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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

O melhor de 2017

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2017 está a acabar e ainda não fiz nenhum resumo do ano. Bem, na verdade ainda faltam uns dias que podem mudar algumas coisas mas tenho sérias dúvidas que tal aconteça.

Vamos portanto ao que foi melhor para mim em 2017.

Livros

Podem ver aqui como foi o meu ano em livros.

Filmes

Um Homem Chamado Ove foi, sem qualquer dúvida, O filme de 2017. É um dos livros mais ternurentos que já li, um livro que nos deixa - com humor q.b. - a pensar no dia-a-dia, nas coisas realmente importantes, em como mudamos - às vezes sem querer - a vida de quem nos rodeia e na importância que - mais uma vez, às vezes sem querer - temos na vida dos outros. E que os outros tem na nossa vida. E um filme exactamente igual, em que até os actores são, em quase tudo, tal e qual como os imaginamos enquanto líamos o livro. Óscar da melhor adaptação para aqui, por favor. Podem não acreditar mas vi o filme três vezes. A primeira no cinema e duas na televisão. Vale a pena.

Séries televisão

Cá em casa seguimos várias. Acho que é unânime por cá (e por aquilo que tenho lido por ai) que This is Us ganha o Óscar de melhor série em 2017, destronando todas as outras. Algures entre a comédia e o drama, pessoas reais, com problemas reais, numa série que se passa entre o presente e o passado duma forma magistral e em que, cada episódio, nos deixa com água na boca para o seguinte. A ver e rever.

Viagem

Em Setembro passamos 3 dias em passeio, entre Monsaraz e o Alqueva. Conto-vos tudo aqui. Ganhei, com certeza, uns quilos a mais...

Música

Salvador Sobral cantou e encantou-me em Português com Amar pelos Dois. Lá por fora é P!nk com What About Us que me faz cantar (ainda que a família ache que a minha voz é boa para escrever à máquina).

Os 10 posts mais visitados neste blog

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  5. Os 15 excertos mais belos da história da literatura
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  5. Os 10 livros mais traduzidos da história
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  7. A minha vida é um livro - em 2016
  8. Não vai deixar saudades
  9. G - Género literário que não lês
  10. Q - Quantos livros tens por ler?

Acontecimento do ano

De forma negativa, os incêndios deste verão.

****

E para vós, como foi 2017?

Entretanto...

Que esperam para me acompanhar no facebook e no instagram?

Conhecem o meu blog sobre livros?

 

Sapos do Ano 2017 *

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Ora estava eu aqui a pensar, a propósito dos blogs do ano (cujo resultado saiu ontem e ganharam os suspeitos do costume) que, giro giro, era nós, os comuns mortais, aqueles que tem blogs menos conhecidos, tivessem também o reconhecimento dos seus pares.

É que, reparem, há milhares de blogs espalhados na blogsfera que lutam todos os dias para sair do anonimato e que não conseguem, apesar da qualidade que tem. 

Por isso, porque não criar um concurso para esses que ficam sempre de fora? E é isso mesmo que vou fazer. O Sapos do Ano de 2017*, contará com a excelente organização de Magda Pais, e com o alto patrocínio de mim própria.

O Sapos do Ano 2017* terá  as seguintes categorias: Opinião, Humor, Livros, Moda, Poupar, Música, Fotografia, Comida, Família e Generalista.

E que blogs estão nomeados? bem, essa é a vossa tarefa. Por comentário a este post (no blog ou no facebook) ou por email para magda.pais@gmail.com digam-me quais os blogs que acham que devem ser nomeados. O prazo para esta fase termina a 25 de Novembro (véspera do meu aniversário, por isso podem já ir pensando na prenda que me querem dar).

Na semana a seguir direi aqui quem são os cinco nomeados em cada categoria e como se processará a fase seguinte.

E então, vamos lá dar a conhecer blogs anónimos?

 

* a plataforma SAPO nem desconfia disto e não tem nada a ver com esta minha ideia acabada de nascer (e que nem sei se terá pernas para andar porque depende de vós e não de mim). Escolhi este nome porque é no SAPO que tenho o meu blog, no entanto nada impede que sejam indicados blogs doutras plataformas. Só não queria que fossem indicados os suspeitos do costume. Não haverá prémio algum para os vencedores. Dúvidas, perguntas ou questões, podem colocar por qualquer um dos sistemas.

 

E já agora, que esperam para me acompanhar no facebook e no instagram?

Resumo de 2016

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Naquele que prevejo que seja o último post a publicar este ano, façamos um resumo do que foi, para mim, 2016 em várias vertentes, para além dos livros que li no ano que está a acabar

Eu & as queridas manhãs e A importância do chip para um final feliz foram os posts mais lidos. E, porque isto não são só blogs, a Seita do Arroz continuou, em 2016, a fazer parte integrante dos meus dias, assim como os Pássaros. Já nem me lembro como era antes...

