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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Seita ou...

A seita do arroz também lê. E celebra o Natal na sua vertente de união entre amigos. E assim foi aqui há duas semanas. Pegamos nos apêndices (leia-se maridos/namorado e a mana/filha adoptiva), nos carros respectivos e, na esperança também de ver umas ondas maiores que o normal, rumamos as três até à Nazaré para um almoço que meteu arroz (obviamente) gargalhadas e algumas prendas.

Sem combinarmos, todas personalizamos as prendas a oferecer. No meu caso optei por uma capa para livros, feita em cortiça mas com um detalhe. Aliás, com dois. Na frente diz Seita do Arroz e, na parte de traz, o nome da feliz contemplada.

Ficou bonito: 

Quando encomendei, disse especificamente o que pretendia que ficasse escrito e a pessoa que aceitou a encomenda percebeu bem. Seita do Arroz. 

A previsão era que estivesse tudo pronto na quarta feira antes do almoço para que eu tivesse tempo de ir as ir buscar a Lisboa. Achei estranho que, apesar disso, as capas só tivessem ficado prontas no domingo de manhã.

Então que aconteceu? bem, a pessoa que ia gravar os escritos não foi a mesma que aceitou a encomenda. E achou, vá-se lá perceber porquê, que a letra de quem tomou nota era mesmo muito má e que até tinha comido letras. Se bem achou, bem corrigiu (ou pelo menos achou que sim) e gravou o que achou que era. E portanto, na quarta feira, quando pegaram nas capas para embrulhar, o que estava escrito era:

Receitas de Arroz

(o que, confesso, tinha a sua piada).

O que vale é que tudo está bem quando acaba bem. E este caso acabou bem. Até me parece que as minhas meninas ficaram contentes (dizem as más linguas que até andavam a pensar comprar uma capa destas).

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