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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Desastre na cozinha

Eu não cozinho. Ou, pelo menos, tento fazê-lo o menos possível. Não é coisa que aprecie, não é coisa para a qual tenha jeito e, como diz a minha tia Lucília, se eu cozinho “teme-se o pior” (e com toda a razão, diga-se em abono da verdade).

Ora, aqui há uns meses largos resolvi facilitar a vida ao fabulástico cozinheiro que tenho lá em casa – o maridão – e fiz eu o jantar. Fritar os panados foi coisa simples. Os panados estavam feitos, aqueci o óleo, e pronto. Algum cuidado para não me queimar e a coisa está feita.

Com panados vai bem um arrozito branco.

Lá liguei a Bimby, toca a pegar no livro de receitas e pronto. Não havia como falhar.

Quando a Bimby, aquela máquina facilitadora para quem detesta e não sabe cozinhar como eu, apitou a avisar que o arroz estava pronto, chamei a família toda para a mesa e toca de abrir o copo da maquineta para tirar o arroz. Que estava cru. Molhado, com o azeite a envolve-lo mas cru. E cru porque esta inteligência que se assina resolveu que não valia a pena ligar a temperatura da máquina.

 

Resultado – um jantar de panados com batata frita de pacote…