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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Size matters?

Tinha eu 21 ou 22 anos, não posso precisar, quando comprei o meu primeiro computador. Um IBM que arrancava em DOS. Quando o ligava, tinha de meter as disquetes de 5"1/4 (duas ou três, já não me recordo). Disco interno era coisa que se começava a falar na altura mas eram caríssimos.

 

Na altura, entre a encomenda do computador e a entrega, saiu um modelo mais recente que, além da drive de 5.25, tinha também uma drive de 3"1/2. A IBM optou por me entregar, sem mais custo, o novo modelo, o que eu agradeci de coração.

 

Entretanto detectei uns problemas graves no computador, accionei a garantia e a IBM, ansiosa por apagar o problema que tinham criado e para que eu não reclamasse mais, propôs-me a oferta dum disco rígido, interno, de 20 megas. Lembro-me de que, quando li a carta com esta proposta, de ter pensado – ok, vou aceitar mas para que raio quero eu um disco tão grande? Nunca mais o vou encher…

 

De notar que o computador um desktop que ocupava imenso espaço na minha secretária.

 

Ontem, vinte e dois, ou vinte e três anos mais tarde, vi-me na contingência de comprar um novo computador. E mais uma vez fiquei maravilhada com a evolução que a informática teve neste período. Um dos computadores que vi - e que tinha um disco rígido de 1 terabyte - é pouco maior que a disquete de 5"1/4 (que tinham a capacidade máxima de 720 KB). Quando o vi a primeira vez, juro que pensei que era um disco externo. Mas afinal não.

 

A pen que comprei para guardar as minhas coisas, de 64 GB, é do tamanho dum clip dos maiores. Acho até que lhe vou prender um clip para tentar não a perder.

 

É, de facto, extraordinária que consigam reduzir tanto o tamanho e, ao mesmo tempo, aumentar-lhes tanto a capacidade. Daqui o meu aplauso a quem trabalha para que isto aconteça.

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