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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Meu querido mês de Agosto

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Enquanto há quem queira saltar para Setembro, eu gostava que o mês de Agosto se prolongasse mais um bocadinho. Ou um bocadão, já agora.

Por norma é em Julho que vou de férias e em Agosto já estou a trabalhar. Gosto imenso das férias mas como não odeio o meu trabalho, não me custa assim tanto regressar ao trabalho. Claro que ficava sempre mais uns dias a ler e na praia mas, em Agosto, estar na praia é quase como viver Onde Está o Wally? – versão praia.

Como não tenho vocação para Wally (ainda para mais as riscas fazem-me ainda mais gorda), esta é a altura ideal para não estar na praia e sim a trabalhar.

E porquê, perguntam vocês.

Porque, em Agosto, Lisboa partiu para parte incerta. Os transportes estão bastante mais vazios (apesar de, infelizmente, continuar a haver quem não sabia andar de transportes públicos), há muito menos gente nas ruas e menos clientes para atender. Há menos gente nos cafés e restaurantes, menos pressa em chegar a qualquer lado e, ao fim do dia, chegamos a casa ainda de dia. As noites, na maior parte dos casos, até são agradáveis e, se quisermos sair para um café, até o podemos fazer.

Está calor, é um facto. E os ares condicionados funcionam – infelizmente para mim e para o meu querido nariz – o que nos deixa refrescar quando chegamos a qualquer lado.

Enfim, razões mais que suficientes para gostar deste mês e, acima de tudo, para gostar de estar a trabalhar nesta altura do ano.