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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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No blog com... Fatia Mor

fatia.jpg

Depois duma semana de intervalo, hoje temos uma entrevista às Fatias, com a Fatia Mor.

A nossa querida e adorada Magda pediu-me umas poucas palavras sobre mim. Ora, já devia saber que escrever pouco é coisa que psicóloga não sabe fazer. E sobre mim, ainda menos. Sou mãe, sou mulher, sou amante. Sou professora e sou aluna desta escola da vida. Sou a parte maior de um bolo que é uma família às vezes disfuncional e quase sempre unida e amorosa. Sou rebelde (quando posso), tímida (a maior parte das vezes) e fogosa (quando calha). Sou maldizente (às vezes) mas bem falante. E acima de tudo, sou consensualmente capaz de atingir o consenso em qualquer imbróglio.
Sou a Fatia Mor

 

1. deixada pela BB. Nadar com tubarões ou deixar de ter acesso à internet e redes móveis, a partir deste momento e para sempre?
Tenho que dizer "nadar com tubarões". Estou completamente dependente da internet! Faz parte da minha vida, quanto mais não seja para poder pôr o Ruca a passar em modo de repetição para entreter as Fatias mais pequenas.
2. Houve alguma razão especial para optares pelo anonimato na blogosfera?
Isso é uma questão complicada porque, na verdade, o meu blog não é anónimo! FatiaMor é mais um pseudónimo cómico do que uma forma de me esconder dos holofotes da fama!! Sempre esteve ligado à minha página pessoal do facebook e só recentemente passou a ter vida e expressão própria na rede social. Achei que, para ser uma verdadeiro ponto de alívio do stress diário, tinha que ter individualidade própria. E foi assim que nasceu a persona da FatiaMor.
3. Qual é o saldo que fazes, até agora, dos teus blogs?
Muito positivo. Confesso que quando comecei achei que era coisa para durar dois dias! Que rapidamente me ia fartar, que me ia esquecer de publicar, que não ia saber o que escrever... Mas entretanto tenho encontrado pessoas para além de blogs, semelhanças e diferenças enriquecedoras. Posso até dizer que já fiz amigos ao longo deste ano. E tenho aprendido imenso sobre mim. O confronto directo com outras ideias, com outras formas de estar, com uma franqueza diferente daquela que o palco social real permite, tem sido apaixonante. É aqui que a minha profissão e veia académica sobressai... Adoro isto, nota-se? 
4. Qual foi o (ou os) livro(s) que mais te marcaram, e porquê?
Ai que pergunta difícil. Tenho uma relação de amor com os livros. Todos os livros me deixaram marcas, deixaram qualquer coisa em mim e tendo a recordar-me do impacto emocional das vivências que experimentava na fase em que li o livro, sempre que lhes pego e leio passagens. Mas pronto, vou centrar-me. Tenho uma paixão assolapada e nunca destronada pelas Brumas de Avalon. Já as li vezes sem conta e de que cada vez que as leio algo muda na história, ou na forma como a leio. Depois, tive um livro que mudou a minha visão sobre o mundo: O Processo (do Kafka). Aquela angústia gritante humana mudou-me! Em Português, sou fã incondicional do Eça de Queiroz, todos os livros dele revelam um pouco da natureza humana mais obtusa, forte componente política e tem uma análise descritiva que aprecio. De todos, talvez A Cidade e as Serras seja o meu favorito (e já de uma fase diferente de escrita dele). 
5. Sem saberes quem será a próxima convidada, que pergunta lhe deixas?
Se pudesses levar uma personagem a jantar para uma conversa bem animada, quem levavas? E porquê? 
6. Que gostarias de me perguntar
Onde começou a tua paixão pela palavra escrita? Conta-nos tudo sobre esse amor!!
Desconfio que a paixão pela leitura nasceu a 26 de Novembro de 1969. E como é que posso precisar, desta forma, a data? porque foi quando nasci... Desde sempre que andava com livros - do tio Patinhas, do Donald, do Cascão... eram aos quadradinhos mas eu adorava (e agora que ninguém nos está a ouvir, ainda adoro...). Depois veio a Patrícia, os Cinco, os Sete, o Colégio das quatro torres, etc e tal. A seguir os livros de ficção cientifica...depois as nossas Brumas de Avalon e a literatura de fantasia. Hoje leio praticamente de tudo.
A paixão pela escrita tem vindo a consolidar-se aos poucos. Começou, curiosamente, também em Novembro mas no ano de 2007. Depois de uns meses largos a comentar textos no Luso-poemas alguns utilizadores conseguiram convencer-me a arriscar na escrita. E eu fi-lo. E, aos poucos, fui gostando de partilhar o que escrevia, o que pensava e o que achava sobre o que se passa à minha volta.

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