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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Resumo de 2016

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Naquele que prevejo que seja o último post a publicar este ano, façamos um resumo do que foi, para mim, 2016 em várias vertentes, para além dos livros que li no ano que está a acabar

Eu & as queridas manhãs e A importância do chip para um final feliz foram os posts mais lidos. E, porque isto não são só blogs, a Seita do Arroz continuou, em 2016, a fazer parte integrante dos meus dias, assim como os Pássaros. Já nem me lembro como era antes...

Decidi começar a ir ao ginásio, para ajudar a tratar a rotura muscular e para deixar de ser lontra de sofá, e estou a aprender a alimentar-me como deve ser para perder peso.

Em 2016 terminou uma das melhores séries portuguesas já realizadas para televisão. Bem-Vindos a Beirais fez-me rir, fez-me pensar e deixou saudades. Mike & Molly foi a melhor série de humor, ali taco a taco com a A Teoria do Big Bang.

O Caso de O.J. – American Crime Story deu-me uma nova visão dos factos e 22.11.63 levou-me a pensar no que faria (ou não) se pudesse voltar atrás no tempo.

Morreu muita gente mas, felizmente, ninguém da minha família directa (e tanto que eu gostava que assim continuasse em 2017. Estarei a ser egoísta, acredito mas é um desejo como outro qualquer). 

A Academia surpreendeu-me pela negativa com o seu Nobel da música literatura e Marcelo Rebelo de Sousa provou que é mais que um Presidente. Trump venceu e o mundo tornou-se menos seguro.

2016 convenceu-me a comprar um telemóvel android e, pela primeira vez, acredito que me desabitue do Windows Phone.

Passei, em 2016, a ser a mais baixa cá de casa. E com os pés mais pequenos.

Saíram 5 edições da Revista Inominável e comecei a colaborar na Revista Baton.

Joguei Pokemon Go, Farmville e CandyCrush. Usei Uber e Táxi numa sã convivência entre os dois.

366 dias (mais um segundo a acrescentar no último minuto) de alegrias e tristezas, de sorrisos e risos (e poucas lágrimas). Para os próximos 365 dias, para além das minhas resoluções, um desejo apenas: que daqui a um ano aqui estejamos todos a partilhar o que fizemos em 2017.

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