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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

No blog com... Life Inc

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Em dia de aniversário, convidei a Cindy para vir festejar aqui connosco. Comecemos, por isso, por lhe desejar um feliz dia e, depois, vamos ver o que ela nos diz.

A Magda pediu-me para deixar umas palavras sobre mim. Não gosto particularmente de falar de mim e essa é uma das razões pelas quais adoro ter o blog. Torna-se muito mais fácil para mim escrever do que dizer e muitas vezes a escrita é um precioso auxílio que me permite extravasar aquilo de que nem sempre consigo falar. O blog começou em 2008, escrito a duas mãos, por mim e pela minha prima. Era um modo de ultrapassarmos a distância e partilharmos o nosso dia a dia. Os nossos nomes – Barbie e Cindy – eram uma “private joke” que nos remetia para os nossos tempos de infância em que eu a chateava para irmos brincar às bonecas. Entretanto a Barbie deixou de escrever e eu resolvi continuar com o blog, que tanto prazer me dava. Quanto a mim… Sou uma pessoa de gostos simples, pouco dada a extravagâncias, que preza muito a amizade e a vida familiar. Sou algo tímida em momentos iniciais mas gostando de uma pessoa, facilmente me dou. Detesto complicações e injustiças, não sou de me acomodar e pensar que as coisas não mudam. Mudam sim, se lutarmos por isso. Fico por aqui, senão temos testamento!

1. Deixada pela Fatia-mor: Se pudesses levar uma personagem a jantar para uma conversa bem animada, quem levavas? E porquê?

Bem, deixem-me já avisar que a resposta vai ser muitooooooooooo nerd. Sem dúvida que levaria uma das minhas personagens preferidas da minha saga do coração - Anakin Skywalker em Star Wars. Só gostava de lhe perguntar porque raio passou para o lado negro e destabilizou a galáxia inteira... Mas pronto lá se redimiu no episódio VI.

2. Em dia de aniversário, que balanço fazes da tua vida até hoje?

Pois é, faço anos! E eu adoro fazer anos! Não gosto muito de fazer balanços mas aqui vai... Nunca fui pessoa de seguir o rebanho e nem sempre foi fácil lidar com as consequências que isso me trouxe nos mais variados aspetos da vida. Mas sempre me regi pelo lema de estar bem comigo própria e conseguir dormir à noite sem grandes arrependimentos é um bom sinal. Posso dizer que à data me sinto feliz com a vida que tenho e sobretudo de bem com a pessoa que sou. Ser uma pessoa otimista e confiante por natureza também ajuda!

3. É o terceiro ano que organizas, na blogosfera, o Pai Natal Secreto. O que te levou a organizar este evento?

Uma das coisas boas que o blog me trouxe foi sem dúvida um rol de amizades virtuais (algumas delas já reais), quer com outras bloggers, quer com as leitoras. O Pai Natal Secreto é uma oportunidade de conhecermos pessoas novas e quem sabe travarmos amizade com quem nos lê todos os dias. Para além disso, o Natal é a minha época preferida do ano e eu adoro dar presentes e poder mimar as pessoas. Faço sempre tudo com o coração e dá-me um enorme prazer pensar no que as pessoas gostariam de receber. E quem é que não gosta de receber uns miminhos completamente surpresa via CTT? Numa das edições anteriores, uma das meninas que participaram confessou-me que aquela ia ser a única prenda que ia receber naquele Natal e isso tocou-me profundamente. Mais que dar prendas é uma oportunidade de levarmos um bocadinho de nós até outra pessoa.

4. Quais as maiores dificuldades com que te deparas por trabalhares em casa?

Uiiiiiiiiiiiii, vai sair daqui testamento. Primeiro, o trabalho a partir de casa não é valorizado. Ponto. Para a maior parte das pessoas, trabalhar a partir de casa é ser dondoca e não fazer nenhum. Devem imaginar que passo o dia em pijama e de rabo no sofá. Não podia estar mais distante da realidade. Ser freelancer, trabalhar em casa e ter uma filha é sinónimo de uma incrível ginástica e se há dias pacíficos, outros há que são mesmo muito complicados. Felizmente, a minha filha sempre foi uma bébé que não necessitava de atenção a toda a hora e sempre gostou de brincar sozinha, deixando-me trabalhar por longos períodos sem interrupções. É preciso uma enorme organização e isso leva-me ao segundo ponto. É fundamental ser-se organizado e definir bem prioridades e horários. Esta parte para mim é especialmente complicada, não em relação à organização mas em relação aos horários. Posso ter uma chamada de um cliente para ir a uma obra, receber um pedido de orçamento e ter de alterar planos. Sem falar do tempo de espera de resposta por parte de outras entidades. Agora com a pequena na escola já tenho mais flexibilidade em termos de horários sem ter de depender dos avós para ficarem com ela. Em terceiro lugar, não há um período de horas de trabalho estabelecidas. Podem ser 6h, podem ser 8h, podem ser 10h e podem se estender pela madrugada fora. Pelo meio, é preciso conciliar idas e vindas da escola, refeições, tarefas domésticas e adiantar tudo para não se instalar o caos. Se houvesse um fator decisivo para se conseguir trabalhar em casa seria ser multitasker! E finalmente, trabalhar como freelancer é complicado do ponto de vista financeiro. Nunca sabemos a quantidade de trabalho que vamos ter ou quando vamos receber. E isso é um fator de preocupação e instabilidade.

5. Sem saberes quem será a próxima convidada, que pergunta lhe deixas?

Qual a tua viagem de sonho? E com quem a farias? Upssssssssss, são duas perguntas!

6. O que me gostarias de perguntar?

Onde vais buscar inspiração para os teus posts? Uma das razões porque gosto tanto de te ler é pela variedade de temas que tão bem desenvolves!
 
Eu tanto me posso inspirar no meu amor pelos livros (razão pela qual criei um blog dedicado exclusivamente a essa paixão, o Stone Art Books), como aos meus filhos e às suas respostas sempre prontas (não faço ideia a quem saem assim...), às minhas cadelas (que são tão doidas como a família que elas adoptaram), às coisas do dia a dia ou até à uma ou outra conversa com amigos sobre determinado tema (lembraste do post sobre as fotos das crianças com varicela/sarampo que escrevemos em conjunto?)... Gosto de observar o que se passa e tirar as minhas conclusões. Escrever sobre isso é, também, uma forma de as analisar melhor.
 
E, em jeito de conclusão, já se inscreveram no Pai Natal?
 
 

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