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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Num banco de jardim

Já o disse aqui, um dos sítios onde gosto de ler no jardim, sentada no banco. Nem sequer me importo com as crianças que brincam no jardim, só me incomodam as moscas e as pessoas que não sabem o que é um caixote do lixo e espalham o lixo todo no chão.

Uma das razões pelas quais gosto de estar no jardim é que posso, de vez em quando, levantar a cara do livro e ver quem passa. Não que isso aconteça muitas vezes quando estou a ler, mas lá acontece de vez em quanto. Ou então se me telefonam quando lá estou sentada, posso falar ao telefone enquanto vejo o que me rodeia.

No banco que está nas fotos mais abaixo isso não é possível. Porque o banco de jardim está virado para o muro em vez de estar virado para a estrada. É estranho não é? e pode parecer mentira. Mas olhem bem as duas fotos:

banco3.jpg

banco2.jpg

banco1.jpg

E onde é isto? pois, em Lisboa, quando se sai da ponte 25 de Abril pela saída das Amoreiras. Se forem com atenção vão lá ver este banco, fantasticamente colocado.

Mas será que é só esse problema do banco? não, não é. Se repararem nas fotos, há uns canos que vem das casas de cima e que deitam... água? Bom, se fosse só água não era mau. Mas são esgotos. Assim, a céu aberto. Entre os canos e a água (?) que escorre das paredes do morro, não sei, ao certo, qual deita mais esgoto.

O que sei é que este banco, estranhamente, nunca está ocupado. E eu não percebo, sinceramente, se é culpa da vista ou do cheiro...

 

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