define?

Ai ai, a pergunta mais difícil... A Magda não brinca em serviço! Talvez a "Radioactive", dos Imagine Dragons. Primeiro, porque é das que mais gosto de tocar na minha banda, Silk (podem ver um vídeo nosso aqui: https://youtu.be/yAzjbQA-ChQ). Depois, porque a letra me faz imaginar uma fénix que renasce das cinzas, com uma energia contagiante. Identifico-me com a postura de tentar tornar o pior no melhor, de reiniciar quando já não nos identificamos com um caminho escolhido e de trabalharmos os nossos defeitos. Por vezes, o "apocalipse" é a solução, para nos reconstruirmos e renascermos mais fortes... Radioactivos!

  1. Está lá no teu blog a razão do nome – Bata & Batom – e porque nasceu o blog. Queres contar de novo?

Ah, uma questão fácil, finalmente! Basta (re)ler o meu primeiríssimo post: http://bataebatom.blogs.sapo.pt/inicio-440

  1. Sem saberes quem será a próxima convidada, que pergunta lhe deixas?

Nadar com tubarões ou deixar de ter acesso à internet e redes móveis, a partir deste momento e para sempre?

  1. Que gostarias de me perguntar

Qual a tua receita para a felicidade? E não vale haver ingrediente secreto... Queremos saber tudo!

Vingança? é por vingança que fazes essa pergunta difícil?

Não há ingredientes secretos. Mas há é optimismo em doses elevadas. Eu vejo sempre o copo meio cheio e o lado positivo de cada situação. Porque há sempre esse lado positivo - mesmo quando achamos que não.

Depois eu acredito que, por pior que estejamos, há sempre quem esteja pior e a passar por mais provações. Por respeito a quem está pior que eu, não vou dizer que eu estou pior.

Confiança. Em mim e nos outros. Às vezes confio por mim e pelos outros.

E depois... tristezas não pagam dívidas, não é? O que é que se resolve por se andar triste? Absolutamente nada. Até o tempo custa mais a passar quando estamos mais tristes...

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