Decidi começar a ir ao ginásio, para ajudar a tratar a rotura muscular e para deixar de ser lontra de sofá, e estou a aprender a alimentar-me como deve ser para perder peso.

Em 2016 terminou uma das melhores séries portuguesas já realizadas para televisão. Bem-Vindos a Beirais fez-me rir, fez-me pensar e deixou saudades. Mike & Molly foi a melhor série de humor, ali taco a taco com a A Teoria do Big Bang.

O Caso de O.J. – American Crime Story deu-me uma nova visão dos factos e 22.11.63 levou-me a pensar no que faria (ou não) se pudesse voltar atrás no tempo.

Morreu muita gente mas, felizmente, ninguém da minha família directa (e tanto que eu gostava que assim continuasse em 2017. Estarei a ser egoísta, acredito mas é um desejo como outro qualquer). 

A Academia surpreendeu-me pela negativa com o seu Nobel da música literatura e Marcelo Rebelo de Sousa provou que é mais que um Presidente. Trump venceu e o mundo tornou-se menos seguro.

2016 convenceu-me a comprar um telemóvel android e, pela primeira vez, acredito que me desabitue do Windows Phone.

Passei, em 2016, a ser a mais baixa cá de casa. E com os pés mais pequenos.

Saíram 5 edições da Revista Inominável e comecei a colaborar na Revista Baton.

Joguei Pokemon Go, Farmville e CandyCrush. Usei Uber e Táxi numa sã convivência entre os dois.

366 dias (mais um segundo a acrescentar no último minuto) de alegrias e tristezas, de sorrisos e risos (e poucas lágrimas). Para os próximos 365 dias, para além das minhas resoluções, um desejo apenas: que daqui a um ano aqui estejamos todos a partilhar o que fizemos em 2017.

Já falta muito pouco...

(gostava que este relógio estivesse em português mas só encontrei em espanhol...)

Falta muito pouco ou quase nada para chegarmos a 2017, altura em que, tradicionalmente, renovamos as resoluções do ano anterior. 2016 irá ficar para trás e, com ele, as velhas resoluções que, na maior parte dos casos, nem sequer cumprimos.

Tenho um defeito (vá, tenho vários mas pronto, para o caso basta falar neste). As minhas resoluções de ano novo são sempre exequíveis e que não exigem demasiadas mudanças.

2017 não será excepção. Talvez uma ou duas sejam mais exigentes mas, na prática, são a continuação de 2016. Porque o ano muda mas eu continuo a ser a mesma e só assim faz sentido. Pelo menos para mim.

São cinco as minhas resoluções para 2017. Algumas interligadas, outras em família. E uma que se repete todos os anos.

A mais importante será continuar a missão emagrecimento. Não lhe chamo continuar a dieta porque, na prática, não me sinto em dieta (e dieta tem sempre uma conotação mais negativa) mas antes uma missão. Emagrecer tendo por base uma reeducação alimentar. Eu, o marido e a filha (o gaiato é a excepção da família) estamos, em conjunto, a reeducar a nossa alimentação e, com isso a perder peso. Os resultados são lentos mas a ideia nunca foi que fosse rápido. Por isso, em 2017, é de continuar. Pela minha e pela nossa saúde.

Também pela minha saúde, mexer-me mais, fazer exercício físico. Caminhar mais. Frequentar um ginásio com regularidade, tendo, como companhia, a minha filha e a minha irmã mais nova. Não porque gosto especialmente (e acho que nunca vou gostar) mas porque preciso de deixar de ser lontra de sofá.

Ler mais. Todos os anos chego ao fim do ano com a sensação que podia ter lido mais e, por isso, esta resolução acompanha-me desde sempre. Para 2017 não será excepção, acrescentando apenas que quero continuar a apostar em autores novos. Fi-lo em 2016, com uma taxa de sucesso bastante elevada, continuemos com essa aposta em 2017.

Reler dois ou três livros. Eu sei, com tantos livros novos que saem todos os dias, reler um livro pode parecer uma idiotice. E, se calhar, é. Mas eu gosto imenso de o fazer, acho que a releitura me permite absorver ainda mais o livro. Em 2016 foram As Brumas de Avalon, para 2017 quero reler As Aventuras de João Sem MedoO Retrato de Dorian Gray e Mulherzinhas. Três livros que li em alturas diferentes da minha vida e dos quais quero voltar a desfrutar.

Mostrar este jardim à beira mar plantado aos meus filhos. Estamos a programar, para 2017, um passeio em família. Uma semana ou duas (ainda não decidimos), nós os quatro e, se possível, a Bunny e a Saphira. De carro (e dormindo em hotéis/pousadas/etc) ou de caravana, tendo apenas, como destino, a nossa casa. Subir pelo interior até Trás-os-Montes, passar por Espanha, reentrar em Portugal pelo Minho e descer pela costa. Portugal tem locais lindíssimos e que, realmente, vale a pena conhecer.